Eternidade
O amor proibido...
Muito especial para eternidade.
Amor sem fim sem comercial...
Entenda que amar é início e fim desta vida..
Que vivemos apenas uma vez...
Assim amamos nós mesmo num simbolismo eterno.
Posso querer e nunca te ter..
Pois a liberdade me alimenta com teu amor.
Seu corpo me apaixonei...
Por cada encanto e lhe pedi que venha viver ao meu lado.
Na solidão dos meus pensamentos sinto a luz da sua vida...
Sempre assim a desejo a cada instante...
Até morra dessa paixão.
Sendo singular o veneno que arrebata a alma...
Lhe vejo se delíciar de prazer.
Canta uma melodia se lembra dos momentos bons que vivemos...
Centenas de vezes senti a vida se esvaindo indo para a imensidão.
No beijo frio de seus lábios conduzo o sentimento...
Velo meus olhos aos céus...
Sinto falta de viver enquanto era eterno o amor desta vida...
Quando tivéssemos compreendido que a eternidade não é condição suficiente para realizar o ser (...), poderíamos enfim perguntar-nos se é de fato na consciência de sua natureza “perecível” (...) que se deve buscar a causa que faz do homem esse “animal doente” por excelência que nele já se reconheceu.
Quando eu pego meu tablet e desenho os meus personagens, demora uma eternidade, porém não tem eternidade pior que àquela de quem não tentou mais.
Não tenho medo de morrer
Me falta ar
Parece uma eternidade estou me afogando nas minhas próprias lágrimas atormentando a mim mesma eu sou meu pesadelo mais conhecida como anjo negro
A alma anseia pela eternidade.
O corpo anseia pelo descanso.
É meu coração anseia por ti, desde sempre, a todo instante.
TRISTE MENINA
Chora cá a tua morte pra eternidade
os soluços que assim a memoraram
as lágrimas arrancadas não secaram
nos carecentes campos da saudade
Aflitiva entre as aflitas a tua verdade
molesta por todos faltos que faltaram
as tuas consumições nunca cessaram
na tua meiga e agitada sensibilidade
Então, sonha aí, posta na conciliação
no teu moimento da campa santa
agora pode aquietar o teu coração
Dorme, na graça e na união Divina
dói n’alma o silêncio que agiganta
ide em paz, saudosa, triste menina!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
28/11/2020, 11’23” – Triângulo Mineiro
Sétimo dia da Páscoa da prima Flávia Magalhães Nogueira
A felicidade plena é, tão somente, amar alguém que também nos ame, pela eternidade de um momento, pois só assim percebemos que todos os instantes de amor são puros, eternos, mas, como tudo na vida, não duram para sempre.
O universo é autofágico. Alimenta-se de si mesmo. Transmuta-se e essa é a sua eternidade. Somos células que alimentamos esse Universo para depois dar lugar a novos seres. Esta é nossa finitude e eternidade.
