Epígrafes para Monografias Engenharia
O professor é como uma ponte que liga o presente ao futuro,e na matéria engenharia da vida é um grande responsável pela construção dos sonhos.
Engenharia
O homem que desafia Deus.
Que é, quem são.
Colocar água em Marte.
Será?
Transposição de água doce, intercontinental.
Será?
O maior roubo da história.
Provocar o deserto numa terra fértil.
Será?
Dominar uma grande nação com a vida artificial.
Será?
A ciência, a tecnologia, a religião enganosa, a política.
Uma vida paralela.
Quem são, onde estão.
Trio de ferro, humilhando os pequenos.
Como meu pequeno Brasil é alvejado.
A besta fera tá viva.
O ninho de serpente.
Os dragões de fogo.
Engenharia, arquitetos da destruição.
A terra, campo minado.
Sinais pra todo lado.
Giovane Silva Santos
Uma grande engenharia de palavras constrói textos inexplicáveis aos olhos do observador, seja mais simples e mais direto com suas ideias .
ENGENHARIA
Nunca foi perda de tempo
Melhor conselheiro o exemplo
Engenheiro do teu templo
Só palavras não aguento.
Sua Fábricas de Engenharia E Junior de Produção Não Mais Escravos, Sua Próprio Fábrica da minha vida sempre e Muito tempo pra fazer o que Tem
No comando de Hitler, líder nazista, sob domínio de filosofias e engenharia humana de deuses, provocou a Segunda Grande Guerra Mundial para manter uma só raça ariana, porém frustrada.
Qualquer engenharia científica, criatividade ou evento moderno que se aplique à ofensa e ao sofrimento moral, físico ou espiritual, nada mais é do que uma engenhoca do inferno, que tira a vida do próximo.
A engenharia da inteligência aquática aproveita os recursos e a força das águas para trabalhar em prol dos homens.
Como seria bom se a engenharia de alimentos conseguisse que os produtos mais baratos durassem mais enquanto que os produtos mais caros durassem menos. Com isto resolveria parte da logística contra a fome no mundo.
A engenharia civil espera de todos os seus colaboradores, Força para levantar cedo todos os dias, Fé para continuar os processos da vida e Foco no que é necessário.
Engenharia Civil não é um produto em uma linha de produção com o seu protótico finalizado, mas uma circunstância (processo) em constante perfeição com erros e acertos.
As três circunstâncias da ENGENHARIA CIVIL do século XXI.
Tem que querer;
Tem que se comprometer;
E tem que se apaixonar.
A engenharia da vida foi bem arquitetada, porém, o homem não consegue desligar a máquina demolidora por achar que possui um conhecimento maior
Amor em Tempos de Relativismo.
Medicina, direito, administração, engenharia, são atividades nobres e necessárias à vida.
Mas a poesia, a beleza, o romance, o amor, são as coisas pelas quais vale a pena viver
A falta de amor na vida, a consequência é que a sua vida se torne mesquinha, pequena, covarde, previsível, autocentrada e portanto, absolutamente irrelevante.
O pior da traição é terceirizar a responsabilidade, culpar os outros, a falta de carinho e trair é uma escolha. Se for pra ser canalha, que seja um canalha honesto.
Quem aceita viver com um traidor ao seu lado, aceita a traição como índole de caráter. Daí, temos relacionamentos fadados a vagar na mentira e no descaso emocional, como batemos meta no trabalho, batemos meta em casa.
A traição sempre é uma opção. Um passo voluntário. Às vezes, até uma premeditação. No entanto, não é tão simples lidar com as nuances que implica o processo de traição. São muitos os fatores que favorecem, "Amor" em tempos de relativismo.
O feminismo radical age através de uma engenharia social para desconstruir o que há de feminino na mulher.
Na engenharia das cores,
o silêncio era chama úmida,
havia uma voz do vento
um poço de milagres, ao tempo
E, em cada momento,
eu via, Jesus passar...
.
Dizia, o viajante
Ponte de macarrão
( Crônica )
Em estudos de engenharia quando a situação ficava tensa era fácil de saber: o semblante se recolhia e da sala folheando sem parar as mesmas páginas de um livro HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais; o estudante, operário metalúrgico rondava de um lado pra outro, pensativo e silencioso; em seu eu, de solidão em punho, o coração acelerava as batidas, tremulando acordes desconexos e desafinadas... Enfim, criando um som alto e desigual, cujo objetivo era apenas atiçar o ambiente daquele espaço chamado “estudar” com as minhas provocações. O coração parecia dizer em alto e bom som: ei estudante... Largue esse maldito livro e grite as suas mágoas para o seu mundo, vamos! A Mão tremia sob a minha aflição desconcertante; era visível que resistia, o quanto possível, em tocar fogo nos rascunhos quando se tratava de refazer exercícios difíceis, nunca explicados na sala de aula. Pode-se dizer que os estudos gastam todo o tempo da mente.
Para a Universidade aquelas ausências acumuladas do Poeta, que antes lhe soavam como um sussurro carinhoso, agora explodiam. Explodiam e apunhalavam. E, por certo, doíam-lhe como nunca! ... Em casa quando a situação ficava, assim, tensa, eu, sem saber o porquê, gritava aqueles acordes do coração e disparava as minhas farpas todas contra a poesia. Fel puro e desprezo, as minhas palavras. Nascia em mim uma vontade mesquinha que me levava a provocar os mais doces versos, para ironizar, a trucidá-lo até, se preciso. Tantas vezes, tanto fiz. E tanto fiz, tanto fiz, que naquele dia a mão temia também soltou todos os seus desatinos em inspiração. O medo aliou-se a mim disparando estilhaços por todos os lados, os seus golpes mais profundos. Palavras duras e cruéis as de um autor para sua obra. A mão esbravejava, parecendo tirar das páginas do livro aberto em suas mãos, todos os seus ais, as suas mágoas e as suas dores: para você, somente os amigos, os amigos e as competições: A mais falada na então época: “ o concurso da ponte de macarrão “. O coração falava em altos brados e eu sorria por dentro. E vitorioso, como se desafinasse a minha voz acompanhando o estudante de engenharia, eu insistia sem trégua naquele sonho de ser campeão.
Viu minha carteira? ... cadê meu dinheiro de operário metalúrgico? Eu? Eu que me lixasse nesse abandono, nessa sala que mais parece um laboratório, afinal também sou químico de formação ... Antes, antes eu tivesse deixado de ser
Poeta, por uns tempos para projetos maiores, como esse da ponte de macarrão. À noite, muitas noites, quando eu mais te queria, era ser campeão. Eu no meu quarto, sozinho sonhando em vencer. E daí?
Naqueles dias, enquanto a minha emoção espezinhava o meu sono, extravasava sua raiva, fazendo desabar sob nossos pés ali na sala, no quarto ou na varanda de minha casa, meu laboratório.
Em meio à guerra que lhe fazíamos, aquilo que durante dias fora para mim os “louros da vitória”, agora, acomodavam-se de qualquer jeito em duas grandes vitórias no concurso de pontes de macarrão. Os adversários sem dizer uma palavra, como um autômato, pouco-a-pouco livrava as nossas visões de seus semblantes tristonhos de fracasso, diante de tão avassaladora vitória. Mas poucos sabem quer foram dias de muita luta, noites de dias de trabalho árduo, cálculos, rascunhos, testes e mais testes.
Olhar não é bem o termo, eu jurava que naquele momento, que tinha visão de águia, capaz de contemplar, minuciosamente, cada um daqueles objetos, os quais tanto estudei, dediquei.
Eu era um especialista.
Por isso, dissimulando o tanto exato, a emoção seguia a tudo com os olhos pregados no concurso, mas era visível, era nítido pelos meus gestos, que estava a poucos instantes de se tornar o mestre. O Povo por certo também enxergou entre as suas “honrarias”, lá embaixo, o troféu universitário, homenagem a uma referência do concurso na faculdade de Araxá- MG, no triangulo mineiro.
Por vezes, a mente mirava meus sonhos reticentes endereçados a meu sucesso, mas em poucos instantes deixava-nos ao abandono, negligenciava-nos, demonstrando que na lixeira da rua continuava a razão de ser de toda a sua vida; o Alimento. Apoiado no beiral de uma das janelas da sala, eu pude ver quando os ruídos da rua me estamparam um sorriso no rosto. Primeiro, o desejo olhou para os lados, depois subiu os olhos como quem tivesse algo a conferir naquele sonho a sua frente, e enfim a vitória.
Chegou a hora de ganhar.
Dados e informações organizadas resulta em ciência. E a engenharia faz uso desta organização para gerar aquilo que ainda não existe ou aperfeiçoar aquilo que já existe.
A engenharia mecânica precisa de uma revitalização urgente diante das últimas tecnologias de ponta, ao qual muitas foram criadas por essa própria engenharia que sofreu desvios de rota e variâncias significativas.
