Escrevo e parece que não Leio
Nunca leio um livro novo, pois os antigos são bem mais interessantes, deixo que o novo envelheça...
(Patife)
Deitada na relva,
envolvida no aconchego
da leitura das tuas poesias.
Cada verso teu que leio, me eleva
e todos eles eu não nego,
criam na minha mente fantasias,
e assim tão real, sinto tua presença.
***
"Informação. Não sei até onde isso pode ser bom ou ruim, só sei que quanto mais leio, estudo e aprendo, mais claro fica a grandeza da minha ignorância."
Aprender
Só aprendemos o que gostamos, e a repetição é a mãe do aprendizado.
Quando leio, me informo. Quando ouço e vejo, entendo. Quando faço, aprendo.
É possível aprender muito, só que precisa ser aos poucos, dez ciclos de dez minutos, é melhor que duas horas direto.
Nunca foi por quantidade de tempo, mas por constância.
Lendo, tenho informação, quando transmito é conhecimento, ensinar é uma ótima tática para se aprender.
Leio-me
Leio-me como um livro.
Exponho-me como palavras desnudas ao vento
Em busca do tudo e do todo, me entrego.
A insônia toma conta de mim
Olho no olho, no olho do Escher
Leio linhas bem escritas
E observo pinturas
Que me levam pra sonhos imersos
Em fantasias
No meio da chuva
Que não para de cair
Sobre o telhado...telhado
E as gotas me trazem lembranças
Dos dias que caminhava em direção ao parque
Quando leio ou escuto
estorinhas do velho mercenário,
O nojo torna a minha cabeça
cheia tal qual o volume d'água
da Represa de Nova Kakhovka,
Coloco as cartas na mesa
para você não transformar
o agressor em vítima ou herói:
(O vício da destruição pertence
ao invasor e não ao invadido).
Só cúmplices cooperam com
as estorinhas que não
convencem nem mais os ingênuos
e os desinformados,
O invasor não deveria nem
mesmo ter começado esta guerra
no ano de dois mil e catorze:
(O invasor deve deixar
a Ucrânia e voltar para onde
nunca deveria ter saído).
Este meu poemário tem a verdade
histórica como compromisso,
e jamais cede aos contos do invasor
e as constantes tentativas de feitiço.
A Represa de Nova Kakhovka
vocês sabem por quem
foi invadida e agredida,
Detesto gente ordinária
e que se faz de desentendida.
Nas sublimes asas
da Borboleta oitenta-e-oito
leio o infinito deste amor
que na poesia do destino
está escrito e me aguarda
com todo o candor divino.
Versos Brancos para Rodeio
Quando percebo as flores azuis
do tempo recolhidas,
Leio no Céu os Versos Brancos
do tempo para Rodeio
que não carecem de rimas,
E sempre quando menos
espero, logo chove poesia.
Nas entrelinhas leio o mundo
Nelas resolvi te namorar,
E dessa forma (estrelar).
Nas entrelinhas leio o rumo
Nelas virei o teu porto seguro,
E dos melhores para se (atracar).
Nas entrelinhas, tenho asas,
Tenho tudo para ser...,
Trigo posto à mesa a te endoidecer.
Talvez seja a navegação,
Ou apenas solidão,
Talvez sim, talvez não.
Coisa de quem sente, vibra e se entrega
Ao amor embarcação, tão doce tentação.
Não é a primeira vez que leio a sandice que a Amazônia não é o pulmão do Planeta Terra, já que uns e outros insistem em dizer isso, acho que brasileiros e povos de demais Nações deveriam entrar com ações populares exigindo indenização porque nos fizeram estudar errado. Afff!!!
Eu leio sobre tudo. Tenho amigos e contatos de todas as matizes de pensamento.
Porém, eu me declaro conservadora sem ser hipócrita e sem ser tirânica, ser conservadora é preservar os princípios básicos da convivência em sociedade de tal maneira que se permite interagir de maneira harmoniosa com variadas culturas.
Ser conservador é tudo menos ser mal educado, preconceituoso e hostil, mas infelizmente existem sempre aqueles que gostam de subverter os valores e os conceitos em prol da vaidade e do ego.
Quando leio ou me falam que fulano falou que o outro falou ou fez, o meu cérebro tem um dispositivo automático que aciona um filtro e não me faz acreditar de jeito nenhum na narrativa até que se prove de fato, mas geralmente quando começa assim, é mentira.
Quando leio ou escuto que sou de esquerda, centro ou de direita aqui no Brasil só me vem a seguinte frase na cabeça:
- Deixe de ser ridículo!
Apresentados por sinestesia,
Leio sua escrita estonteante,
Nem conheço tua caligrafia,
Todavia a sutileza é palpitante.
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