Escritor
►O Escritor
Alo, cérebro? Está ai? Preciso de ideias
Ande logo e me atenda, pois estou com pressa
Dei-me uma ideia que sirva, que preste
Veja o relógio, a hora é essa
Permita-me criar uma obra bela
Que será completa
Dei-me aquela brisa de imaginação
Aponte-me uma direção para caminhar
Pois me encontro na completa escuridão
Vazio, sem um pingo de motivação
Aguardo o momento que irá me atender
Preste atenção, preciso de você
Não se esqueça que sou seu mais antigo freguês
Por assim dizer.
Eu quero que o meu trabalho seja reconhecido
Quero caminhar na rua observando pessoas lendo meu livro
Quero poder assistir esse meu destino que tanto imagino
Ser concebido, será lindo desde o inicio
Que foi difícil, ser destaque diante de outros amigos
Mas também terá o agradecimento por ter sido escolhido
Então, não conseguirei o que preciso ficando aqui, encolhido
Venha me dar pelo menos o começo de uma história
Pode ser folclórica ou fantasmagórica.
Escrever é delicioso, prazeroso e valoroso
Mais precioso do que o próprio ouro
E falo da importância do escritor
Um poeta para o leitor, um contador de contos, e fatos
Casos de lugares imaginários, ou um simples romance embelezado
Eu, você, ele
Todos nós merecemos ser respeitados
Escrever é um dom fantástico.
Estimular a felicidade das pessoas é um ato de coragem, que o poeta, ou escritor deve preservar consigo durante a sua longa caminhada
Ser escritor, para mim, é uma benção e uma maldição, sendo que a segunda parte, a da maldição, é a que mais gosto.
Para mim, ser escritor é uma espécie de benção e maldição, sendo que a segunda parte, a da maldição, é a que mais gosto.
Escritor é aquele que tem a capacidade de emocionar pessoas através de frases provenientes de suas viagens pelo mundo da imaginação.
A precisão na escolha das palavras é o primeiro dever de um escritor, mas a maioria dos que no Brasil de hoje se apresentam como escritores não pode praticá-lo, pois ele depende de percepção exata, autoconsciência exigente, humildade e sobretudo a mais rigorosa distinção entre percepções e impulsos. Todas essas virtudes só se cultivam na solidão. São totalmente inacessíveis a indivíduos que vivem de um sentimento de solidariedade grupal — os eternos signatários de “manifestos de intelectuais”.
Estava refletindo... e imaginei um escritor escrevendo seu testamento, então me deparei com algo que me chamou atenção... pensei comigo quem sabe um escritor colocasse em seu testamento a seguinte frase:
– “Quando vivo poucos meditaram em meus escritos, imagino que após minha morte, amigos e conhecidos irão buscar relembrar o que eu falava e escrevia, pois a minha maior herança esta em meus escritos.”
Foi então que a meditação me levou um pouco mais alem, me veio a mente que enquanto estamos vivos deixamos de meditar “Nos Escritos Perfeitos” que a nos foram deixados, escritos por Hagiógrafos, que por vezes também foram rejeitados, mas a grande diferença é que desta vez quem esta morrendo somos nos, pois a cada um segundo que vivenciamos de existência nesse mundo passageiro é um segundo a menos que também perdemos da vida neste mesmo mundo. Que não venhamos a deixar ser tarde de mais, antes que venhamos meditar “Nos Escritos Perfeitos de Deus” enquanto ainda há tempo! Pois “Os Escritos Perfeitos de Deus” são o maior tesouro que foi deixado a humanidade, são os registros “Do Agir de Deus”, são os registros “Da Vida Do Filho De Deus”, são o registro “DO AMOR DE DEUS”, são mais valiosos que rubis, diamantes, prata, ouro... e de tudo o mais que possas imaginar nada neste mundo se compara “Aos Escritos Perfeitos De Deus”! “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” #SolaScriptura
Autor: Eliseu Fernandes Laurindo
22 de agosto de 2016
O pintor tem uma tela.
O escritor tem o papel em branco.
O músico tem os instrumentos.
Eu tenho a ti ...
E tu a mim .. E nós temos Deus!
E Deus fez o mundo ... Então, vamos ser felizes!
(Para meu amor). "Je t'aime"
“você lembra o que queria ser quando crescesse?”, “escritor?”, “não”. “Você queria ser astronauta”.
“Somos todos astronautas, filho. Cosmonautas. Simesmonautas. Orbitando em nós, porque o mundo é a órbita do mundo, a verdade é a busca pela verdade e o âmago das coisas não existe; mas, como todo astronauta, exploramos. A gente não sabe o que está lá em cima atrás das estrelas, mas por que não perseguir o desconhecido? Essas coisas estão dentro da gente, também. Neste sentido, você é o mais autêntico simesmonauta que conheço”.
Eu nunca mais ouvi meu pai falar tanto quanto naquela tarde.
Quero ser escritor,já tentei tantas coisas,e decidi que antes dos 60 escrevo algo,nem que seja uma receita de uma iguaria que inventei nos momentos de dificuldades
ESCRITOR E POETA
Há poucos dias, vendo uma entrevista na TV câmara com o escritor Ledo Ivo, (falecido recentemente) o apresentador citava o entrevistado como escritor e poeta. Logo apareceu a legenda “escritor e poeta”. Sempre se fala assim. Pensei: o poeta é o quê, afinal?
O FUMANTISMO
Admiro incansável o escritor. Este colega do dia-a-dia. Conta
suas produções com tal entusiasmo que me excita a escrever algo. Qualquer coisa. Se sair em linhas subtraídas chamo poesia, se extenso, conto.
Tarefa guerreira é escrever. Às vezes uma palavra atira-se em outra e quebra a muralha destruindo a frase. Não a recomponho. Se esta, por ventura, vier a ser tombada pelo patrimônio histórico literário, os historiadores que a reelaborem. Pior mesmo, e isto é o mais provável, se não tiver nenhum valor. É enrolar o papel o lotar o balde de lixo. Para mim há uma saída quando faltam palavras. Ascendo um cigarro e elas emergem em meio a fumaça. Mas os escritores (ou não) que não fumam? Deve ser terrível. Talvez consumam "chicletes" ou sei lá o que fazem. Agora, uma coisa é certa: nada melhor que a fumaça do cigarro para trazer ideias brilhantes. Não importa se o pulmão está cancerígeno. Se a garganta incha, se o coração dispara. Afinal, o escritor não precisa destes em pleno funcionamento, sua tarefa é apenas escrever.
Portanto o escritor pode ser fumante. Se morrer jovem ótimo. Se for vítima do cigarro, excelente. Não e mais fácil à obra fazer sucesso após a morte de seu criador?
Então, fumemos colegas "escritorinhos". Fumemo-nos mutuamente, até o dia em que os críticos cedam e reconheçam este novo movimento literário: O FUMANTISMO."
