Escrever Livros
Amor de mãe não tem limites !!!
Se eu soubesse escrever, escrevia um livro inteiro de palavras lindas, para os meus filhos
E se soubesse cantar, cantava para eles a mais bela canção de amor.
Se soubesse pintar, pintava o meu sentimento por eles, e seria a mais bela obra de art da humanidade
E por eles ira até ao fim do mundo, ao fundo dos oceanos e para lá das estrelas é claro
Sem Fim….Sem Fim...
A cada amanhecer escrevemos uma nova página no Livro da Vida. Que deixemos registrados hoje os melhores pensamentos, nos propondo tornar a cada dia mais gratos, mais humanos e fraternos. Que possamos ser luz na vida daqueles que nos cercam. Que sejamos essência e não aparência. Bom dia repleto de energias positivas para todos nós!
E sempre acabamos escrevendo sobre a dor ou sobre o amor. Não importa como um livro, texto ou uma vida comece ou termine, vai chegar um ponto em que o amor vai estar nas suas frases ou a dor nas suas entrelinhas, não percebemos mas tudo o que se escreve e já se escreveu esta ligado a uma dessas duas palavras, esse próprio texto aqui pode ser pelo amor a escrita ou pela dor de escrever. Afinal quem ama sente-se grande, acredita ser capaz de escrever um livro sobre suas insanidades platônicas e quem sofre, crê ser um legítimo Bukowski ou a própria Tati Bernardi. Não os vejo, não julgo nem os desmereço, pois os conheço apenas pelo que sentem, explicito em suas entrelinhas.
"A vida da gente é semelhante a um livro, cada dia escrevemos um capítulo,têm páginas que se pudéssemos desmanchar,rasgar como se fossem papéis e depois reescrevê-las da melhor forma possível seria muito bom, mas pode-se melhorar a história cautelosamente para que tenha um final feliz.
Há tantos finais felizes em uma história,difícil é saber qual escreveremos para nós."
Se parássemos para escrever todos os nossos problemas daria um livro, agora se parássemos para entender que tudo isso tem um propósito saberíamos dizer que valeu a pena.
Se cada palavra fosse um passo em sua direção, escreveria um livro a mão, só para estar ao seu lado e entregar meu coração.
Minha intenção não é escrever um livro, para ficar num canto empoeirado na sua estante.
Quero apenas escrever frases curtas de um amor intenso para guardar no seu coração.
Quem somos querido???!!!!! Para sempre... Vou escrever... Um livro aberto de palavras, essa sede que há em mim...Porque é nos simples gestos, pormenores que possuímos... Que alcançamos a diferença e somos especiais para quem nos ama... Roswyta Ribeiro
Você continua querendo ser algo para Deus , mesmo que Nunca escreva um livro?
Mesmo que nunca fale em uma uma conferência?
Mesmo que nunca ministre em uma igreja grande?
Você deve alimentar os Sedentos, e não seu próprio ego.
Você deve iluminar onde há trevas e não reter sua luz para que ela cresça somente em você.
Escrevo poesias cerebrais, dicotômicas, sem tempo. Cada palavra insignificante esmiúça o livro ébrio que presumo ser minha vida maçante.
E o tempo é como as areias do deserto, jogadas ao vento, metamórficas, simplórias. O meu tempo despenca desastradamente tornando-se apenas um pequeno monte de areia.
Antes de começarmos, vos digo que este texto é um trecho de um pequeno livro que estou escrevendo. Eu o escrevi a pouco tempo, e tudo que eu estava sentindo no momento, eu ocultei dentre estas palavras. Espero que possam entender, pois o que esse texto quer passar vai muito além das palavras.
[...]
Sabe...
Eu morri. Morri quando me entreguei, morri quando chorei, morri quando sofri, eu morri até quando ri. Morri, pois me aproveitei das minucias que fizeram questão de me oferecer. Como provas, carrego feridas em que apenas eu e os que me esfaquearam pode enxerga-las. Eu não sou louco, eu morri mesmo. No dia seguinte, me encontrei deitado em frente a uma porta em que jamais tinha visto; ela era diferente, pois na medida em que eu queria abrir, ela se afastava de mim. Linda era aquela porta.
E era assim todos os dias. Eu morria, e sem nenhuma razão, no crepúsculo eu acordava sempre em frente à mesma porta onde minhas tentativas de abri-la eram sempre falhas. Cansei! Que se dane essa porta.
Sabe...
Eu também tive a experiência de viver. Eu nunca gostei de viver, era agonizante. Minhas pálpebras sempre se beijam quando me lembro das circunstâncias em que esse tal de viver me fez passar.
Já está tarde, irei morrer. Dessa vez não haverá volta, não haverá um despertar e não haverá uma porta. Meu desejo final é saber o que essa porta ocultava de mim. Alguém descubra, por favor. Não se esqueça de levar consigo a chave; era isso o que me faltava, a chave.
Em cada verso
Em cada verso deixo sentimentos
Que vão escrevendo páginas
Do livro da minha vida
Traduzidas as varias estações
Pelos quais passam meus momentos.
Os versos vão exprimindo minh’alma
Transformando em flores perfumadas
Com também em espinhos da saudade
Que mesmo deixando a nostalgia de revivê-las
Vale a pena reler cada instante
Fazendo viagens, retornando no tempo.
Talvez eu nunca edite um livro.
Um livro.
Onde, cada um escreve o que bem lhe apraz.
Desde as memórias felizes, às mais tristes.
Onde as lágrimas, sorrisos, dores e mágoas...
São e serão sempre convidados muito especiais.
O mundo é feito de livros, muitos livros
Milhões deles, uns bons, outros maus.
Uns mais pequenos, outros maiores.
Livros mágicos de um leitura simples
onde nos agarramos as suas historias, delirados e encantados
Afinal a mais bela a ser escrita será sempre a nossa
A história mais importante, é a que se escreve num livro
É chamado de vida, é a nossa história.
É o que faz sermos tudo aquilo que somos.
Porque não há nada como voltar atrás e lermos aquilo que nos recorda mais.
Aqueles momentos mais marcantes.
Que vale a pena ler e reler as vezes que se quiser.
Nem toda a gente tem a facilidade e a oportunidade de escrever um livro.
Talvez eu nunca edite, ou talvez edite, só Deus sabe.
Hoje com sorriso escrevo poemas, textos, de memórias e recordações!
Desengavete, SE LIBERTE!
Escreva livros, grave vídeos, SE DECLARE!
NÃO importa o que pensarão! SE DECLARE!
Se o acharem tolo...Se o criticarem...
Se forem contra...SE DECLARE!
Escrever um livro é como colocar a alma diante de um espelho, você enxerga suas deficiências com mais facilidade e tem a rara oportunidade de corrigir esse déficit de personalidade no mesmo instante.
Eu poderia escrever um livro, usar todos os bons adjetivos listados no dicionário, criar neologismos, músicas ou qualquer coisa que chegasse perto de expressar o que sinto por você. Ainda assim, jamais conseguiria retratar fielmente como fico bobo ao olhar nos seus olhos
