Escrever
"Se Palavras Mais Difíceis De Pronunciar Ou Escrever Conteste Efeito
Estaria Citando Tantas Que Nem Sei Daonde Tirei Elas!"
"A poesia só está morta quando paramos de escrever nem mesmo assim ela morrera pois sempre iremos rimar
"Escrever é um dom de quem com as palavras contorna o cérebro,
O nervoso, esse sistema marca no pensamento o ponto de fuga, rabisca na alma o horizonte e preenche no espírito as cores da liberdade de olhar nos olhos através da escrita"
Não me peça para deixar de escrever
Me aceite como sou
Não me peça para mudar
A transformação interior
não requer visto de permanência
Nem visto de ausência..
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Olá, Medina! <br>
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Espero que esteja bem, lembra da carta que fiquei de escrever-te? <br>
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Perdoe-me a demora. As coisas estão feias por aqui. Não sei se chegará em tuas mãos, mas está aqui. <br>
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Hoje o dia amanheceu escuro. A cidade de CATADELI parou. Não, o mundo inteiro parou. Invasões de aliens poderoso em toda à terra.<br>
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Uma rebelião enorme de seres estranhos. Foi uma guerra lá no meio do Stick wal, lembra?<br>
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Me lembro ter visto naves sofisticadas, e grandes. Armas poderosas. A humanidade muita fraca, eles eram poderosos demais. Incrível o mundo se rendeu a eles. <br>
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Estamos trabalhando pra eles. Construindo o 'novo mundo'. Eles impõe sua ordem mundial. Cada canto da terra possui 1 comadandate e 1 general. Onde lá também manipulam seres humanos. As crianças possuem treinamento avançado. Controlados por um chip. Eu não sei o que vai ser de nós aqui.<br>
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Já pensamos em reagir. Lembra do Jack? Ele bolou um plano para contra atacar. Falhou! Esses aliens estão por toda parte. E são difíceis de deter. Não há escapatória.<br>
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Seu irmão Zic, se matou. Desculpa não está ai pra te abraçar. É difícil dizer. Mas tem que ser dito. Se esconda. Não apareça! Existem alguns humanos debaixo da terra. Criaram saídas, escavaram para escapar. Fuja o quanto antes.<br>
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Esses minutos aqui lhe escrevendo, é minha última liberdade. Eu estou morrendo!<br>
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Todos trabalham sem parar. Ah Medina , como eu sinto falta do nosso tempo. Não nos veremos mais. Mais deixo meu apreço por você. <br>
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Abraço, Treu Costantine!
Papel e tinta...
(Nilo Ribeiro)
Papel e tinta,
base do escrever,
se o amor não "pínta",
verso o sofrer
dava um haikai,
e não uma poesia,
mas se o amor se esvai,
escrever vira ironia
papel e tinta,
já não tem serventia,
minha vontade está extinta,
não escrevo mais poesia...
Meu jeito de escrever
Senti vontade de voltar a escrever, acho que na verdade esse é meu jeito de se expressar, esse é meu jeito de ser, o poder de me comunicar, na arte do saber.
Criar poesias me faz bem, acho que na verdade essa é a minha intuição, escrevendo me sinto num harém, no país da emoção.
Descarrego no papel tudo aquilo me traz inspiração, acho que na verdade esse é meu jeito de desabafar, essa é minha paixão, é a arte de me declarar com a caneta na mão.
Tempo são as páginas que usamos para escrever a vida. Não dá para escrever de novo as páginas escritas, mas sempre existe a oportunidade de começar uma nova página .
É por isso que sempre preferi escrever, te estressar pra que? nem sempre vale a pena, e quando não vale, é melhor esquecer.
Não renunciar jamais. ta í o segredo!
Mania de ler entrelinhas e escrever a própria história, ato simples: Papel, lápis e borracha. Apesar que alguns borrões agente nem apaga, parece até que a vida é um rascunho, adora textos grandes e tramas neuróticas, porque é intensa e ponto... Final? Não, ela não se dá bem com renúncia. Então enche a vida com três pontinhos. Esses repletos de incertezas e alguns recomeços.
Ela só queria procurar o que escrever e para quem escrever. Gostava de cartas e do cheiro do papel a se misturar com o cheiro da tinta de uma caneta qualquer, talvez de cor preta. Não tinha ausência de motivos, mas de motivação. Enquanto sentada na cadeira de sua escrivaninha e sim, ela tinha uma bem encaixada no canto de seu quarto, ela pensava em coisas perturbadoras, como a possível morte de seu gato ou de algum menino que ela gostara. Nada de tão significativo e importante agora, lhe passava pela cabeça e lhe inspirava. Mas mantendo a caneta em mão, de forma alguma, nem por um chamado de sua mãe, queria deixá-la cair sobre o papel sem que nada nele estivesse escrito. Percebendo, tardiamente, todo o seu desespero e vontade, ela escreve seu nome e em cima do mesmo, começa a distribuir rabiscos, tentando encontrar para os mesmos, um espaço em branco onde pudessem manchar com toda sua rebeldia expremida na mão de uma garota que tinha histórias para contar, mas que preferiu usar o papel e a caneta, para destilar sua raiva.
Um Dom!
Tem momentos que quero tanto escrever, mas a formação das palavras fogem na minha mente, que é tão confusa e cheias de pensamentos, como se um pensamento juntasse com outro uma ideia se embaralhasse com outra, as palavras não saem, o pior que as ideias não são compartilhadas e admiradas, não podem influenciar positivamente ninguém, porque nem ao menos foram mostradas nem escritas pra ninguém, um dom ilimitado que quando não visto e usado deixa de existi.
Costume.
É estranho como só consigo escrever de você e desse sentimento, é engraçado como todas as outras bocas perderam a graça depois da sua, não consigo parar de pensar em você, te amo tanto, que não consigo descrever.
Um copo de vinho e alguma coisa para escrever e nada mais alem dessa deusa maravilhosa chamada solidão.
Damos festas, abandonamos as nossas famílias para vivermos sós no Canadá, batalhamos para escrever livros que não mudam o mundo apesar das nossas dádivas e dos nossos imensos esforços, das nossas absurdas esperanças. Vivemos as nossas vidas, fazemos seja o que for que fazemos e depois dormimos: é tão simples e tão normal como isso.
