Dom
"Alguns heróis não possuem superpoderes, apenas um dom extraordinário de cuidar e amar dos maiores presentes que recebeu na vida...os filhos"
Que nossos olhos só enxerguem o bem .
Que nossos olhos só fluam o dom da pureza
Que nossos olhos só absorvam delicadezas.
Que nossos olhos só acolham a sábia nobreza da gentileza.
Que nossos olhos caminhem de mãos dadas
com o respeito e a virtude do que seja interna beleza.
Muito além do ego , da arrogância e da vaidade do tempo ...
Que nossos olhos sobrevivam a crueldade
da maldade desumana e da ausência do Amor .
Sim ... Acredito que em algum lugar
ainda exista a grandeza d'Amor !
o dom nem sempre é suficiente para alcançar a excelência. Para consegui–la é necessário esforço e dedicação, dessa maneira o dom é potencializado e a recompensa sempre será a distinção.
Todos nós temos um dom espirituoso em relação a Paz sobre as nossas vidas, da onde viemos a sempre uma explicação.
O homem sem Deus não tem o manifestar do livre arbítrio, este dom só se manifesta quando somos tomados pelo seu Espírito.
Ai temos a escolha entre o querer ou não.
Não dar a luz, aos filhos que o seu dom gera, é um aborto espontâneo; devastador, e desistimulante (...).
Um dom:
Em toda minha vida, tive um único objetivo, o de ser mãe. E toda mãe é uma fortaleza, quando se trata de um filho.
Com tudo isso,vejo que sendo uma boa mãe, posso ser o que eu quiser.
Como um pássaro livre com vôo alto, mas que sempre volta onde encontra a paz.
Como uma linda escrita que chega ao remetente, mas fica a cópia cravada na alma daquele que escreveu.
Ser mãe, é ter vontade de guardar os filhos dentro de uma caixinha longe de todos, só para não vê-los sofrer. É deixá-los livres, mas presos no coração.
É um amor que enfrenta os próprios medos e ultrapassa a escuridão.
Hoje sei o motivo pelo qual eu nasci nessa vida, eu nasci para amar os outros.
Eu nasci para ser chamada de mãe!
Autora #Andrea_Domingues ©
Por #Andrea_Domingues em 20/03/2019 às 16:40
Não existe esse tal de Dom basta ter força de vontade para aprender e desenvolver a arte dentro de si.
Os livros estão sempre sós. Como nós. Sofrem o terrível impacto do presente. Como nós. Têm o dom de consolar, divertir, ferir, queimar. Como nós. Calam a sua fúria com a sua farsa. Como nós. Têm fachadas lisas ou não. Como nós. Formosas, delirantes, horrorosas. Como nós. Estão ali sendo entretanto. Como nós. No limiar do esquecimento. Como nós. Cheios de submissão ao serviço do impossível. Como nós.
Essa beleza que era também espanto
Pelo dom da palavra e pelo seu uso
Que erguia e abatia, levantava
E abatia outra vez, deixando sempre
Um rasto extraordinário. Sim, a hora,
Dois séculos antes, em que uma ausência
E o seu grande silêncio cintilaram
Sobre a mão do poeta, em despedida.
