Estresse
Em uma era em que máquinas são feitas para substituir o trabalho humano, humanos têm trabalhado como máquinas.
Você só consegue se realizar profissionalmente,quando exerce aquilo que gosta de fazer,caso contrário você estará provocando um estresse agudo que se tornará crônico.
A vida é muito curta para testes,idealize e vá direto ao foco,pois você é o protagonista de sua história!
A meditação é importante para a memória porque regula o sistema endócrino, e, principalmente, a produção do hormônio 'cortisol'.
O cortisol é um hormônio produzido pelo corpo em resposta a situações de estresse. Quando liberado em doses excessivas no sangue - o que acontece na grande maioria das pessoas hoje em dia - diminui a memória de três maneiras: primeiro ele consome a glicose do sangue e essa constitui o principal alimento das células cerebrais. Assim, quando liberado em quantidade maior que a ideal, ele mata, aos poucos, células cerebrais por inanição.
Em segundo lugar, o cortisol é uma substância corrosiva e se em grande quantidade, consome e sacrifica as ramificações dos neurônios e, em seguida, o próprio neurônio. Sua abundância por tempo continuado no sangue, provoca a morte de bilhões de células cerebrais, que farão falta a quem deseja usufruir por toda a vida de uma inteligência, raciocínio, atenção e memória saudáveis.
Por último, a produção excessiva de cortisol interfere na função dos neurotransmissores, fazendo com que memórias não possam mais ser acessadas pela conexão insuficiente entre neurônios.
O cortisol tem sido a principal causa de perda da memória que, por comodidade, costumamos creditar à idade.
A meditação, ao reordenar o sistema endócrino, reequilibra quimicamente o funcionamento do cérebro e promove a melhora da memória e de todas as funções cognitivas como clareza de raciocínio, atenção e aprendizado
A seriedade e o foco são importantes para que tenhamos a persistência e a rotina necessárias para alcançar objetivos, entretanto, se olharmos nossas vidas apenas com os óculos da responsabilidade, corremos o risco de levar uma vida séria demais. E, onde sobra seriedade, pode faltar felicidade!
Tudo que você deseja para alguém, volta para si, só que em dobro. Se você deseja o mal, irá receber o mal. Se você deseja o bem, irar receber o bem! Então, a escolha é sua, siga sua mente e sua boca, e seja o que você quiser.
NÃO VEJA AS HORAS PASSAREM
O tempo voa quando você está se divertindo.
Isso é o fluxo, nome dado ao cientista entendido.
O fluxo ocorre quando estamos imersos numa atividade
Isso ocorre de acordo cada um e a sua habilidade.
O fluxo ocorre quando a atividade é uma mera escolha
E essa escolha tem que ser agradável nem seja dobradura de folha.
Para que o fluxo ocorra não precisa ter emoção,
Você faz atividade sem nenhuma competição,
Ao acaba-la você sente a alegria da experiência.
Comece a praticar isso no seu trabalho com paciência.
Isso ocorre por que você na sua vida esta sendo fiel
Pois nossa escolha racional pode ser muito cruel.
Então seja fiel por alguns minutos a que você curte,
Esqueça a tecnologia e vá tomar com o dedo um iogurte.
Então tende achar o seu fluxo com simplicidade,
Cultive-a e viva com muito mais felicidade.
André Zanarella 03-04-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4700047
Atualmente vivemos em constante pressão, enfrentando uma batalha a cada dia. As demandas são inúmeras, com atividades amontoadas com tempo previsto e se possível para ontem. Indiscutivelmente o estresse está sendo nosso companheiro inseparável.
Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
Hoje acordei e durante quase duas horas, fiquei olhando para o teto branco do meu quarto, e não era um olhar de admiração, não era. Era um olhar para o nada ou para tudo. Faltava-me força para levantar. As dores eram horríveis. Não sentia firmeza nas pernas, meu coração batia descompassado e num ritmo tal qual a bateria da Mocidade Independente. Meus olhos ardiam. Calafrios sequenciais. Sentia minha boca seca e meu corpo queimando em brasas. Resolvi consultar um médico, e lá fui eu sentar em frente ao computador, porque, afinal de contas, quem tem Google, não precisa de um médico real, ou precisa? Então, sentada com meu “médico”, disparei as pesquisas na página de busca, coloquei todos os sintomas, e ele, o Google, ou meu doutor, em segundos me deu inúmeras possibilidades: Chikungunya, dengue, zika, malária, pneumonia e tantas outras. Acreditei ser meu fim. Voltei para a cama e achei que chamar um padre para a extrema-unção seria o melhor a fazer, não custa nada estar preparada, mas, não o fiz. Por alguns instantes parei para pensar na vida, na minha vida, vida essa que não me deixa viver. Que me faz refém da rotina que eu mesma criei. Rotina essa que me consome dia após dia; falta de tempo ou de uma organização que não me deixe tempo hábil para fazer coisas prazerosas das quais preciso tanto: dançar, ir ao parque, cinema, teatro, rever amigos. Coisas que, por conta da correria, acabo deixando para depois, só que esse depois nunca se torna agora. Após essa breve análise, descobri que não tinha doença nenhuma para aquela imensa fadiga, desânimo, dores da alma. Realmente não era nenhuma patologia. Eu não estava doente: o que eu tinha era vida. Ou não tinha! Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
Lembra daquele dia que você falou
Que dentro de você não existia amor?
Era mentira, hipocrisia
Você tava querendo me estressar
Tirar alguns momentos para fazer o que a gente gosta não é perda de tempo. É, na verdade, uma maneira de fugir do mundo tão agitado e cheio de estresse.
É, é que o povo se estressou
Porque a gente se juntou
Apenas se juntou, né, bebê?
Mas me perdoa, meu amor
Porque isso apenas começou
O diálogo faz tudo ser entendido, portanto, cria condições ideais de convivência, mesmo em situações aonde o melhor a se fazer é ficar calado e afastar-se. O silêncio, na contramão, estimula a tentativa e erro e, portanto, o estresse, além de nos levar ao sufocamento emocional.
Eu fiz terapia por muitos anos. Paguei caro para os profissionais e farmacêuticos para me curar da depressão que me arrastou por muitos anos, mas foi estar sozinho, em outro ambiente, em outro país pensando sobre a minha vida e convivendo comigo mesmo que eu fui - senão curado- algo próximo disso. Rivotril e carbolithium ajudaram, mas a Alitalia ajudou mais e foi mais barata.
Viajar sozinho tem esse poder impactante de nos revelar a nós mesmos. Nos permite, como diria Nietzsche, nos tornarmos quem somos. Estar longe do que é certo e comum a mim, lança sobre as minhas idiossincrasias a luz da verdade e não é possível manter-se imóvel diante disso.
Na última viagem, a que me curou de certa forma, foi que eu entendi uma coisa: que as nossas desgraças não nos impedem de seguir a vida, de realizar nossos sonhos e de sorrir, se não deixarmos. Clichê demais, mas é verdade.
Nessa de agora, tenho sido lembrado do amor. Como alguém sequelado pela dor que de repente pensa que talvez possa sim ser amado a despeito de tudo que já passou. Eu sou constantemente lembrado que dá para ser amado através de uma família que eu agora entendo que é minha apesar de termos sobrenomes e raizes absolutamente diversas. Como não os havia visto há mais de 5 anos, tinha esquecido disso. Mas me lembrei agora e que força isso dá. Acho que é isso que é o amor: força. Força para continuar por causa dos outros, força para fazer o que for necessário para retribuir o amor que se recebe. Não sei se todos pensam assim, mas eu fui recarregado nessa última semana. E como é bom.
