Epígrafes para Monografias Engenharia

Cerca de 265 epígrafes para Monografias Engenharia

O calvinismo não chega nem perto de ser Bíblico.
O calvinismo é pura engenharia exegética humana fundamentada em especulações teológicas. ⁠

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Uma vez disse em certo lugar que o calvinismo era pura engenharia exegética humana. Hoje, sendo mais claro, o calvinismo para mim não passa de uma gambiarra exegética de pseudos teólogos cristãos!

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Onde as Escrituras e a Ortodoxia são ensinadas, as engenharias teológicas fabricadas pelos falsos mestres são desmontadas.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A “teologia” calvinista não passa de truques semânticos, jogos de palavras, malabarismos, engenharia teológica, linguagem dúbia e contradições em todos os sentidos.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Calvinistas são mestres em truques semânticos, revisionismo bíblico e histórico, e muita engenharia teológica e filosófica.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A engenharia civil espera de todos os seus colaboradores, Força para levantar cedo todos os dias, Fé para continuar os processos da vida e Foco no que é necessário.

Inserida por UNITT

⁠Engenharia Civil não é um produto em uma linha de produção com o seu protótico finalizado, mas uma circunstância (processo) em constante perfeição com erros e acertos.

Inserida por UNITT

⁠As três circunstâncias da ENGENHARIA CIVIL do século XXI.

Tem que querer;
Tem que se comprometer;
E tem que se apaixonar.

Inserida por UNITT

A engenharia da vida foi bem arquitetada, porém, o homem não consegue desligar a máquina demolidora por achar que possui um conhecimento maior

Inserida por Jaderamadi

⁠Amor em Tempos de Relativismo.

Medicina, direito, administração, engenharia, são atividades nobres e necessárias à vida.
Mas a poesia, a beleza, o romance, o amor, são as coisas pelas quais vale a pena viver
A falta de amor na vida, a consequência é que a sua vida se torne mesquinha, pequena, covarde, previsível, autocentrada e portanto, absolutamente irrelevante.
O pior da traição é terceirizar a responsabilidade, culpar os outros, a falta de carinho e trair é uma escolha. Se for pra ser canalha, que seja um canalha honesto.
Quem aceita viver com um traidor ao seu lado, aceita a traição como índole de caráter. Daí, temos relacionamentos fadados a vagar na mentira e no descaso emocional, como batemos meta no trabalho, batemos meta em casa.
A traição sempre é uma opção. Um passo voluntário. Às vezes, até uma premeditação. No entanto, não é tão simples lidar com as nuances que implica o processo de traição. São muitos os fatores que favorecem, "Amor" em tempos de relativismo.

Inserida por samuelfortes

O feminismo radical age através de uma engenharia social para desconstruir o que há de feminino na mulher.

Inserida por RenoFioraso

⁠Na engenharia das cores,
o silêncio era chama úmida,
havia uma voz do vento
um poço de milagres, ao tempo
E, em cada momento,
eu via, Jesus passar...
.
Dizia, o viajante

Inserida por AllamTorvic

Ponte de macarrão
( Crônica )

Em estudos de engenharia quando a situação ficava tensa era fácil de saber: o semblante se recolhia e da sala folheando sem parar as mesmas páginas de um livro HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais; o estudante, operário metalúrgico rondava de um lado pra outro, pensativo e silencioso; em seu eu, de solidão em punho, o coração acelerava as batidas, tremulando acordes desconexos e desafinadas... Enfim, criando um som alto e desigual, cujo objetivo era apenas atiçar o ambiente daquele espaço chamado “estudar” com as minhas provocações. O coração parecia dizer em alto e bom som: ei estudante... Largue esse maldito livro e grite as suas mágoas para o seu mundo, vamos! A Mão tremia sob a minha aflição desconcertante; era visível que resistia, o quanto possível, em tocar fogo nos rascunhos quando se tratava de refazer exercícios difíceis, nunca explicados na sala de aula. Pode-se dizer que os estudos gastam todo o tempo da mente.
Para a Universidade aquelas ausências acumuladas do Poeta, que antes lhe soavam como um sussurro carinhoso, agora explodiam. Explodiam e apunhalavam. E, por certo, doíam-lhe como nunca! ... Em casa quando a situação ficava, assim, tensa, eu, sem saber o porquê, gritava aqueles acordes do coração e disparava as minhas farpas todas contra a poesia. Fel puro e desprezo, as minhas palavras. Nascia em mim uma vontade mesquinha que me levava a provocar os mais doces versos, para ironizar, a trucidá-lo até, se preciso. Tantas vezes, tanto fiz. E tanto fiz, tanto fiz, que naquele dia a mão temia também soltou todos os seus desatinos em inspiração. O medo aliou-se a mim disparando estilhaços por todos os lados, os seus golpes mais profundos. Palavras duras e cruéis as de um autor para sua obra. A mão esbravejava, parecendo tirar das páginas do livro aberto em suas mãos, todos os seus ais, as suas mágoas e as suas dores: para você, somente os amigos, os amigos e as competições: A mais falada na então época: “ o concurso da ponte de macarrão “. O coração falava em altos brados e eu sorria por dentro. E vitorioso, como se desafinasse a minha voz acompanhando o estudante de engenharia, eu insistia sem trégua naquele sonho de ser campeão.
Viu minha carteira? ... cadê meu dinheiro de operário metalúrgico? Eu? Eu que me lixasse nesse abandono, nessa sala que mais parece um laboratório, afinal também sou químico de formação ... Antes, antes eu tivesse deixado de ser
Poeta, por uns tempos para projetos maiores, como esse da ponte de macarrão. À noite, muitas noites, quando eu mais te queria, era ser campeão. Eu no meu quarto, sozinho sonhando em vencer. E daí?
Naqueles dias, enquanto a minha emoção espezinhava o meu sono, extravasava sua raiva, fazendo desabar sob nossos pés ali na sala, no quarto ou na varanda de minha casa, meu laboratório.
Em meio à guerra que lhe fazíamos, aquilo que durante dias fora para mim os “louros da vitória”, agora, acomodavam-se de qualquer jeito em duas grandes vitórias no concurso de pontes de macarrão. Os adversários sem dizer uma palavra, como um autômato, pouco-a-pouco livrava as nossas visões de seus semblantes tristonhos de fracasso, diante de tão avassaladora vitória. Mas poucos sabem quer foram dias de muita luta, noites de dias de trabalho árduo, cálculos, rascunhos, testes e mais testes.
Olhar não é bem o termo, eu jurava que naquele momento, que tinha visão de águia, capaz de contemplar, minuciosamente, cada um daqueles objetos, os quais tanto estudei, dediquei.
Eu era um especialista.
Por isso, dissimulando o tanto exato, a emoção seguia a tudo com os olhos pregados no concurso, mas era visível, era nítido pelos meus gestos, que estava a poucos instantes de se tornar o mestre. O Povo por certo também enxergou entre as suas “honrarias”, lá embaixo, o troféu universitário, homenagem a uma referência do concurso na faculdade de Araxá- MG, no triangulo mineiro.
Por vezes, a mente mirava meus sonhos reticentes endereçados a meu sucesso, mas em poucos instantes deixava-nos ao abandono, negligenciava-nos, demonstrando que na lixeira da rua continuava a razão de ser de toda a sua vida; o Alimento. Apoiado no beiral de uma das janelas da sala, eu pude ver quando os ruídos da rua me estamparam um sorriso no rosto. Primeiro, o desejo olhou para os lados, depois subiu os olhos como quem tivesse algo a conferir naquele sonho a sua frente, e enfim a vitória.
Chegou a hora de ganhar.

Inserida por Edu110175

⁠A logística não é apenas o transporte de bens, mas a engenharia invisível que sincroniza o mundo, transformando distâncias em oportunidades e tempo em vantagem estratégica.

Inserida por pensadorposmoderno

Eu nunca compreendi direito
O conceito
Dessa nova engenharia
Que constrói monumentos
de alegria e felicidade
A cada dia mais arrojada
E que, a mim, não prova nada
Só me lembro
Que meu velho avô dizia
Coisas sobre um mundo arcaico
Num tempo em que só carecia
De uma pequena porção
de amor e lealdade
E em poucas e prosaicas proporções
Amizades e outras velharias
Que, não obstante, seriam suficientes
Ele me olhava com o olhar fraterno
e, apesar de melancólico, dizia
Que a ordem do tempo é imutável
Pra tristeza ou pra alegria
Insistia que a vida não eram só momentos
E citava outras palavras, hoje desconhecidas
Sobre bondades que jamais eu vi
Talvez seja culpa da vida, porque ela é feita de tempo
Onde a culpa cabe ao tempo, por ter sido algo abstrato
Mais importante que a própria vida
É ter alguém pra botar a culpa
Fora isso, o tempo não se compromete
Nem possui o compromisso tolo de apartar
As coisas que ora se sente
Daquelas que outrora sentia
A verdade é um gás rarefeito
Ela explode, quando se acumula
Essa é uma lei natural
Que, sutilmente rege a vida.
O perfume da flor varia
E mesmo assim
Não se muda em essência
Por causa da ocasião
Portanto
O conceito de felicidade permanece
Eternamente algo abstrato
Jamais objeto
A ser trocado em feira de momentos
Por outras felicidades
Nem se pode vê-la exposta
No museu da simplicidade
A inverdade pode ser um céu
Que desaba por sobre o telhado
E o teto por sobre o chão
É uma casa de pau a pique
e o ás de qualquer baralho
Nas mãos de outro jogador, na mesa ao lado
A alegria é um anjo frágil
Um pássaro no galho
Que, quando maltratado, bate as asas
E não há nada a se fazer pra que ela fique.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Cunha Porã

Minha Cunha Porã,
feita e nomeada por
engenharia natural
teus cedros, louros
grápias te adornam,
e imbuias e araucárias
do destino te vestem.

O Rio São Domingos
te abastece e quem
bebe desta água
jamais te esquece.

Dialogam entre si
Iracema e o Iraceminha
na imaginação,
Cantarolam juntos
o Barra Grande, o Lajeado Sertão
e Araçazinho assiste escondidinho.

Que não exista registros
das tuas origens indígenas,
honro a bravura da tua gente
que veio da Alemanha,
o teu nome significa moça bonita:

(Cunha Porã da Bela Santa Catarina).

Inserida por anna_flavia_schmitt

A ideia de que você pode construir uma engenharia social para melhorar o homem, a ideia de que você pode identificar a natureza humana e mexer nela. É o que os ingleses chamam de teorias de gabinete. Faço aqui uma teoria sobre como melhorar o homem. Apago toda a Idade Média, toda a história da humanidade, e acho que nos últimos 200 anos é que a gente entendeu o ser humano.

Luiz Felipe Pondé
CARIELLO, Rafael. A modernidade quis organizar a agonia. Folha de S.Paulo. São Paulo, São Paulo, sábado, 27 jan. 2007.

Nota: Trecho de entrevista de Pondé para a Folha de S.Paulo.

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Inserida por I004145959

A estrada para o sucesso
Está sempre em obra.
Por isso me tornei engenheiro
Para cuidar de cada detalhe dessa construção.

O engenheiro sempre faz o necessário! Tudo acima do ponto de equilíbrio é um eminente desperdício de energia, e tudo abaixo é um fracasso pleno!

99% exatas, mas aqueles 3% é humanas.