Erasmo de Rotterdam Elogio da Loucura
LOUCURA
Insignificante, porém insano.
Palavras que restrugem em minha mente, meu infortúnio diário, meu inferno pessoal.
Questionários, dúvidas do amanhã e martírios do ontem.
Exclamados e interrogados, investigados e julgados.
O simples porém, da insanidade humana, suas tribulações ditas dia pós dia, ano pós ano, em toda sua insignificante existência.
Pois o ontem será dito hoje, e do amanhã será feito o agora.
E se um único vestígio de insanidade há de ser compreendido como loucura, a loucura será a forma concreta do nosso ser.
O simples fato do amanhã estar em meus pensamentos distantes, faz dos fatos passados que iniciaram minha história não serem nada a mais do que apenas lembranças.
Tão vagas, mas mesmo assim preenchidas.
Complexo, mas dito. A insignificância de um simples fato, tão visto, mas por poucos comentado por medo do julgamento do próximo.
Dito como loucura, mas visto como insanidade, é o simples fato da existência de um ser que está cansado de se manter em silêncio.
Desistimos do sonho de ontem, mas buscamos o de amanhã, sendo louco, insano ou apenas mal compreendido.
Vejo meus amigos se indo aos poucos, enquanto minha alma se esvai entre dúvidas e incertezas, me deixando encurralado em meio a imensa escuridão.
Nada mais me importa!
Ando de pés descalço sob a loucura que me rege e em minhas juras de herege me oponho a ter pontos fracos...
RAZÃO
Sem a loucura
Das químicas.
Que anima.
A razão
Da loucura pura.
Da mente, da gente.
A loucura das aventuras.
Que esta nas escrituras.
O amor é isso... é confusão, loucura, intensidade. Às vezes a intensidade é tanta que destrói tudo à sua volta, derruba laços construídos há tanto tempo, porque o amor é verdade, é abrir os olhos, e ver como a maioria das coisas são fúteis. Todo mundo tem um verdadeiro amor na vida, mas ninguém te avisa quando vai chegar, po3rq? porque ele não tem cor, não tem rótulos e principalmente não tem idade. Quando se conhece o amor, se cria um novo mundo só seu e do outro, tudo é estática, são dois em um só, o mundo é pequeno comparado à ligação que os dois têm, na maioria das vezes construída em tão pouco tempo porque o amor não precisa de tempo, ele é repentino e sem hora de partida. Ninguém disse que seria fácil compactuar com o amores tão grandes, ninguém disse q não iria doer... ah, a dor, descobri que é disso que o amor é feito, de pura dor, dói quando tá longe, dói quanto ta perto porque sabe que vai ter que ir embora, dói quando nos chateia, na verdade dói amar tanto assim. Eu sei que o que tivemos o vento levou, com as boas lembranças, músicas, carinhos... mas não levou o amor, pq ele é o unico que sobra no final, da vida, de tudo, sei q ele é forte porque mesmo depois de tudo ainda penso em você todos os dias, ainda escuto musicas vivendo de novo o que tivemos. Todo mundo fala que vai passar, mas não sei porque nunca acredito... independente do que aconteceu e do que viramos hoje, sei que vc sempre vai levar um pedacinho de mim com você e eu sempre um de você comigo, não tem como fugir porque o amor não faz isso, ele massacra a gente por dentro, nos dá lições e aprendizados mas nunca de fato vai embora.
sinto lhe dizer o seu caso e amor achava que era loucura mas os sintomas me engano o seu caso não tem cura ...não é uma simple loucura é amor..não tem cura..
Se eu disser que eu apaixonei por você, seria loucura?
Mas se eu disser olhando no seus olhos
Que eu realmente tô apaixonado por ti
Ainda sim seria loucura?
Vou dançar com a vida
Cair de amor até à loucura
Vou namorar com a alegria
Casar com a felicidade
Vou ser amante dos sonhos
E divorciar-me da tristeza
Vou viver intensamente
Apenas andar com a paixão
Para caminhar com o desejo
De sonhar com a felicidade.
Se o equilíbrio é cura, quero a igualdade em minha balança... quero a loucura como antídoto às toxinas que a vida inflama; quero a lucidez pra que essa loucura não se torne insana.
É assim que a loucura do mundo tenta colonizar você: de fora para dentro, forçando você a viver aquela outra realidade.
O verdadeiro espírito do ser humano revela-se através da loucura, pois vivem como se estivessem sozinhos no mundo. O ser humano louco deixa de lado o medo imposto pela sociedade e transcende a consciência coletiva, apreciando o privilégio de ser ele mesmo a todo momento.
Vasculhando a loucura, encontrará a genialidade, vasculhando a genialidade encontrará orgulho, e este te levará a loucura
Quer ser rico e feliz? Pare de viver o mundo dos outros e agradar e estar na moda da loucura alheia. Ame-se e viva.
"Se um momento de loucura me possuísse, e meu coração gritasse o meu amor por você...
O que você faria?
Fico imaginando perder a razão, correr atrás de você, lhe tomar em meus braços e tê-lo só pra mim.
Nessas horas de insanidade meu coração diz sim, mas a razão me impede de cometer essa loucura.
Difícil saber se controlar, pois tudo em mim chama por você...
Vivo contendo meus desejos,
Reprimindo meus sentimentos,
Sufoco meu coração quando te vejo,
caso contrário ele me entrega,
feito louco alucinado em dizer do amor que escondo em mim.
Tenho vontade de fugir,
deixar tudo pra trás,
esquecer tudo.
Mas como tirar de mim quem já é meu dono?
Não sei o que fazer?
Ficar ou correr?
De nada adianta, você sempre está presente em tudo...
Mato esse amor, ou ele me mata."
___Roseane Rodrigues___
Loucura?
Íh!! A loucura poderia ser descrita de tantas formas que, ao final, todos seriamos potencialmente loucos. Na verdade, todos somos loucos, não só os médicos.!
Mas, reduzindo a loucura a um único estado, o que seria a loucura?
Seria amar? Amar sem reserva?
Sem comedimento?
Amar sem medo das conseqüências? Do futuro incerto? De não ser amado? Do amor acabar, de morrer de amor!?
Seria loucura amar sem o consentimento do ser amado?! Arrebentar seu coração arriscando conquistar o coração do outro!?
Aquele que se sente, muitas vezes, oprimido pela nossa forma particular de amar e pela nossa insistência insana de um desejo de recíproca!
E que, com sua demonstração de fuga, causa-nos um sofrimento indizível em nosso coração e nos faz refletir sobre os motivos, os por quês e o que nos levou a tal estado de desejo, de saudade, de vontade de estar junto, de tocar, de sentir o cheiro, de ouvir, de falar,
Ou, de simplesmente, não dizer nada e, apenas, estar, escutar o bate-bate do coração, que alvoroçado pela presença do outro, se desespera no peito de tanta felicidade!?
Seria isso a loucura?
Ou loucura seria não saber o que sente o coração que ama?
Nunca saber como seria se deixar embevecer pelas sensações de prazer ao ser tocado pela ser amado!
Nunca sentir o coração acelerar por uma simples visão, ou com a perspectiva de um encontro?
Seria loucura não amar por medo do fracasso, ou seria fracasso não ser louco o suficiente para experimentar o amor?
Seria loucura amar, alçar vôo em alturas inimagináveis, esquecendo que tudo pode ser um sonho e pode-se acordar a qualquer instante e a queda livre causar-nos feridas profundos na alma e danos irreversíveis ao coração?
Ou seria loucura não amar por medo de acordar de um sonho, e, enquanto acordados conjecturamos todos esses detalhes advindos de nossa escolha e desistir antes de tentar?
Seria loucura levar a cabo sonhos guardados, mesmo com a hipótese de possíveis equívocos, de lágrimas vertentes, sucumbir sentimentos latentes, pra fugir das dores do amor?!
Sensatez, diriam uns, prudência, ponderação, diriam outros. Realmente, pode-se dizer, loucos não são sensatos e muito menos prudentes e ponderados.
Mas o que seria a vida sem as agruras, as angustias, os medos, a ousadia, a insensatez, a impulsividade e até um pouco de “irresponsabilidade” no sentido da coragem de fazer coisas e que esses feitos podem trazer, agruras, sim, mas também poder trazer “aqueles” momentos que chamamos de felicidade!?
Sim, porque todo esse aparato de palavras é pra dizer que, mesmo sendo loucura, quando se ama está se procurando a felicidade, e, se está, é feita de momentos, precisamos ser loucos, de vez em quando, pra experimentá-la, aproveitando algumas oportunidades que a vida oferece de conhecer esse outro estado, claro, é óbvio que sempre com a alcunha de que seja pra sempre!.
Há também a premissa de que, é do sofrimento que tiramos nossas maiores e melhores lições de vida. Aprendemos com o sofrimento; a felicidade sendo o divisor de águas, onde se distingue uma coisa da outra.
Sensatez!! Prudência!!
Quem disse que o amor é prudente e sensato não conhece o real significado, nem dessas palavras, quiçá de amor ou da loucura!!
Mas, amar seria mesmo loucura? Não seria a redenção da alma que se derrama ao enxergar aquele que chega e se instala preenchendo todo um ser? Que dá espaço pra outra alma onde só cabe uma?
Discorrer, em tão reduzidas linhas sobre a não ou a sim loucura do amor, de amar, deixa-nos, muitas vezes, extasiados.
O amor é o paraíso e o inferno dos amantes. Mas, como viver e conhecer esses dois universos tão adversos/inversos e controversos sem pisar no tapete da vontade, dos sonhos, da esperança e, ao mesmo tempo, do obscuro, do absurdo, da dúvida e da incerteza que os permeiam?
Afinal, com disse Friedrich Nietzsche “Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura...”
Loucos ou sãos, precisamos amar e sentir todas as sensações deste sentimento, desta abstração que pode, ao mesmo tempo, ser menos que nada e maior que tudo e, como sem querer, pode mudar toda uma estrutura de vida ou, e, até mesmo, de um certo prisma, comprometer existências futuras de tão substancialmente duradoura e profunda que se faz.
Lúcia Araújo – 10/12/2010.
