Enfim

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Enfim sou um semeador de idéias, com meus pensamentos desde a década de 1970 espalhados pela internet. A principio, não sou um escritor mas um pensador, que muitos pseudos intelectuais lêem e despertam para novas correções e novas abordagens a partir de minhas originais idéias. O reconhecimento de meu nome como autor, pouco vale e na maioria das vezes se quer sou lembrado ou creditado mas na verdade não busco notoriedade, muitas vezes fico triste por isto mas ao mesmo tempo por generosidade, fico imensamente feliz por que atitudes são tomadas. Na reconstrução de um mundo melhor.

Os dias bons passam bem rápido, enquanto os dias ruins passam vagarosamente. Mas enfim tudo pelo tempo passa, mesmo que alguns deixam tristezas e outros deixam saudades. O tempo não para.

ENFIM, O MEU EPITÁFIO
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Não chores sobre a fria sepultura;
Ali repousa apenas a moldura.
Quem fui não cabe em pedra ou inscrição,
Pois fez da própria ausência uma canção.
Passei qual sombra errante pela estrada,
Levando a alma de esperança ornada.
Perdi jardins, abracei o inverno,
Mas preservei o lume do que é eterno.
Se amei, foi com a força das ruínas;
Se caí, foi beijando as disciplinas.
Jamais verguei ao ouro ou à vaidade;
Busquei, na dor, a face da verdade.
Não tragas flores para o meu jazigo;
Prefiro o bem semeado entre o perigo.
Que cada gesto nobre em teu caminho
Transforme em luz o pó do meu destino.
Se um dia leres estas derradeiras linhas,
Não contes minhas perdas ou conquistas.
Recorda apenas que um coração sincero
Jamais morreu por ter amado austero.
E quando o tempo apagar meu nome inteiro,
Sem voz, sem retrato, sem roteiro,
Escreve apenas, simples, sobre a fria pedra:
"Aqui repousa um homem que jamais deixou de procurar a Verdade; e, procurando-a, aprendeu que o amor é a única herança que não conhece sepultura."

ENFIM, O MEU EPITÁFIO. - Parte II
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Não venhas despertar meu pó cansado;
Silenciou meu último chamado.
A voz que outrora incendiava o vento
Dissolveu-se na cinza do momento.
Fechai meus olhos. Nada mais espero.
Bebi o fel, atravessei o austero.
Cada ilusão, qual lâmpada sem lume,
Findou perdida em seu mortal negrume.
Fui peregrino de incontáveis dores,
Colecionando espinhos, não louvores.
A cada queda, o peito se rompia;
A cada aurora, a noite renascia.
Amei além da força dos humanos;
Morri um pouco em todos os enganos.
Guardei sorrisos para quem partia,
Ocultando a própria agonia.
Jamais medi o preço do perdão;
Entreguei inteiro o coração.
Em troca, recebi o frio inverno,
Companheiro constante do meu inferno.
Agora, enfim, nenhuma voz me chama;
Extinguiu-se o derradeiro drama.
Nem glória peço, nem qualquer memória;
O esquecimento também possui vitória.
Se alguém passar diante desta pedra,
Não diga que o destino foi uma queda.
Escreva apenas, com piedade e calma:
"Aqui repousa um homem que perdeu quase tudo, exceto a dignidade. Buscou a verdade quando a mentira era mais confortável; escolheu amar quando o abandono parecia inevitável. Partiu em silêncio, mas deixou, na eternidade, a prova de que um coração ferido ainda pode iluminar o mundo."
E quando o vento apagar meu nome derradeiro,
Quando o tempo consumir meu paradeiro,
Não procurem meu rosto entre os mortais...
Procurem-no na lágrima que insiste em não cair mais, no abraço que chega tarde, na saudade que jamais encontrou sepultura. Porque há mortos que desaparecem da terra magoada e impura; e há almas que permanecem respirando dentro da dor daqueles que amaram sorvendo só amargura.

" As lágrimas, ela sorri, porque enfim percebe que viver é participar de uma obra divina, onde cada sofrimento é semente, cada gesto é eternidade em construção, e cada ser é chamado a tornar-se luz. "

Há corações que não procuram um amor; procuram um lugar onde, enfim, possam deixar de partir.

Perco ou ganho, em ambos aprendo. Aprendemos a perder para, enfim, ganhar.

Talvez não seja egoísmo —
talvez seja só o coração aprendendo, enfim, que amar o outro não exige
abandonar a si mesmo.

Não me distraio

Do nosso jardim.

Teço mil enredos,

Sublimes, enfim.

Não me culpo:

O desejo brotou

Bem imponente

Como um lírio.

Talvez seja delírio

Ou, apenas poesia.

Não me importo,

Registro em letras

Para que me leves,

E nunca me deixes.



Camponesa de alma,

E também de corpo,

Você é meu solo,

E eu a tua segurança,

Tenho a esperança

- da semente do amor

Que não desiste

De brotar sereno,

E crescer contente.



Não me distraio de nós,

Jamais!...

Semeio letras puras,

Versos incandescentes

Em busca dos beijos

- intermitentes -

Como um riacho em turbilhão

A tomar conta das pedras

Para amansar o teu coração.

⁠Enfim a chuva chegou! Chegou calma, chegou mansa.
Sem barulho de trovoada,
sem os clarões de relâmpagos costumeiros.
Há muitos dias brincando de esconde -esconde.
Prometia, mas não vinha
Trazia vento, trazia poeira.
Céu escuro, céu de chumbo
Como menina travessa, fazendo estripulias e fugindo sorrateira.
Ah, chuvinha abençoada! Há quanto tempo a terra te esperava...
Há quanto tempo a terra sofria com a tua ausência
Mas com prudência você chegou e a todos alegrou
Uma mudança de temperatura te acompanhou
Mas quem liga pra esse friozinho que só nos traz aconchego?
Nos coloca dentro de casa num marasmo a meditar
como ficará bela agora a paisagem
os animais a ruminar
pelos pastos logo a vicejar.
agosto/2022

Aos 61 anos estou me sentindo plena e feliz. Enfim, sinto-me em paz com Deus. Me desintoxiquei das pessoas que passaram na minha vida (homem). Limpa, alva, serena e tranquila. Deus me trouxe de volta a minha plenitude de ser.

A vida é uma incansável busca.Busca de sonhos,planos,metas enfim…de realizações.Basta então focar-se no positivo,no bom e no sadio e assim, o alcance do todo será apenas o resultado de uma equação fácil de resolver

Inserida por KDRG1

Muito mais do que menos,
Menos do que mais,
Enfim, o meio termo.

Inserida por Natalhieferreira

Lembra do banco da praça?Das cadeiras na porta? Das farras às noites? Enfim, foi tudo que hoje bastou e tudo que suficientemente ficou!

Inserida por JrLiimaa

Nenhum pensamento descrito é tão profundo quanto em meu ser. Mas enfim, a vida pertence a quem não desiste de tentar. Algo me diz que ela é minha, que eu estou nela, e que eu preciso fazer valer.

Inserida por LanneGarcez

Será que um dia meu sonho vai se realizar,
E enfim vou poder te beijar
Do jeito que não me canso em imaginar?

Inserida por JoseElisio

E nessa história de "cansei-de-você", quem foi que perdeu? Quem percebeu? Quem sabe, enfim? Eu a você ou você a mim?

Inserida por thaispatriota

Vida ... seu sinônimo é ciclo. Altos e baixos; alegria e dor; riqueza e pobreza; etc. Enfim, uma constante transformação e um eterno aprendizado. (2011)

Inserida por HelcianeAngelica

E você passa metade de sua vida tentando alcançar as borboletas
quando enfim as apanham,
percebe que sua beleza era exatamente ser livre...

Inserida por MarcelaMelo2012

Apaixonada por você fiquei
por muito tempo contigo sonhei
e quando enfim com você me ajuntei
me decepcionei
meu sonho era você
mas eu nuca fui o seu
o que eu sentia se perdeu
e o seu sentimento cresceu
mas infelizmente você me perdeu...
22/10/2012

Inserida por AliciaM