Entao me diz Alguma coisa
me iludi,me enganei,menti,amei,me machuquei...mas só te peço uma coisa amor ,pegue leve com meu coração,tenha piedade de mim
Choro de amor
E passamos junto muita coisa
dos nossos olhares muito perdeu
fui teu no amor, a saudade poisa
hoje, no tudo se foi, tudo morreu
Sei que é outra a sua jornada agora
que a nossa paixão no tempo ficou
que o coração está em diversa hora
e que o teu sorriso por mim gorou
Assim, o destino se fez em realidade
sem piedade de nosso amor zombou
deixando na poesia muita saudade
louca, e o rastro de não mais voltou
E nesta ressequida saudade dorida
ainda no peito o silêncio do seu olhar
que insiste em não dar a sua partida
restando a solidão na alma a chorar
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
02/06/2016, 12'00" – Cerrado goiano
Mesmo os verdadeiros liberais sabem que existem limites.
Afinal, liberdade e libertinagem são coisas diferentes.
A solidão não é a pior coisa do mundo
Quando a nossa presença só
é o suficiente para saciar os momentos.
Impermeáveis é o que devíamos de ser
Ser fluente como água, espontâneo como o amanhecer.
“Essa coisa de COLIGAÇÃO é uma baita aberração, você vota no Zé e elege o João. É armação sem sentido, que só interessa ao partido. Uma hora o sistema vai a pique e sobra até pro cacique.”
Rastro cívico
O que se cria num toque se amplia
No novo a coisa, passa á outra valia
De repente tem ela uma outra função
A coisa é mesmo o criar da interação!
Olha para a coisa feita e depois imita
Não fora assim o ser de um eremita?
Ao encontrar- se no distanciamento,
Os primeiros a fazer do pensamento,
Uma forma de meditação a ser seguido?
Eureca! Quando algo descobria Ludovico
Não servira de ideia no fazer de um penico?
Até mesmo a estrela que foi fazer fuxico
Deixou no caminho um rastro cívico
Que humano desenhar o crucifixo?
Tom de tese
O tom da cor da folhagem
Desperta-me coisa mística,
O mistério de uma imagem,
Não funesta, mas artística!
Ao pensar no aspecto da cor
O que faz uma pigmentação
No vasto de toda a criação
A luz do dia ou a lua do amor?
Seria minha ingenuidade até
Pensar apenas na fotossíntese
Ou pensar na natureza com fé!
Por certo, os bichos na síntese
Também tem mistério até no pé
E gente também no tom da tese!
Estados de tristeza e felicidade são como a comédia, uma coisa subjetiva, são as pessoas que decidem se é real ou não
O amor é uma coisa frágil e corruptível. E, no entanto, eu já o vi demonstrar uma força curiosa. Está além de qualquer compreensão. O amor é uma fraqueza que, de vez em quando, triunfa sobre a força.
“TEMPO é coisa relativa, como digo nessa narrativa: Tem gente que vive no ócio - o tempo todo reclama - desde a hora que apeia da cama. Tem gente que por labutar, nem vê o tempo passar. Criança tem ele de sobra. Pro velho já vai faltando, à medida em que na obra, a tarefa vai findando. Tem coisa que é tempo perdido, e tem perda que é ganho de tempo. “
Pensei que só a literatura salvasse. E não salva nada! Acho que se eu tivesse feito outra coisa, estaria mais salva.
Essa coisa bonita que de vez em quando a vida traz escondida em um sorriso, esse sopro de magia, essa saudade que dói o coração, esse suspiro demorado que chega à boca com o som do nome dele, acredite isso é vida em movimento.
