Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Eu,
Coadjuvante da minha historia ???...
Ou não...?
Tudo aqui sou eu,
Sou apenas um escritor,
Um sonhador,
Que a alma clama,
Sentado,
Ou deitado em minha cama,
Procuro mirar apenas o amor,
Meus poemas,
Sâo unidos pra ter um sentido,
Aqui,
Faço deles pequenas histórias,
Muitas vezes,
Até me extremeço,
Fazendo minhas rimas,
Aqui no meu aconchego,
Nos meus delírios,
Quase sempre me enloqueço,
Onde preciso das letras,
É juntando uma á uma,
Que escrevo algumas,
Nos versos soletrados,
Me sinto aqui honrado,
Esse toque,
Faço aqui meu estoque,
Uno esse Poema á alguns,
Mesmo quê não me vê,
E dedico totalmente você,
Com amor,
De mâos dadas seguiremos,
Um certo dia teremos,
A salvaçâo do criador,
Um homem como eu,
Deseja somente amar,
Os espinhos quê vai me ferir,
Um dia vai cicatrizar,
Mas um dia estarei,
Na Glória do soberano,
E pra finalizar,
Coloco aqui nesse ano,
Mais um poema meu,
Que faz parte dos meus planos.
Autor :José Ricardo
Eu amo muito vc pq vc me faz muito feliz❤ e por mais que eu seja assim eu sempre vou esta aqui para vc, me desculpa por brinca Quando não e hora, Mais todo mundo erra
De:@kim._jennie32
Para:mal._.toddy
Viver em solitude é um bem estar escolhido para si, mas para os que sucumbiram a escolha de viver em solidão passam seus dias e noites em amarguras e tormentos, cheios de vazios de si e dos outros.
Eis que duas sombras confundiam-me
A primeira encontrava-se a minha esquerda
ERA A DÚVIDA
Inquieta, indecisa escuridão
Queria algo me falar
Veio a noite
E de seus segredos não soube
A segunda sombra estava a minha direita
ERA A ESPERANÇA
Serena, tranquila paz
Porém, não conseguia disfarçar
Também queria algo me falar
Veio a noite
E de seus segredos não soube
Na escuridão, sozinho fiquei
Sem minhas duas sombras
Queriam algo me falar
Mas a escuridão não permitia
Nada pude fazer
O Senhor não estava comigo
Nem eu com ele
Só trevas havia
Só o silêncio ouvia
Nada mais enxergava
Só o frio sentia
E o fim, por fim chegou
Jamais ouvi os segredos das sombras
Não chegaram a conhecer a luz
Talvez queriam algo falar
QUE EU ERA A ESCURIDÃO
Eu amo tanto ser meu que se algum dia você quiser que eu seja só seu, eu hesitaria em ficar no seu triste breu.
Queria que tivesse alguma forma de meu coração gritar, o que eu não consigo falar
Você saberia o quanto eu sou completamente apaixonada por você.
...aaaa que agonia, essa ânsia de se entender.
O imaginar da mente,
que trama, e o coração que sente.
Um discordar inerente.
Mas que pede feito tesão o juntar querendo ser, uno, feito carne e unha, feito até esse pra sempre...
Replique logo ali, num mais tarde contemporâneo que EU fui o dedo que apontou teu Norte, e mostrei a direção da luz.
Só não digas jamais que fui o mentor e te carreguei nos braços ou que fui eu que o ajudei.
Seria em vão ditar meu mantra uma vez que meu nome além de igual aos de alguns nem seria causa de tua ascensão ou queda, se assim não o quisera...
Ando cercado por mim mesmo.
Me vejo espreitando meu próprio Eu.
Tento me tirar do abismo, mas só faço me esquivar de mim.
Suspiro de amor, depois meneio a cabeça em rejeição.
Sou dono de muita coisa, menos da coisa-Eu.
Sou apenas um monumento de escultura...
Sem verdades...
Sem gostos...
Sem cultura....
Sou ansiedade...
Talvez seja a idade...
Se amar é esse efeito...
Nao quero nem por respeito....
Se te faço mal...mais mal a mim faço...
Se me falta amor...acho que é sem esforço...
Já nãoo sou devaneios...minha bagagem encheu...
A mala pesa...a dor tbm....
Meu coração apenas espera um pouco de compaixão...
Sou apenas aquela ave...q vê o mar é nãoo alça vôo...com medo de afundar...ou de não suportar o tempo...
Sou apenas um ser...
Sou apenas um etê...
Bagagem cheia...alma vazia...
Coração apertado...
Alma ferida...
Sou apenas uma árvore inerte a beira rio...tomando da fonte dos outros... sem saber pra que lado os ramos crescer...
Sou apenas eu...
Apenas...
POEMA – PRECORDIALGIA NUMA QUARENTENA
Hoje, eu só queria falar da dor, da dor que enlaça o meu peito nesse momento de confinamento. Sei que está sendo difícil, já senti vontade de chorar, até. Talvez esse seja um momento de encontro comigo mesmo. Quanto tempo que não tive mais esse contato, esse encontro, talvez a dor surge em meio a essa dificuldade de me encontrar e de conectar-me a mim mesmo no dia-a-dia. Nesse momento, talvez um acalento singelo pudesse apaziguar essa dor tão devastadora que urge em meu peito. A precordialgia me invade! Nesse nome, percebo o quanto o preço da dor dói em mim, o quanto eu permito ela doer em mim. Qual o preço da dor? Qual o preço da cor? Não sei! Mas, sei que estou pagando o preço por guardar tudo em mim, esses sentimentos guardados se transformaram em dor no meu peito, essa dor que me sufoca, que me tira o fôlego, parece que estou morrendo, que tem algo me corroendo por dentro. Fico pensando e imagino que o preço da cor está naquilo que eu não faço ou gostaria de fazer. Até colorir isso tudo, essa dor que está aqui dentro, levarei uma quarentena. Talvez esse momento seja para isso: para transformar a dor em cor, para refletir se vale a pena cultivar essa dor, para transformar a escuridão em luz, para colorir em aquarela a algia que surgiu quando eu entrei em contato comigo mesmo. A dor tem preço, e desse preço eu quero levar o valor da cor. Ao fim da tão dolorosa quarentena, virei um pintor de mim mesmo: a dor virou cor!
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