Eu Sinto poema
Vindo aqui hoje para dizer um pouco de como sou e sinto ...
Me sinto presente como quem sente o real.
Não vejo o limite imposto pela máquina.
Me perco dele e o atravesso em sintonia plena com meu coração.
Minha alma pura e solta olha a vida sem barreiras.
Não há corpos mas sinto que são dispensáveis.
Tipo quando amamos um amigo real e este se vai.
Mas no fundo nós o levamos para o resto de nossas vidas.
Assim me apego com a pureza e transparência das crianças.
E meu amor é dado com a grandeza imensurável de quem realmente ama amar.
Então me veja somente e plenamente no amar o amor!
Bjinhoos sinceros de uma pessoa que ama a vida e o "ser".
Eu amo muito você,
mas não consigo demonstrar o que sinto.
O que sinto é muito forte,
mais forte do que posso imaginar.
Eu imagino nós dois juntos e isso não posso negar,
eu nego o imperfeito e o perfeito é amar.
Amar é um sentimento puro,
o qual não consigo expressar.
Expressar o amor é quase impossível,
e o impossível é deixar de TE AMAR
Momentos de despedidas.
Idas e vindas
A gente pré-sente a partida
Eu sinto ainda
Quantos aniversários pra te esquecer?
Olha só quantas saudades, a todo tempo eu sinto vontade, de ver os seus sorrisos;
Muitas vezes eu fico pensando, em você comigo andando, nos pensamentos cotidianos;
É bom sentir o seu calor, o suspirar do seu coração, esquentando a minha emoção;
Emoção de ser premiado, por tir eu ser amado para sempre ao seu lado. ❤
Não sei se digo 24/06/2015
Não sei se digo
Tudo quanto eu sinto,
Ou se simplesmente mendigo,
Por dizer, tudo o quanto eu penso.
“Novos tempos, novos ventos”
Novas luzes, novas ideias,
Quis a vida me encostar nos cantos
Por isso sobrevivo-me das doces lágrimas.
Não foi por ter me calado
Ou por sentir o que eu não podia dizer,
Foi por dizer o que sinto e ter guardado
As minhas doces palavras nestes poemas.
Haaa! Se eu pudesse revelar
Se os centavos me bastassem para poder editar,
A alma de Nelson Bandela, descansaria em paz
E as palavras de Alda culminariam, eu sou capaz.
“Há tempo para tudo. “
Sim! Só não há um tempo para o tempo,
Por tanto esperar fiquei mudo
Então, eu não posso dizer, eu vou escrever.
Autor: Ezeqeuiel Barros
Estilo: Indo, vindo e vivendo.
Na noite escura, estava a olhar as estrelas.
As comparei com o tamanho da saudade que sinto de ti. Olhando para a constelação vi a beleza do brilho no firmamento. Uma estrela em especial me prendeu a atenção e fitando-a ela parecia se mover, intrigante com brilho especial, não quis acreditar, mas aquele brilho era o brilho dos teus olhos!
A saudade aumentou!
Que tens tu para me deixar assim tão fascinada?
CANCELADA.
Já nem sei o que pensar ou fazer. Sinto a grande derrocada de uma vida cheia de 'para quês' e 'por quês', derramada em uma confusão fisica e mental.
Querer morrer para findar tudo, também se tornou fadonho.
É só o vazio do nada!!!
Em um quadro severo dessa doença silenciosa e destruidora, sinto deslocamentos e rangeres por todo o corpo.
É dor.
É desconforto.
É desistência.
Essa guerra travada incessantemente a cada minuto de minha vida, está me consumindo e não vislumbro solução.
Há dias e horas desse dia, que já nem sinto minha existência. Meu corpo está sem forças e a mente em constante conflito.
Tudo grita, mas somente eu escuto.
Tento fugir, mas ir para onde.
Tenho medo, mas não há acalento.
Tudo que sei é que responde por fibromialgia!
Às vezes me sinto única pra Você. Outras vezes me sinto mais uma na multidão de bilhões de pessoas.
Às vezes Te sinto tão perto que tenho a impressão que posso Te tocar. Outras vezes me pergunto se Você está aí.
Às vezes minha fé move pequenos obstáculos e de fato funciona. Outras vezes peço sem acreditar. Apenas peço.
Às vezes sinto que conversamos. Outras vezes acho que estou falando com as paredes.
Às vezes acho que se importa. Outras vezes sinto que estamos abandonados ao acaso.
Às vezes anseio pelo céu como uma morada certa, como se já conhecesse sem nunca ter ido. Outras vezes não tenho certeza pra onde irei.
Às vezes sou capaz de enfrentar o mundo pela Tua Palavra. Outras vezes penso se não estou ficando louca.
Às vezes sinto que caminhei. Outras vezes acho que não saí do lugar.
Em todas as vezes Tu és Deus.
Sinto saudade de acordar na madrugada e te ver me olhando.
Quantas vezes, assistindo TV, peguei você me observando com atenção.
Muitas vezes, enquanto escrevia meus pensamentos e poemas, você sempre estava curioso para saber o que eu estava escrevendo (risos).
Sinto falta do seu olhar, das nossas conversas profundas, dos momentos em que você queria mudar alguma parte da minha composição só para me vê irritada. Sinto saudade das suas risadas contagiantes e de ver você tocando violão com paixão, até mesmo de ouvir sua voz cantando como um pato rouco. Hahahaha.
Sinto meu coração dançando de expectativa, como um cometa que ruma em direção ao seu calor, irresistivelmente puxado por sua gravidade.
Em meu interior, um turbilhão de sensações se agita, como as ondas que beijam a praia em uma noite de lua cheia. Anseio por sentir a sua presença, como a terra anseia pelo toque gentil da chuva após uma seca interminável.
Meu coração, uma guitarra elétrica loucamente ressonante, clama pelo seu toque, como uma torrente de lava que busca o seu caminho pelas encostas íntimas do desejo. Cada pensamento meu é uma chama ardente, e você é o único capaz de apagar esse fogo em mim.
Somos como o fogo e a pólvora, uma mistura explosiva de paixão que ilumina o céu da noite com a nossa entrega apaixonada. Cada beijo é uma faísca que incendeia nossas almas, e cada toque é um terremoto que abala nossos sentidos.
Venha a mim como uma tempestade vulcânica, desencadeando a fúria de nossos desejos incontidos. Seremos como lava incandescente, moldando um terreno inexplorado de paixão selvagem.
Sinto-me, assim, como o hamster no jogo cósmico, perpetuamente girando em círculos na roda do tempo.
És o alquimista temporal, capaz de congelar instantes em meu peito, onde o acontecer persiste na quietude do ser.
Despertas, em mim, três encarnações desconhecidas: duas libertadoras, e uma, uma ruína de pensamentos, como um prédio desabado no universo da mente.
Assim como sinto o calor desta terra queimar,
O asfalto derretendo sob meus pés inquietos,
Também sinto esse calor em mim pulsar,
Um fogo interno que consome meus segredos.
Meu corpo, em meio à multidão,
Se contorce, buscando seu toque particular.
As luzes piscam, neon contra o crepúsculo,
Espelhando o tremor elétrico em minhas veias.
Os suspiros que saem de forma espontânea sussurram seu nome.
Silenciosamente aguardo por sua presença,
Sou um oásis de desejo demasiado nesta metrópole de milhões,
Como um sorvete de baunilha que escorre derretido em meus lábios,
Esperando que sua pele acalme minha sede.
Pulsando, queimando, suspirando, ansiando por seu carinho, a incontrolável chama é como um caos de buzinas e faróis, ecoando a imagem da sua terra de gigante em concreto armado, largo, profundo e rígido em minha mente, um vulcão prestes a entrar em erupção num mar de pedras, sou uma ilha de emoções contida neste calor urbano.
Gota
Gota
Gota, gota
Goteja
Anseia
Livre e solta
Você
Me
Nega a
Gota
E
Eu
Me sinto
Solta
Sem estar
.
Pinga
Sinta
Senta
Venha
Linfa
E menta.
É a mistura perfeita...
Tenta.
Eu me rendo a Ti
Me sinto tão vazio
A alma cansada de sofrer
As lágrimas mal consigo conter
Mas meu coração sempre sente Tua presença
Mesmo que fraco eu esteja
Sei que estás comigo, Senhor!
Basta eu clamar... minha voz levantar
Tua palavra escutar, sei que irás me salvar
A tua misericórdia
é tudo o que tenho
Mesmo triste eu me convenço
e em esperança eu me rendo...
Eu me rendo a Ti...
Eu
sinto,
eu rio,
eu choro
nada demais
Não é esse o
grande problema
O problema é
bem mais fundo
E essa profundeza
Me faz doer
Me faz amar
Me faz morrer
E é daí que eu ressuscito
E foi aí que aprendi a viver.
Às vezes,
não é saudade.
É só um sinto sua
falta em carne e osso, e
um você faz falta na lista
das coisas que não tenho...
Se ao menos
Eu pudesse
Emprestar-lhes
Meu coração
Para sentir
O que
eu sinto
E então
E só então
Eles poderiam
compreender.
MARRUÁS
Sinto o calor do verão,
Sinto a brisa matutina,
Sinto a aragem vespertina,
Que afaga meu sertão.
Sinto o cheiro do meu chão,
Sinto amor até demais,
Pelo berço dos meus pais,
Orgulho da minha vida,
Minha primeira guarida:
MEU ADORADO MARRUÁS.
Às vezes sinto-me tal qual
Esse papel em branco
Sobre o qual
Me arrisco, sem sucesso, a pintar
Um bem-te-vi.
Quando isso me ocorre
Imagino-me passarinho
E tudo fica muito belo.
