Escravidão
uma pessoa que nasceu num lugar onde a escravidão é o normal só irá conhecer a liberdade se questionar e buscar outros pontos de vista.
Viver uma vida longinquamente em escravidão é morrer em vida e aliviar-se da vida após a morte, portanto, uma breve vida que se vive para si é uma forma de se viver em plena excelência.
A escravidão intelectual é a pior das escravidões, pois aprisiona o espírito rouba a alma e faz o corpo sofrer.
Há dois tipos de escravos : os incultos, que desconhecem a sua condição de escravidão, por isso acham ser livres. Os cultos, que são escravos que enxergam o pelourinho, a chibata, o grilhão, o castigo, a senzala e o sangue. Dessa forma, são insubmissos ou desobedientes aos seus senhores.
A prometida liberdade pela educação é escravidão, pois os que dela supostamente usufruem são intitulados analfabetos funcionais.
Escravidão e Abolição dos escravos no Brasil. Ainda acho pessoalmente que seja um triste capitulo da Historia do Brasil que deveria se re escrito sem tanto romantismo e revisto por fatos históricos bem mais próximo da verdadeira realidade da época. Pois nunca houve uma abolição da escravatura, pois só existe esta possibilidade se fossem homens escravos. Se a igreja em sua grande maioria não admitia que eles tivessem alma, por que hoje falar em humanos escravos...se eram contabilizados como itens de patrimônio rural, como o numero das sacas de cafe, de bois, de vacas, de cabritos...e eram supervisionados por veterinários...e muitos castrados como bichos....por que falar historicamente em homens e mulheres escravos...talvez fosse prudente e assertivo não continuar a falar historicamente em mão de obra operaria escrava...mas sim uma tração animal negra na nefasta e vergonhosa época e entendimento.Uma historia que ainda deve ser contada sem a romantização cultural europeia.Isto tudo através de dados históricos e fartos documentos históricos não muito divulgados no Brasil. A cada comemoração da dita ABOLIÇÃO, cabe sim um momento de muita reflexão, de revelação e revisão.Para que nunca mais em qualquer lugar do planeta, o ser humano dito civilizado não trate outros seres humanos como animais. A verdadeira historia brasileira deve ser contada sem revanches, sem floreios e sem fantasias para edificação de um novo povo na diversidade, hoje mais unido, livre, verdadeiro e soberano.
A droga nos faz servos sem senhores
é a pior espécie de escravidão,
nos faz prisioneiros sem prisão.
ESCRAVIDÃO TECNOLÓGICA
A nova era escravocrata se instaurou,
abrangente universal,
escravidão tecnológica viral.
O escravo cobiça o mais caro suserano feudal
para que o domínio seja total.
Perdem a noção da essência, do senso prático, e até do senso comum.
Prelúdio da extinção do ser racional e a instituição do alienante mental.
“ Se os púlpitos pregarem condenação não irá produzir santidade, e sim escravidão, obras da carne. Pregue a graça e aí vai produzir santidade; porque santidade é fruto do Espírito. Obras é esforço da carne. Fruto é Espírito de vida. Na lei, Deus exigia justiça do homem falido! Na graça, Deus provê justiça para o homem falido.”
Sêneca era contra a escravidão e contra as diferenciações sociais entre as pessoas. O que pode dar valor e nobreza a uma pessoa é somente a virtude e essa todos podem ter. Na sociedade o que define se alguém vai ser escravo ou um nobre é somente a sorte do nascimento. Em sua origem todos os homens eram iguais. A nobreza é uma construção de cada homem no desenvolvimento do seu espírito.
(da filosofia de Sêneca)
"Para o homem que já nasce livre do jugo da escravidão física e mental, tudo lhe é permitido mas nem tudo lhe é lícito fazer. A busca por uma ideologia não pode ferir a sua honestidade e a confiança que outro venha a depositar em suas ações, pois a confiança vem aliada à uma ética construída através de sua moral e de suas qualidades profissionais. Um homem que passa por cima de sua ética profissional e moral em prol de uma ideologia, acaba por destruir a base firme e confiável de suas ações, manchando assim, a sua conduta perante seus semelhantes."
“Exaltação Quilombola”
“Sequelas que deixaram profundas arestas,
A marca vil da escravidão,
Na resistência o afro faz a festa
Com toda forma de insubmissão,
Malê reage da ponta da Pedra,
A gana, exclusão e ao desamor,
Exalta toda forma de insubsistência,
Que o povo quilombola adotou.”
