Estrada
A vida é Como Uma Coleção De Rotas De Estradas,Que Caminhamos Em Busca De Conhecimentos Sobre Tudo e Sobre Nós,Os Atalhos é Quando Saímos Da Rota,e Entramos Por Caminhos Cuja Obsessão é Estar a Um Passo a Frente Daquilo Que Não Conhecemos,Na Maioria Dás Vezes é Um Passo Curto e Também Uma Vida Curta.
Sou passageira
Aqui da horizontal
Eu só via as faixas na estrada se repetirem
Você, da vertical
Via nossos mundos ruírem.
Eu lembro de pensar querer que aquele momento durasse uma vida inteira
Mas a gente é tão fraco
Tão pequeno
Que uma hora acaba a brincadeira.
Eu sei que agora só resta um sopro de lamento
Um mar de frustração
E você atraca sem ter a menor intenção
No meu cais de arrependimento
E eu que sempre acreditei em teu sentimento ardente
Entrego-te um grito estridente
Quando me perguntas o que sinto no coração.
Enquanto nossas mãos se tocavam
Nossos corpos entravam em órbita
Eu só te via junto
Do vazio e dessa incógnita
No silêncio, ritmados e compassados
Eu só ouvia nossos corações
E nossos perfumes embaralhados
Percorrendo outras dimensões
O motivo desta lírica
É só tentar, talvez, me fazer entender
Como te perdi
Se nunca tive
Como descrever o que não se pode ver
Tão intangível e palpável
Tão pequeno e maleável
Tão ébrio e solitário
Como estar escondida aqui
Onde estou
Bem no fundo do armário
Porque se por um minuto fostes meu
Não consigo vocábulos para descrever
Possivelmente nem há muito o que se dizer
A vida acaba com um beijo teu.
Com teu cheiro que me preenche as narinas
Com teu êxtase exalando adrenalina
Como a vida que poderia ter sido,
A vida
E o que nunca devia ter acontecido.
Eu segurava tua mão
Enquanto passavas as marchas
Eu só te falo porque tornou-se insustentável
Falo porque não posso gritar
Porque você não vai me ouvir
Nem se eu tentar
Porque eu cansei de ficar.
Do teu ombro eu te olhava
Deitada
E te dizia que nem sei mais o que fazer
Você ria e apontava pras estrelas infinitas acima da estrada
Cujo brilho nem se compara a você
Se não morro embriagada
Não é a saudade que vai me matar.
Eu sei, sou totalmente errada
Porque sequer considerar qualquer envolvimento mais arriscado.
Você é meu pecado,
Mas eu sei.
Homens só morrem de amor nos palcos.
Thaylla Ferreira Cavalcante (Amor, meu grande amor)
Summer: Seth, você dirige como uma velha.
Seth: Estou a 130 km/h numa estrada de 110.
Summer: Você é tão lento que já fomos ultrapassados por um carro cheio de freiras.
Seth: É, mas elas tem Jesus do lado delas. E eu sou judeu!
Podes não ver o fundo da estrada, podes não ver para lá do horizonte. O que importa é continuar a caminhada com fé e com garra!
"Coloca minha cabeça numa estrada sem fim e eu fascinado, porque adoro sua força do hábito e o jeito tão casada consigo mesma, que deixa o ar mais curioso ainda. Balança meu coração em desequilíbrio de uma forma leve. Você me leva, porque carrega um mundo no olhar..." (...)
Hoje deixo a vida me levar. Se no final da estrada eu me deparar com uma placa dizendo: "Rua sem fim", simplesmente retornarei e começarei tudo novamente. Pois tenho absoluta certeza que mesmo os caminhos cercados por túneis, na maioria deles existe uma luz no final.
SAUDADE PALAVRA TRISTE,QUE TRADUZ TANTO AMARGOR
SAUDADE NÓS LEVA Á ESTRADA EM BUSCA DE GRANDE AMOR
SAUDADE QUE FAZ SOFRER,SAUDADE QUE FAZ PENAR,SAUDADE QUE NOS ENSINA O QUANTO É BOM AMAR
Nova Estrada
Renata Lessa, em 13/02/15
Assim me vejo hoje
A foto solitária, fotografia desse instante, insistente, implicante
A implicar num caminhar vazio, sombrio, à sombra do que passou, passado
A caminhar sozinha à estrada da vida, sem saber o rumo que tomar
Tomado o rumo da razão, quem sofre e chora é o coração
Cansado de mágoas, de tanto sofrer, jamais de viver,
Viver e amar, objeto e objetivo maior de todos, de tudo, em tudo, enfim
E que a estrada reverbere, revele-se
Ao eterno raiar e despertar do dia
O sol a brilhar raios de sanidade, rumo à eternidade
De uma vida em que a certeza é o fim
Num eterno recomeço
Reaprendendo, agora, a voltar a me amar
A voltar a gostar de mim.
A cerveja foi um baita invento, depois, a estrada de ferro para leva-la mais longe. Porém ela azedava nos longos caminhos de trem.
Os porões também ficavam pequenos pra armazenar e conservar a produção.
Solução: oxigênio comprimido. Depois, oxigênio com hidrogênio, perfeito! Temos o freezer, bons negócios e bêbados.
Luis Pasteur, pasteurização, conserva a cerveja sem refrigeração.
Então, comprimindo oxigênio, hidrogênio mais etanol criamos o combustível dos foguetes, bombas e fomos a lua.
Conclusão: Nunca duvide das utopias, ideias e coragem de um bêbado, louco ou sonhador, você pode considera-lo um lunático e ele pode leva-lo até lá.
Tenho medo
De percorrer uma estrada e não te encontrar
De sonhar... sonhar... e um dia acordar
De tudo ser apenas um doce engano
Tenho medo
Deste amor cheio de preconceitos
Deste querer indeciso
Do desejo que nunca acaba
Desta espera sem fim...
Tenho medo
Das palavras que sempre murmuro
Da verdade que nos cerca
Das vontades que nos envolve
Do permanecer imóvel diante da realidade
Tenho medo
Desta falta de coragem
Desta fragilidade imatura
Da crença ingênua
O meu medo... talvez...
Seja te amar sem medo
E não ter medo do segredo de te amar!
Mais um dia sem você!
Amanheci meio tempestuosa
Nada me agrada
Sem rumo
Sem estrada
Algo meio estranho
Há um vazio intenso em mim
Coração deserto
Espulsando-me do meu eu
Mas logo chego á conclusão
Sim...Mais um dia sem você!
Vontade de pegar a estrada, seja ela de ferro, ouro ou prata, saindo sem rumo ou destino, apenas apreciando a paisagem da janela, no vagão do imaginário.
A dona do Universo
Extasiada com os raios
Que tingem de dourado
A minha estrada.
Brilhos são tantos que ofuscam
Às vezes a minha visão deslumbrada.
Radiante e forte como a rocha
Que não se parte com as arremetidas
Das ondas. Boto a minha alma abastecida
Nas composições que teço à luz da Lua.
Tenho por guia um sonar oriundo do
Amor repleto de arrebóis
Que regurgitam na minha mente
Crente e construída de verdades
Doces e belas como as primaveras
Que percorri com pés de Anjos
E passos de Arcanjos
Numa revoada ousada
Pra um simples mortal que eu seria
Caso eu não me desenhasse nos meus versos
O inverso do que posso ser.
Agiganto-me e posso tudo quando penso
E sonho e me atrevo a ser muito mais.
Penso ter bebido o Sol.
Acho até que a sou eu, a dona do Universo.
A Minha Espera
Caminho solitária porque minha estrada tem
Bordas de sonhos
Que penetram nelas apenas quem escuta
A minha voz que não solto
Em palavras.
Elas se espalham com o vento
Na leveza das plumas alvas
Da minha alma
E se alguém ouvi-las
É porque entendeu que a minha escada
Espiralada
Tem degraus construídos de emoções
Todas nascidas de uma vontade
Suprema de estar só
Pra esperar o que ainda não decifrei
Não reconheci de meu
E espero fazê-lo
Num único olhar
Que irá tragar o meu eu e
Entranhada nas entranhas desse amor
Não causar estranhezas para o Meu Amado
ALMA SELVAGEM.
Oh! Minha liberdade!
Dessa estrada longa e comprida vida!
Porque me prendeste?
Porque não me deste a liberdade dos pássaros, para que eu pudesse imprimir meus cantos livres e soltos. Voar, suavemente, ao sabor dos sopros dos ventos, sob os raios do sol, sob os pingos das chuvas e as brisas das brancas nuvens do céu.
Porque não me deste a liberdade de um potro selvagem, alimentando-me da verde relva, singrando, livremente, os pântanos, prados e planí¬cies, em galopes flutuantes e sem medos dos desertos da vida.
Enfim, a liberdade e a força dos animais, na busca de alimentar e realizar a vida de sonhos de alegrias, de vontades e de amores, sem o compromisso de se sentir presos pelo destino.
Oh! Liberdade!
Hoje, alquebrado pelo tempo, desgastado pelo vento, já não me resta mais tempo.
Tu vida o levaste!
Hoje, de um passado distante, só resta o lamento da liberdade que não me deste e do tempo que se foi e que, só agora percebi, passou.
Oh! Doce e querida vida!
Porque não me deste a liberdade dos livres animais, para voar como os pássaros e galopar como um o potro xucro pelas pradarias orvalhadas ou pelas areias desérticas, com a minha alma selvagem.
Mas se tudo já estava previsto e escrito que se cumpra o meu destino. É a vida!
Sei que se eu tiver que passar pela estrada de negrume, hei de encontrar uma lamparina... Ou uma vela... Quem sabe um candeeiro... Talvez um lampião... Tá! Que seja uma lanterninha... Pelo menos um vagalume 12volts.
Na verdade se eu andar nas trevas o Senhor será a minha Luz!
