Estômago
A poesia não sacia a fome de estômago, mas alimenta a alma e o espírito
àqueles que os tiverem ainda.
Antigamente...
Eu não sabia que a tristeza
Fazia doer o coração
O estômago
Dói a alma
Com o tempo tira as vontades
De fazer as coisas favoritas
E por fim
A vontade de viver
A tristeza ceifa o corpo
E por último a alma
Estou me sentindo
De ressaca
A cabeça dói
O estômago embrulhando
Como se tivesse bebido a noite inteira
E ao mesmo tempo
Uma angústia e tristeza profunda me corrói por dentro
Prometeu cuidar de mim
Me deu mel
Depois mostrou quem realmente é
Na verdade quem é comigo
Porque para a sociedade
Se mostra a melhor pessoa do mundo
Me jogaram a deriva
Você me jogou
É cruel, egoísta
Não tenho mais vontade de viver
Porque dói
É insuportável
Estou exausta
A única saída que vejo
É me abraçar a morte
E partir
Minhas borboletas no estômago morreram. Mas não de forma natural, foram covardemente assassinadas. Faltou reciprocidade, e elas não resistiram. Não tem mais frio na barriga, agora é frio no coração.
Um estomago faminto, uma carteira vazia e um coração partido te ensinam as melhores lições da vida.
E eu te olhei, olhei apaixonadamente e senti borboletas no estômago.
E você também olhou... Mas não foi para mim.
Foi para outra pessoa que estava ao seu lado, e eu percebi que era tarde demais.
Eu tinha perdido a chance de te dizer o que sentia, e agora só me restava o vazio.
Sentir
Pensei que não sentiria mais calafrios, estômago borbulhando e nem veria minhas mãos suarem.
Um coração machucado, não se recupera tão rápido, por mais que cicatrize, sempre haverão marcas.
Entretanto, em um dia qualquer, segura de mim, eu o vi. Cabelos pretos e um olhar que penetrou minha alma, minha razão pedia calma, impossível!!
Parecia que já o conhecia e, com certeza, meu coração já o queria.
Lábios carnudos, um sorriso encantador, gestos de gentileza, uma verdadeira mistura de sons e poesia, talvez o que ali eu não sabia, era que se tornaria amor.
Mesmo no sol, na chuva, no frio, é calor, vigor, um verdadeiro primor. Sinto meu corpo em cada detalhe, estremecendo em cada toque que me enaltecem cada sensação de paixão.
Você conhece a sabedoria do corpo?
O seu estômago não digere somente os alimentos. Ele digere também as emoções.
Compreendeu agora do que você está nutrindo suas células!
O mesmo final
Chegaram naquele ponto
De dar frio no estômago.
O medo os rodava
E ambos temia a desilusão.
Duas pessoas, duas mentes
Mentes que de alguma forma
Se ligavam se uniam,
Até o mesmo medo era o mesmo.
Duas mentes diferente
Que se ligavam, que se amava.
Duas mentes que experimentarão
Das virtudes do amor
E sofrerão a dor da desilusão.
Agora tinha medo de tomar
Do copo que só o amor podia dar.
Eles podiam e tinham
Medo de ser feliz.
Ambos sabia o perigo
Mas qual tolo quer sofrer primeiro
Antes de conseguir a felicidade?
Qual tolo se arrisca a experimentar
A dor que tanto temia?
O amor embora com dor terá seu valor?
As mentes que se conectava
Sabia da dor que derruba o sofredor.
Arriscaracam mais uma vez cair no
Arrisco que como um disco
Girava repetindo o mesmo fim.
Hoje acordei com uma sensação de ter ganho um soco na boca do estômago e um vazio intenso, com vontade de chorar... chorar...e chorar...e isso não é mais uma de minhas frases comum, e sim um grito ensurdecedor que esbraveja de minha alma.
Não deixe
as borboletas
em seu estômago
morrerem.
Se quiser matar algo,
que seja a vontade
de pousar
seus beijos
nos meus.
Já Eu, bem, escrevo com meu fígado,
Estômago, pâncreas e todo líquido biliar,
Ácido gástrico e pancreático,
Que seja humanamente possível secretar.
Puxo o ar com força
ele não deseja encontrar meus pulmões
o coração acelera
o estômago queima
os músculos reagem
primeiro os braços paralisam
depois, as pernas
o intestino aperta
e sinto que tudo deseja fugir de dentro
– inclusive eu!
o único pedido preso na garganta
é que alguém testemunhe
que alguém socorra-me da agonia derradeira
que o vento sopre e me arraste rápida
e furtivamente
sem que nem mesmo eu perceba
– o desejo é que alguém me encontre
e sussurre com sinceridade ao meu ouvido:
está tudo bem, querida, está tudo bem!
Tudo já está se resolvendo
assim, no gerúndio, no caminho,
tudo já está se resolvendo…
e, mesmo já acostumada a vivenciar essas crises,
eu possa me dizer também:
– vai passar, já passou outra vez
vai passar agora também
eu não quero morrer assim
… de ansiedade!
Estou sem sono e com dor no estomago, mas sei que vão cuidar de mim sou rainha e sei também que nada vai mudar, pois devo dar exemplos para os meus;
Todos os meus planos não caíram por terra, sei que ainda terei força de realizar para com minha felicidade;
O amor me encontra para o bem da minha família que tanto me quer bem;
Lutar contra os próprios sentimentos requer heroísmo. Escolher não sentir as borboletas no estômago não é apenas acordar um belo dia, abrir os olhos e pensar "nossa não sinto mais amor". É um ato de luta contra os próprios instintos, muito mais que o coração o verdadeiro adversário é o cérebro pois nele residem as memórias.
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