Eu Errei me Perdoa Poesia
Quando eu conhecei panelada, nos tempos de criança, que os anos já me levaram,panelada era comida de pobres, porque as vísceras e as tripas do boi, eram baratas e rico não dava valor.Hoje, trata-se de comida de ricos.
“Vida, eu não amo” Eu amo as coisas que eu tenho. Como é que posso amar uma coisa que pode me deixar a qualquer momento, sem hora marcada?
Os meus relacionamentos nunca duram, porque tudo sempre tem um começo um meio e um fim. Mas eu sempre quero ter um pouco mais, nunca queremos que as coisas acabem, queremos que durem até a semana que vem, ou quem sabe um mês ou quem sabe ainda a vida toda.
Meu sonho é estar com você lá nas estrelas, assim, eu poderia declarar tudo o que realmente está no pensamento e coração...
Vivo em meu proprio paraiso um mundo pelo qual sei que jamais serei traido pois esse mundo sou eu...
Nada de silêncios, omissões a vida corre e tudo passa, tu vives, eu vivo nós vivemos... os sentimentos fluem o silencio instala-se, vergonha, medo, receio... não sei.. passou. Olhas para traz e tudo já foi, lamentas-te e ninguém te ouve, ninguém te compreende, simplesmente ficou a urgência das palavras, o desejo de ter falado, expressado foi tudo tão breve tão rápido a vida passou, ninguém te compreendeu ou te valorizou. Simplesmente teria sido uma só palavra que terias querido ouvir. ficou a saudade o desejo, um vazio se instalou. Continuas no teu abismo lutando em vão. Gritas ecos de memorias para que te faças notada, desejos das palavras a entrarem nos teus ouvidos, Saudade de um reconhecimento... somente ecos nada mais.
Eu quero tranqüilidade. Não quero alguém que faça meu coração acelerar, minhas pernas tremerem, fogos de artifício imaginários aparecerem. Isso existe, sim, mas se chama paixão. Quero um amor sossegado. Alguém para me abraçar, assistir um filme, jogar baralho, viajar, conversar, contar o dia, fazer cafuné, dar apoio, confortar. Quero troca, carinho, respeito, cumplicidade. O amor é uma amizade sem inveja. É um sonho com realidade. É uma realidade sem photoshop. O amor é um abraço apertado, um olhar que se encontra, um silêncio que não incomoda, um barulho de onda, um gosto bom. Não tem serenata, mas tem bilhetinho dentro da bolsa. É rotina, cansaço, discussão, divergências de opinião. Mas, acima de tudo, tem paciência. E vontade.
Quando eu olho para trás e relembro daqueles falsos amores que eu tive no passado, o motivo deles nao terem dado certo era que você era o verdadeiro pra mim.
Sua cadeira vazia. Eu vi, eu pensei, eu imaginei. Como seria sem você, sem você ali todo dia, na sua cadeira, longe e perto de mim, sem me dizer um nada, me matando apenas com seu doce olhar. Mil palavras, mil coisas, vieram em minha cabeça, e por muito tempo imaginei, como seria sem você. Olhava sua cadeira, e via, sonhos, tempos perdidos, minutos jogados fora, via infelicidade, via a frieza. Alguém pode me explicar, como sentiria tanta falta de alguém, na qual só converso virtualmente. Foi ai que eu percebi, que o seu silencio, sua timidez, sua presença, me faz bem.
Eu sempre procuro algo bom em tudo, até nas coisas ruins, acho que ajuda a ter uma vida com paz, e além disso, ajuda a não perdemos a Fé no Homem.
Eu caminhei nos campos através do fogo,andando ate encontrar terra firme.Seguindo meus sonhos cheguei alto demais sem poder sobreviver a queda
Meu silêncio em uma discussão não significa que eu concorde com o que a pessoa fala. Significa que ela não vale nenhum dos meus argumentos.
Eu não acredito em seres imaginários, invisíveis ou da mídia. Mas pode estar certo que eu tenho fé e acredito em você que é de carne e osso.
eu vejo o tempo como uma forma agradavel de subjulgar sua ou minha realidade crie o que possa criar sonhe o que possa sonhar,ajude quem voce pode ajudar e prinçipalmente quem voce nao pode e nao quer que seja ajudado,ai veras que seu papel nesse imenso planeta,lembreçe voce e mais especial nunca esqueça disse ajude.
como posso ser alguem melhor que voce se tenho os mesmo desejos de sua mente,eu so quero ter alguem do meu lado que possa me completar meus desejos e que realmete se sinta verdadeiramente preenchida eu te amo muito vida.
Com você, eu divido meu espaço, minha comida, meu colo, minha cama, meu abraço. Divido meus sorrisos, beijos, segredos, minhas roupas, meu computador.. E tudo mais o que for meu.
Eu quero você. Quero dividir uma cama bem apertada — e olha que eu sempre odeiei a ideia de “nós”, todos sabem que sou mais do tipo “sai pra lá”. Eu quero beijos longos e abraços eternos. Eu quero tudo sem me preocupar com nada. E que esse nada nunca atrapalhe nosso tudo. Eu quero o mundo inteiro pra nós, e nós em cada canto do mundo. Eu quero declarações no meio do nada, brigas por causa de tudo e reconciliações terminadas na cama.
Não se sabe de onde venho, nem por onde vou, só sei que aqui estou, para ser quem eu sou. Uma pessoa que não sabe se descrever, mas que não se importa em se perder, no meio de tanto saber. Como poeta, cito palavras, palavras bardas, aquele o qual se encarrega de dizer, coisas que poucos querem saber!!
Eu te desejo paz de espírito para enfrentar a escuridão que lhe encobre. A caminhada é solitária e andar sem prever o próximo passo, é um jeito de viver sem muitas expectativas. Erga sua cabeça e o ombro também, reinicie tudo e reze por um amanhã menos cruel. Esse é o seu papel, não o meu. Me limito ao campo das vibrações positivas, pois, o resto vem, como um bumerang azul.
Eu não deveria tê-lo deixado torturar-me tão docilmente, embebedar-me com doses de decadência e afogar-me em sonhos pesados e profundos; agora não consigo mais acordar. Essas correntes que me aprisionam a você e a vida que cultivamos têm de serem partidas, quebradas, estraçalhadas sem dó ou piedade. Mas cadê meu martelo, minha coragem, minha ousadia? Cadê eu? Estou precisando urgentemente de alguém para me salvar do nada que me tornei, das páginas da história que escrevi e das consequências que, infelizmente, não pude prever. Cansei de esperar pela chuva que não cai, pelo sol que se esconde atrás das nuvens e pelas nuvens que se desfazem antes do dia terminar. Cansei do repertório de músicas penosas que não paro de ouvir, das minhas insanas palavras e do entorpecimento mortal que vive em mim. Eu não deveria deixá-lo encher o quarto com espelhos, conquistar-me desse jeito tão certeiro, fazer-me sentir, ao mesmo tempo, como se fosse mil e nenhuma e alimentar-me tão somente de metades. Não me sinto mais inteira, amor; e quer angústia maior do que essa? Acalentei meu próprio coração, afaguei as mãos nos meus cabelos e, através dos reflexos, fitei meus olhos negros, a pele branca, as pernas, braços, mãos, rosto, tronco. Agora confesso-lhe: apesar de ter me enxergado não consegui me ver, porque não sou pessoa, sou além. E como além, contemplei no silêncio da solidão umas lágrimas aprisionadas, uma gargalhada louca para ser libertada e uma alma ansiosa para dar à gargalhada motivos para tal. Eu não deveria tê-lo permitido roubar minha felicidade enquanto eu dormia, arrancar meus sonhos como se não fossem preciosos e apagar a luz que emana esse meu ser frágil. Sei disso, e não é tarde demais. Portanto, se não houver machado, pistola ou espada, tudo bem; hei de destruir esses laços com meus próprios dedos e a força que restou, e então tornar-me meu sol.
