Era
♫ Tropecei no amor e dei de cara com a paixão, parecia um sonho, más era só ilusão, acordei..... E o travesseiro, tinha o seu cheiro,
Foi à noite mais bonita que eu já vivi, parecia que você estava ali, do meu lado, eu levantei desesperado, eu te procurei, mas não te encontrei.....eu te procurei mas não te encontrei.
O grau de importância ou hierarquia interna só era, às vezes, reconhecida pelo tamanho do punhal de sangria, pequenas espadas sem boldrié na guerra cangaceira.
Era um cara tão distraído, mas tão distraído que em certa e infeliz ocasião quebrou dois ovos na pia, fritou as cascas na manteiga e só percebeu o que tinha feito na mesa de cirurgia.
Eu sempre achei que não era boa o suficiente pra você, quando na verdade, você é que nunca vai ser o que eu mereço ter.
Ela era livre em seu estado selvagem
Era uma nômade uma gota de água livre
Ela não pertencia a nenhum homem
A nenhuma cidade
Ela era uma guerreira..!!
..
Não é que deu errado, é que foi necessário passar por isso para dar certo, era apenas uma etapa do processo final!
“ Eu era o menino GAY da sala de aula, e o amigo GAY que para as meninas era um ''desperdício''. Para os meninos uma vergonha contagiosa que poderia virar suspeita contra eles se por acaso me tratassem como gente. O fracasso do meu pai, a culpa da minha mãe a vergonha da minha família o problema delicado dos meus professores. Para a igreja alguém amaldiçoado pelo desejo mesmo sendo virgem. Para minha psicóloga mais uma criança superprotegida sentindo falta de uma figura paternal, e para mim ? Bom nunca me perguntaram nada. As pessoas não querem saber o que você sente ou tem pra falar elas querem apenas te julgar.
Entendam Eu não escolhi ser GAY ” ...
O policial volante em Pernambuco, no período áureo do cangaço, era um homem que praticamente não retirava a farda do corpo e raramente era liberado do trabalho para ver familiares.
"O orgulho envaidece,e logo em seguida empobrece a alma;a beleza que antes era bela,acaba virando feiúra;aquilo que era doce,acaba virando amargura.E assim é a vida de quem orgulha."
Na época em que a justiça era cega, primeiro acontecia um crime para depois à ele atribuírem um criminoso, hoje que ela passou a enxergar, primeiro conseguem um criminoso, para depois à ele atribuírem um crime. O fato é que hoje, as bananas não servem mais os macacos... deles elas se servem.
Reflexão diária
Minha doença
Minha doença era minha solidão, apesar de viver cercado de pessoas que diziam gostar de mim, procurava uma segurança emocional nos outros que tinha que encontrar dentro de mim mesmo. Quando fiz meu primeiro inventário descobri que tinha relacionamentos doentios em minha vida com pessoas com problemas até maiores que os meus. Quando abandonei essa ideia e consegui amar a mim primeiro, pude voltar a amar outras pessoas. Portanto deixei de servir a minha doença e passei a servir a Deus e a outras pessoas.
Havia um tempo em que o espetáculo da humanidade era a própria vida, mas agora a vida se tornou espetacularizada e desumanizante. A vida não existe mais, porém, curiosamente, está a todo instante sendo filmada.
A IRRESISTÍVEL PREDADORA
Seu sorriso era um convite manifesto,
mas despiu-se aos poucos, em singelo gesto.
Escondia-se à sombra, acanhada, indefesa,
como uma aranha seduzindo a presa.
Respirava desejo, ardor, com malícia contida,
e desarmado, surpreso, esperei a investida.
Eu era um inseto imóvel, deslumbrado,
somente esperando ser devorado.
A família que foi uma lembrança pensa que foi o poseidon que, lembrou de que era importante muitas é muitas coisas mais poseidon era um deus que protegia as pessoas do mal eu sei que todo mundo que tem uma família pode ser mais não é, é uma pessoa que importa a vida das pessoas eu estou protegida por jesus ele me criou me deu Educação é me deu fé para amar minha família.......
E toda vez que nossos olhos se encontravam, eu sabia que era você, que sempre tinha sido você, e que sempre será você.
Reflexão Diária
Minha realidade
A dor da alma a miséria espiritual era uma constante diária no meu antigo modo de vida, tentava escapar dos problemas em ter quer aceitar o inaceitável. Quanto mais escondia meus problemas mais eles se agravavam. Hoje com meu novo modo de vida aceito o desafio real que a vida me oferece, hoje consigo transformar pesadelos diários em sonhos. Hoje sou honesto com meu próprio eu interior, não preciso mais aumentar as coisas ou tentar minimizar a verdade, não descobri um antidoto mais sim uma imunidade para a realidade da vida e os problemas que aparecem, por mais difíceis que sejam Deus sempre me dá uma solução ou opção de escolha. Hoje procuro aproveitar a vida realmente com o melhor que ela pode me dar.
Uma vez eu queria ser normal
Eu tentei, sabia que era diferente
Mas então eu percebi
que o pior diferente e o "normal" que não segue os instintos da própria mente.
Tudo começou em Janeiro, no comecinho de Janeiro pra ser exata. Era pra ser uma madrugada como outra qualquer, um dia qualquer, uma semana qualquer. Como eu disse... Era!
Não esperava nada daquele dia, nada além de uma conversa, mas quis continua-la. Foi diferente, era como se eu tivesse que estar alí, tivesse que ter dito aquilo, tivesse que tomar aquela iniciativa de falar primeiro. Nada planejado, e comecei a chamar de chance boa.
Minha vida tinha algo que eu não pensava em mudar, minha rotina. E eu vinha aceitando a mesmice, achando que nada mudaria e que nem mesmo melhoraria. Até ele aparecer, até eu aparecer pra ele. E tudo se repetiu no outro dia, na outra semana, madrugadas consecutivas de conversas demoradas. Dava a impressão de que os assuntos não acabavam nunca. Foi aí que tudo começou.
Comecei a me apegar, não achei que seria tão rápido, nem achei que ia ser... Mas foi.
Nunca pensei que fosse tão difícil me encontrar com alguém, poderia ser mais fácil, mas se fosse fácil, poderia não ter se tornado o que foi ou não ser o que é.
Quando o vi pela primeira vez, foi por acaso, já tínhamos meio que desistido, com tantos desencontros... Aconteceu, e também não aconteceu. Mas foi o abraço que eu mais precisei aquele momento, não como tinha que ser, mas foi e foi bom, em parte.
Como podem querer acabar o que nem se começou? Querer separar o que nem estava junto? Pois é, não pode, e não puderam.
Como ele sempre disse, né? Até quem quer atrapalhar, acaba ajudando.
Todas as pequenas coisas e pequenas dificuldades, foram nos unindo. E quando vimos, as pequenas coisas já haviam se tornado grandes, e quando tudo poderia ter acabado... Não foi.
O "deixa rolar" se colocou à frente de todas decisões que tiveram de ser tomadas, de todas escolhas que tiveram de ser feitas... E foi.
Tantos impedimentos e proibições... E fomos nos unindo cada vez mais, percebendo o quanto juntos já estávamos, mesmo não estando.
O que estávamos fazendo, contra quem estávamos lutando? Não conseguimos parar, foi mas forte que eu, que nós. Nos fez um.
Aconteceu, a história do "nós" começou a fazer sentido. Inevitavelmente, nos tornamos um. Indescritivelmente, me senti inteira, me senti dele, eu fui dele... E sou.
Quando o vi pela segunda vez, aquela vez se tornou a primeira, não foi por acaso, não tínhamos desistido, não houve desencontros.... Aconteceu, e também aconteceu. E foi o beijo que eu mais desejei aquele momento, o momento que eu mais sonhei naqueles dias, os dias que eu mais vivi naquele começo de ano, naquele começo de nós. E não foi bom, foi ótimo.
Pode acreditar, o sorriso tímido de canto que vinde a mim, os desvios de olhares... Eram como fuga, uma fuga de medo, talvez. Mas houve um momento em que nossos olhos se encontraram e tive a certeza, era ele!
Já era paixão, mas de fato eu me apaixonei pelo olhar também.
A espera por aquele encontro se tornou tão constante, que foi tão única quanto ele é pra mim, estávamos alí, não havia a distância como empecilho.
Os sorrisos foram bobos, as falas muitas vezes gagas e sem sentido, como se fosse amor a primeira vista, à segunda vista na verdade... Mas, amor!
Tantas e tantas coisas foram ditas. Estava tudo oculto e ao mesmo tempo tão exposto. Era natural, o namorado e a namorada, mas era surpreendente para nós.
Conhecíamos um ao outro, mas era tão virtual que o pessoal se tornou estranho e vergonhoso. Eu ainda estava conhecendo os gestos, os toques, o gosto do beijo. Não dá pra explicar. Só sei que foi único e as conversas se transformaram a partir dalí, o virtual não foi mais o mesmo, o pessoal também não. Mas todos momentos... Todos únicos. E foram, e são.
E assim continuamos amarrados...
O edifício Beverly hills
[Fernandha Franklin]
Era o apartamento mais badalado.
O mais bonito, e o mais visitado.
Havia sempre gente nova, bonita e diferente.
De longe parecia que a "felicidade" dominava o décimo nono.
Festas e risos, música da melhor qualidade...
Mas sempre que o som encerrava, a solidão voltava a fazer companhia para o morador do mil novecentos e sete.
E na solidão, ele se tornará melhor, assumia sua ousadia e sua paixão em ser poesia.
Ele. A própria contradição.
Diante da euforia, em meio a agitação, beijava tantas bocas e não se prendia a nenhum coração.
Parecia ser isento de qualquer emoção.
Mas quando a festa acabava, e os convidados iam embora, a madrugada lhe trazia sua verdadeira personalidade.
Os filmes, as séries na tv, revelavam a verdade do que ele queria viver. .. mas que por vergonha, guardava só para madrugadas, para quando ninguém pudesse ver.
Mas eu via. ..e via por querer!
Ele é o que eu assisto.
Cada dia uma cena nova e um enredo diferente.
As vezes ele deixa os filmes e vira o dia vendo globo news...
E eu de longe observo cada reação do solitário morador do edifício Beverly Hills.
