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Escritor Famosos

Cerca de 8320 frases e pensamentos: Escritor Famosos

ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER - DIZ CERTO ESCRITOR...QUANTO DE VERDADE HÁ NESTA MÁXIMA?

LER BONS LIVROS, TALVEZ SEJA ESTA A ÚNICA FORMA DE PRESERVAR A SANIDADE.

Inserida por EvandoCarmo

“A mente criativa demais leva o homem 👨 ao delírio, mesmo para um escritor genial, às vezes é impossível distinguir ficção de realidade”

Inserida por EvandoCarmo

DIA DO ESCRITOR-25/07

Se você for capaz de escrever bem, a ponto de fazer as pessoas acreditarem na sua história, se a sua ficção parecer realidade, e se for capaz de emocionar e de deixar leitores indignados; então você pode se considerar um bom mentiroso.

Pois não há critério hoje em dia capaz de julgar quem é bom escritor... Muitos escritores medianos venderam milhões de livros, outros ganharam até nobel de literatura sem ser escritores.

A literatura tem a força essencial para nos convencer de que as coias comuns são bem mais importantes do que parecem ser.

Parabéns aos que se arriscam nesse ofício tão importante para conservar a sanidade humana.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Todo bom escritor precisa de um pseudônimo, para dizer o que só os maus escritores são capazes de falar.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Um dia alguém me perguntou por que eu queria ser tantas coisas ao mesmo tempo. Músico, escritor, poeta, jornalista, artista visual, e outras coisas que faço muito bem. Respondi que, à inteligencia humana, dentro do que é humano fazer, podemos tudo.E fazer bem depende de dedicação

Inserida por EvandoCarmo

⁠COMO SER UM ESCRITOR

Você só será um escritor de fato, um escritor de verdade, capaz de causar todo tipo de reação ao leitor, como dor, sofrimento, raiva, desespero, prazer e riso, quando for capaz de escrever tudo que pensa de si mesmo, dos outros e do mundo. Quando for capaz de escrever tudo que viveu, tudo que se lembra dos sonhos e desejos abortados, quando for além da barreira da razão, do fantástico, do imoral, do perigo, do impróprio, e do absurdo, só então poderá se considerar um escritor. Caso contrário será apenas um aprendiz, um sonhador, no máximo um jornalista, cronista medíocre da vida real.
Evan do Carmo 18/02/22

Inserida por EvandoCarmo

⁠Quando um escritor se propõe a escrever um romance, ele pensa: “Vou fazer assim, mas perde totalmente o controle do enredo, quem de fato assume o comando é um narrador onisciente, que abusa da condição de criador de realidades inimagináveis. Uma vez de posse do escopo, estando definido o rumo a ser tomado, personagens escolhidos e nomeados, então já temos uma história, história que será revelada a cada página. O Autor, quando entrega-se completamente à voz que escuta do narrador, não pode mais mensurar as medidas da obra que pensa que escreve.
Evan do Carmo. Autor de 30 livros. entre prosa e poesia..

Inserida por EvandoCarmo

Imortalidade mesmo é ter um escritor apaixonado por você.

Inserida por meiremoreira

⁠poucos saberão compreender a grandeza de minhas palavras escritas. serei o escritor para sua motivação, sou o coração e a mente, dos loucos. compreendes o que dito e falo? ainda não! nem todos conseguem compreender os mistérios do universo, e ainda sim ficam admirando as estrelas no céu. Permita-me voar mais alto, e dizer-lhe; o tempo joga sempre ao nosso favor. somos nós mesmo que poucos sabemos caminhar.
o amor definitivamente está em tudo, somente hoje poderemos nos ver, pois o amanhã não existirá, até que o tempo permita.

Inserida por ted_willian_jacinto

⁠Sobre a literatura comercial, permeiam-se dois tipos de poeta e escritor.
Há aquele que reverbera o discurso em voga, cujo a crítica precisa ouvir. Hoje, por exemplo, destaca-se o discurso identitário para abrir portas. É o atalho ao púlpito dos intelectuais.
Outro, ainda que não dê vasão ao que a crítica e burguesia intelectual convenciona, possui capital financeiro podendo bancar sua obra independente. Talvez não comercial, mas igualmente palatável.
A escrita não deve complacência às convenções da elite intelectual. Ela é, em si, fomento do grito encerrado dos marginais.

Inserida por NICOLAVITAL

Não que seja poeta.

Não sou!

Nem escritor, artista

ou compositor, mas

De repente me vejo triste

E a tristura quero que esvaia

pelos meus dedos aflitos



Quero que após a escrita

o vazio que fica,não dure

Repentino se farte

De uma alegria perene

rara, desconhecida...



E um arremedo se faça

De um poeta que passa

Que derrama na tinta

no papel e na graça

Um pouco da alma

Que do artista já indo

Vai sorrindo...

E não sendo!

Inserida por RitaCeli

JESUS, TEU AMOR NOS GALVANIZA.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Jesus não é apenas o Mestre que falou às margens do lago ou percorreu as estradas poeirentas da Galileia. É o eixo moral da vida, o ponto cardeal para onde convergem todas as forças que ainda repousam adormecidas na alma humana. Seu amor não se expressa pela condescendência passiva, mas pela energia serena que ergue, desperta e educa. Ele não se limita a consolar os que sofrem: Ele os chama para o despertar da consciência, convidando cada um a descobrir o sentido profundo da existência e o valor da própria dignidade espiritual.

Esse amor de Jesus não se confunde com afeição sentimental. É um princípio diretivo, uma luz que se projeta sobre o íntimo e revela, de maneira silenciosa e firme, o que deve ser abandonado e o que deve ser cultivado. Ele nos alcança mesmo quando permanecemos à mercê dos sofrimentos que nós mesmos engendramos, sofrimentos que nascem das escolhas impensadas, das paixões desgovernadas ou das ilusões que alimentamos. Ainda assim, o amor do Cristo não humilha, não acusa e não exige. Ele nos galvaniza, inspirando renovação e coragem, mas sem nos impor constrangimento.

É neste amor que se compreende o sentido profundo do fardo leve e do jugo suave. Não porque a vida se torne isenta de desafios, mas porque a presença moral de Jesus cria um novo modo de sentir o peso da existência. Seus ensinamentos funcionam como eixo de equilíbrio, sustentando-nos nas horas amargas e impedindo que os reveses se convertam em desespero. Há uma excelência silenciosa nesse movimento. A alma, antes desordenada, passa a estruturar-se sob um novo regime interior, baseado na disciplina afetiva, na lucidez e na responsabilidade moral.

E quanto mais nos aproximamos desse amor, mais compreendemos que Ele não opera como um favor concedido do alto, mas como uma lei superior que se harmoniza com a estrutura mesma do universo espiritual. Jesus é o modelo e guia não apenas porque viveu a perfeição, mas porque manifesta em si a pedagogia divina que a todos alcança. Seu amor é método, é processo, é caminho. Convida, orienta e sustenta, mas não obriga. Seu chamado é brando, porém inexorável, pois dirige a consciência a reconhecer, por si própria, que não existe verdadeira grandeza sem bondade, nem verdadeira liberdade sem responsabilidade.

Assim é o amor de Jesus. Não nos poupa da aprendizagem, mas nos assegura a direção. Não elimina as provas, mas dá sentido às travessias. Não exige perfeição, mas inspira esforço constante. E, sob a ação desse amor, a alma humana encontra o ritmo mais elevado de si mesma, como se uma música antiga e esquecida voltasse a soar dentro do próprio coração, lembrando-nos que fomos criados para ascender, compreender e amar.

É nesse clima moral que o fardo se torna leve e o jugo se torna suave. Porque já não caminhamos sozinhos, e sim guiados por Aquele que conhece os abismos da dor e as alturas da luz, conduzindo-nos com a mão firme e compassiva do Amor que não falha e não passa.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

A chuva não caía — ela tocava.

E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.

A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.

E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.

Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.

Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.

E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.

E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.

Recolhimento de Camille

Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.

Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.

Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.

E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.

Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.

E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.

Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A PRIMAZIA DA EXPERIÊNCIA SOBRE O JULGAMENTO ESTÉRIL.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A história do pensamento humano ensina que o conhecimento verdadeiro jamais se constrói à distância da experiência. Desde os primeiros filósofos da Antiguidade até as reflexões morais da modernidade, permanece constante a constatação de que o saber que transforma nasce do contato direto com a realidade e não da contemplação passiva de seus erros alheios. A máxima segundo a qual " Quem age e erra aprende mais do que aquele que apenas observa. " revela uma verdade interior sobre a condição humana e sua jornada formativa.
O erro, quando vivido com consciência e responsabilidade, não representa fracasso moral nem falência intelectual. Ele constitui uma etapa legítima do processo de amadurecimento do espírito. A ação, ainda que imperfeita, insere o indivíduo no fluxo da experiência concreta, onde a consciência é confrontada com limites, consequências e escolhas reais. Nessa travessia, a falha deixa de ser estigma e passa a ser instrumento pedagógico. O erro vivido ensina porque toca a alma, fere o orgulho, desperta a reflexão e exige transformação.
Em contraste, aquele que apenas observa, julga ou aponta falhas a partir da segurança do distanciamento mantém-se preservado do risco, mas também da aprendizagem profunda. O observador imóvel preserva a ilusão de superioridade intelectual, porém abdica do conhecimento que nasce da vivência. Sua crítica, ainda que por vezes correta, carece de densidade existencial, pois não foi forjada no embate com a realidade. Tal postura gera estagnação, não sabedoria.
A filosofia clássica já advertia que o saber autêntico não se transmite apenas por discursos, mas pela experiência do viver. A ética não se forma no conforto das teorias isoladas, mas no exercício cotidiano da escolha, do erro e da correção. Cada tentativa frustrada contém um valor pedagógico que nenhuma observação distante pode substituir. É no tropeço que o ser humano se reconhece limitado e, exatamente por isso, capaz de crescer.
Assim, errar não diminui o indivíduo. Ao contrário, humaniza-o. Quem age aceita a possibilidade da queda e, com isso, demonstra coragem moral. Quem apenas observa, embora protegido da falha, permanece aprisionado à esterilidade do julgamento. O verdadeiro progresso espiritual e intelectual exige envolvimento, risco e responsabilidade diante das próprias ações.
Que cada consciência compreenda, portanto, que viver é ousar, aprender é errar com dignidade, e crescer é transformar cada falha em degrau silencioso rumo à própria elevação.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA FERIDA.
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não peço que a dor se retire. Ela já não é estrangeira. Habita-me como uma presença inevitável, tão íntima que sua ausência seria mutilação. Acostumamo-nos um ao outro nesta estrada do mundo, onde o amor é escasso não por impossibilidade, mas por temor. Poucos ousam sustentar o peso da liberdade que amar exige.
Estou ajoelhado nela, e ela ajoelha-se em mim. Não há hierarquia nesse pacto. Há cumplicidade. A dor não me domina, tampouco eu a domino. Existimos no mesmo espaço, como duas consciências que se reconhecem no silêncio. Dói, mas é minha. E justamente por ser minha, não a repudio. Seria negar a própria textura do que sou.
O horizonte tornou-se cinza. Não o cinza da neutralidade, mas o da revelação. A alegria que ainda subsiste vem úmida, dissolvida nas lágrimas que não pedem testemunhas. Há uma lucidez amarga na compreensão de que a felicidade fácil é distração. O que permanece é a densidade da experiência.
Deixa tudo como está. Não por resignação, mas por fidelidade à busca. Ainda procuro a verdade, e essa procura não admite adornos. A diferença, que antes feria como julgamento, perdeu importância. Diante do absoluto, as comparações são ruído. Cada ser está ligado à própria travessia.
Se poucos amam, é porque amar implica assumir o risco da própria exposição. Amar assim é aceitar que não há garantias. É lançar-se ao outro sem a promessa de retorno. E, ainda assim, continuar.
Permaneço na linha fina do meu horizonte. Não por esperança ingênua, mas por decisão consciente. A dor não me define, mas me revela aos poucos a mim mesmo. E enquanto a verdade não se deixa capturar, sigo caminhando, mesmo que o caminho seja feito de sombra e silêncio. É pura lição e essência absoluta do absoluto. Gratidão.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O historiador sempre será um escritor solitário de um livro infinito, com inúmeras páginas em branco para serem preenchidas.

Inserida por yhuldsbueno

Não aguento escritor besta.
Diz que é assado, é assim.
Livro bom tem que ter uau.
Pegar o que eu sinto
e cuspir em mim.

Inserida por kikoarquer

⁠Por trás do programa assistido concentradamente, existe um escritor, que também tem muito a aprender com você. Concentrar-se em si para saber o que seria.

Inserida por paulocelente

Um ilustre escritor
Que vivia apenas a pensar
Com canetas,papéis,livros a se inspirar
Escrevia com muito amor

Um dia esse escritor
Perdeu o que de mais o fazia se inspirar
Perdeu o seu valor
Quando perdeu a capacidade de amar

Suas poesias para ele viraram
Páginas de puro terror
Quando seus versos lindos se transformaram
Pesadelos de horror

Tentou sozinho
Procurar em vão inspiração
Mas não encontrou seu caminho
O caminho do seu coração

Mas a verdade ele encontrou
Quando as forças foram ao chão
Ele um ilustre homem avistou
Dentro de sua miração

Era uma gigantesca luz
Em formato espiral
Era o Mestre Jesus
Na sua Natureza Celestial

O Mestre em sua luz banhou
Da porta em que ele entrou
Produzindo um bem estar
Fez ele sua vida consertar

Hoje ele é um dos maiores poetas do solo brasileiro
Escreve suas canções poéticas e todos lhes dão valor
Ressuscitou com a força do grande guerreiro
Que o ajudou na doutrina do amor!

Inserida por SamuelRanner

Um escritor precisa ser reconhecido, não apenas pelo seu trabalho, mas naquilo em que ele se identifica na sua vida pessoal, como interage com o mundo à sua volta. Ser amigo é muito mais do que ser um escritor, porque os livros vão e vêm, mas a amizade é contato humano e contato humano não pode ser substituído por qualquer outra coisa!

Inserida por SamuelRanner