Eu Errei me Perdoa Poesia
Mesmo eu não estando aqui para ver isso, não significa que não estarei de olho em você, sempre. Só que… de outro lugar.
Eu acho que as tecnologias são moralmente neutras até aplicá-las. É só quando os usamos para o bem ou para o mal que eles se tornam bons ou malvados.
amor eu sei que sempre te falo q não quero te perder, mais esses dias agente anda tão sei lã, sim eu morro de medo de te perder, minha maior insegurança é quando agente não se fala, eu acho q vc já achou alguém mais bonita ou melhor q eu, msm vc falando q me ama sempre, eu tenho medo pq me ensinaram q tudo um dia acaba, mais eu não quero q oque agente tem acabe nunca.
Já disse o Baco, "tudo que eu ouvi sobre esse tal amor me assusta" e sinto esse medo porque não posso ter aquela que eu amo.
"Eu vi Deus na minha frente, ele falou comigo, não se mata filho, vou te fazer grande, você é o mais foda deles, você não está sozinho..."
As vezes eu me sinto sufocada, com a vida, com as pessoas com o mundo , não tenho para onde ir então eu fico aqui, esperando o tão chegando momento da paz 🌺☮️
Todas as vezes que eu decido deixar de mentir, as pessoas acham-me de má pessoa, pois, isso mostra que elas gostam das minhas mentiras.
O que eu era? O que eu sou? São as duas perguntas capazes de estabelecer o melhor referencial de sucesso na vida de alguém, sendo ele, portanto, O CAMINHO que fora percorrido por cada indivíduo.
Eu clamo para que os cristãos busquem não só a multiplicação de bens e valores, mas principalmente a divisão de sentimentos.
Eu nunca deixei de usar um look por insegurança ou medo, por não está adequadamente com o corpo perfeito!
Minha idade é a idade da minha alma, minha idade é o tempo que tenho hoje,minha idade é o que eu ainda terei.Passado passou,futuro não sei, presente é oque eu sou.
"Se eu tivesse a visão de uma águia, eu teria a visão de uma águia, como eu não tenho, sigo aprendendo, não invejando a nobre visão dela"
"Eu que não amo você" dos Engenheiros do Hawaii começou a tocar e eu de repente me vi teletransportada para outra época, outro ano, outra cidade. Eu me vi no primeiro ano da faculdade afogando as mágoas de cada uma das minhas dores do amor em cada milímetro de álcool que existia no bar da faculdade enquanto a música invadia o ambiente. Havia risadas, amigos, a juventude, a noite e meu coração sangrando sobre o chão do bar. Minha mesa estava cercada de amigos e risadas. E agora também estava. Era outro ano, outra cidade, outros amigos, a mesma músicas mas eu estava diferente. Meu coração não doía há alguns anos, agora eu ria e flertava por esporte e eu amava a vida, a noite, a música e a liberdade e queria devorar a liberdade como se eu fosse um animal preso em cativeiro por toda uma vida.
Insensatez ou não, pela primeira vez eu senti algo que por muitos anos eu não sentia: segurança. Ele fazia eu me sentir segura e isso era estranho e assustador. Eu sentia vontade de sair correndo pois eu não era boa em relacionamentos, porque isso era novo e assustador e eu não sabia, não sabia lidar com isso. Eu queria dizer para ele se afastar de mim pois, como bem classificou um amigo meu na faculdade, eu era uma gata arisca e eu arranhava e lesionava facilmente quem chegasse perto demais de mim. Mesmo assim, apesar do meu medo e receio eu tinha a sensação estranha de que ele me protegeria e de que eu poderia ser eu mesma com ele. Eu não precisaria aplicar a regra "amar e fugir" e quem sabe eu poderia me permitir ficar... Então eu comecei a olhar para ele. Olhar de verdade como se eu o visse pela primeira vez na minha vida e isso me assustou. Isso me assustou porque eu pela primeira vez em muitos anos cogitei a possibilidade de confiar em alguém, de dar o benefício de dúvida e não agir com desconfiança como se alguém fosse me apunhalar a qualquer momento. Isso me assustou e ainda me assusta quando eu paro para pensar pois eu tenho certeza de que ele vai me machucar mais cedo ou mais tarde.
Eu iria até o meu limite para ouvir suas falas novamente, aquelas que eu não valorizei e perdi por isso.
Espelho, espelho meu, existe alguém mais mentiroso do que EU?Que, de mim mesmo, escondo quem eu SOU realmente?
Eu até tenho vontade de postar certas coisas, mas penso bem antes de publicar, pois as pessoas costumam confundir tudo. Para elas qualquer postagem define o que você está sentindo, ou o que está vivendo, mas a vida vai muito além disso. E ninguém sabe um terço do que realmente é.
Eu me perco nos acordes da emoção cada vez que as notas da saudade faz vibrar as cordas do meu coração.
Se, na qualidade de psicoterapeuta, eu me sentir como autoridade diante do paciente e, como médico, tiver a pretensão de saber algo sobre a sua individualidade e fazer afirmações válidas a seu respeito, estarei demonstrando falta de espírito crítico, pois não estarei reconhecendo que não tenho condições de julgar a totalidade da personalidade que está lá à minha frente. Posso fazer declarações legítimas apenas a respeito do ser humano genérico, ou pelo menos relativamente genérico. Mas como tudo o que vive só é encontrado na forma individual, e visto que só posso afirmar sobre a individualidade de outrem, o que encontro em minha própria individualidade, corro o risco, ou de violentar o outro, ou de sucumbir por minha vez ao seu poder de persuasão. Por isso, quer eu queira quer não, se eu estiver disposto a fazer o tratamento psíquico de um indivíduo, tenho que renunciar à minha superioridade no saber, a toda e qualquer autoridade e vontade de influenciar. Tenho que optar necessariamente por um método dialético, que consiste em confrontar as averiguações mútuas. Mas isto só se torna possível se eu deixar ao outro a oportunidade de apresentar seu material o mais completamente possível, sem limitá-lo pelos meus pressupostos. Ao colocar-nos dessa forma, o sistema dele se relaciona com o meu, pelo que se produz um efeito dentro do meu próprio sistema. Esse efeito é a única coisa que posso oferecer ao meu paciente individual e legitimamente.
Mãe, eu gostaria de te dar aquele último abraço, aquele último olhar e dizer que eu gostaria de ter feito mais.
