Encontro entre Amigos
EU LABIRINTO
Minha mente é um labirinto
entre!
E se perderá
Não queira mofar
Nas elevadas confusões
Em minhas indecisões
Sentado num chão
Caído em círculos
Fruto da dialética
Da saída, Não sentida
Rápida despedida
Lembrança apoiada
Em travesseiro inquieto
Se te olho me desperto
Se me esbarro, lembro
E se me perco, me encontro
Sou assim
Se quero dou as pistas
E você encontra o caminho
Entre tantas
Inacabadas saídas
OS TEUS EUS DE MIM
Entre risos e salto agulha
Minha desajeitada ironia
Rápidas chamas
Entre olhares Indesfrutáveis
Compacto num sentir
Exagerado de amar
Lá mesmo me distraio
nos seus eus de mim
Ainda me restam
Tua rasa intensidade
afogadas em maldade
A ingratidão é homicida. Mata os melhores sentimentos entre dois seres humanos. Não há como se proteger desse mal.
Que a poesia entre em nossas veias em doses homeopáticas, assim ficaremos livres de qualquer malignidade.
Existe uma grande diferença entre aparência, que é somente o que vemos, e transparência, que transparece o que realmente somos!
Eterno amor
Entre árvores e galhos
O céu azulado
Uma borboleta acena
Os pássaros em cena
Nuvens se chocam
Enquanto seus olhos dançam
Dançam ao me ver
De felicidade e prazer
Duas almas num encanto
Que só o poeta pode dizer
E a noite caí
Sem gente perceber
O luar chama clama
Que esse sentimento
Jamais irá se perder
Um amor em versos
Até os pássaros festejam
As borboletas em filas
Desenham o laço de fita
Que um amor como esse
Merece ir além da vida
Poema dueto poético de autoria: #Mike_Cordeiro & #Andrea_Domingues ©
Fanpage
_Sorrir com os olhos
&
_ Um cantinho e um café
Todos os direitos autorais reservados 21/10/2019 às 13:00 horas
Ave Maria
Quando a noite vem e, cerra o dia
como se trincasse entre os dentes
eu, desfolho em reza a Ave Maria
na fé dos preceitos transparentes
Onde se tem somente primaveras
a fleuma do entardece, poentes
e a elevação de todas as esperas...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Novembro, 2016
Cerrado goiano
Perigeu em órbita
Perigeu meu cosmo em órbita
Entre os períscios, projeto de luz
Hastilho as estrelas que reluz
No faetone de uma reta!
Meu giro certo feito falena
Pouso no céu faisqueira
E na terra todo o bem conjuro
Sem rasto de mal ratinheiro!
Sou ninféia de dons celestiais
Em fradice ensina os frades
Eu não tenho mais que ais!
Dado que, conto meu passo
Que contérmina não se escondes
Á ser livre e conter-me no espaço!
Entre elos
Ah! Meu amor tão ardente,
Coração em brasa quente!
Na boca o beijo puro, doce,
No amor somente eu e você!
O ninho aconchega a cama
Entre lençóis a perder-me!
Embebo do mel que derrama
No meu feitiço a envolver-te!
Nesta hora a esperteza,
No corpo esguio e belo
O carinho faz destreza!
O instinto faz-me o zelo
Enverda-me na correnteza,
O coração e a flor em elo!
Passe o tempo que for
Sempre viveremos entre o ódio e o amor
Entre o cheiro da pólvora e o perfume da flor
“Há uma distância continental entre a CRIAÇÃO e a EDUCAÇÃO. Até uma anta é capaz de criar seus filhotes. Educar é tarefa racional que exige zelo, dedicação, renúncia e superação.”
Poetizando o cerrado
entre arbustos, secura, a poesia escorre
pela inspiração viscosa da vida, no cerrado
os dedos empoeirados, no papel morre
pra ressuscitar no pôr do sol encarnado
e em cada degustação, mais é mais criação
invencionice dum poeta ávido em poetar
sem biografia, cá um forasteiro na ilusão
a estilhar poema nos dias da terra sem mar
entre troncos tortos, torta emoção, todavia
o fado me pôs nesta sangria, chão sulcado
onde escavo entre pedregulhos a arritmia
do coração: saudoso, murmurante, calado
e nas madrugadas amarfanhadas, despertam
as manhãs numa mesmice e numa tal inação
me pondo no esquecimento que me apertam
a solidão do selado e árido chão do sertão
nas sombras da noite sem sono, ao relento
a ternura do vento enxuto, seca as lágrimas
guardadas nas tralhas do esquecimento
em pesados e brutos passos, de lástima
(entre os outonos meu poetar foi estacionado...
no cerrado!).
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
06 de abril de 2016
Cerrado goiano
Então vem, sem demora, vem
Com Teu poder, entre dentro de mim
Como fogo em meus ossos, vento em meu peito
Entre dentro de mim
De dentro pra fora, de dentro pra fora
Transforme o meu ser
Eu me sinto verdadeira até onde prevalece a verdade.
Entre o amor e o ódio não existem metades, ou se ama ou se odeia, no mais e um tudo que não significa um nada.
É difícil determinar a linha entre ser agradável e não ferir as pessoas, sempre alguém sai perdendo.
neuroma
caminho no cerrado entre o aroma do sertão
e os sonhos...
do planalto central, neuroma.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
copyright © Todos os direitos reservados.
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
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