Do nada
eu não sei de nada
nem sei se quero saber.
só sei que eu iria te fazer mal.
pode falar oque quiser, mas admitir que a culpa é toda minha já é demais.
eu errei no que?
querer te ver feliz é errar
eu quis te deixar ir, quantas vezes vou ter que repetir?
eu iria te fazer mal, eu te faço mal.
você esperneia mas não me responde.
você não fez nada errado, nunca fez
pode viver se quiser, pode me ignorar se quiser
mas se ainda quiser meu ser, estou de braços abertos
eu quero que você escolha só isso.
eu terminei, porque já tinha te perdido
se você ainda me ama, se você sabe o que é amar. volte para mim (?)
não te falei dos meus sentimentos? para de desculpa esfarrapada
meus textos são o que, minhas cartas são o que?
eu te ensinei a me amar, te dei a solução pra isso tudo. mas você preferiu ele.
eu entendo, relaxa, pode ficar com ele, eu sempre deixei isso claro.
Fugimos do nada
fazemos parte de tudo,
nessa dança cósmica
cada átomo tocado no tempo
é uma memória fatídica desse encontro,
nessa grande teia da vida
no universo e suas Leis
resumidas nos confrontos
da luz e escuridão
calor e frio
num ciclo perpétuo
sempre com novas leis.
O que rola entre nós dois: paixão. Não há nada mais bonito, não.
Há dias em que tenho tanto "nada" pra fazer que acabo não dando conta de tudo e deixo um pouco para o outro dia.
"Nada menos igualitário que a caridade, a qual consiste em amar a Deus acima de todas as coisas.
A caridade não é um ímpeto de benevolência distributiva ou comutativa, um amor cego que põe as coisas amáveis todas num mesmo plano. Ao contrário, ela é "excelentissima virtus" justamente por enxergar a hierarquia de bens existentes na realidade e entregar-se, antes e acima de tudo, ao maior deles: Deus.
Daí defini-la Santo Tomás como "certa amizade do homem a Deus" ("quaedam amicitia hominis ad Deum").
A dileção da caridade, dádiva do céu, é um ato de discernimento, escolha feita de olhos abertos, o que absolutamente nada tem a ver com a lacrimogeneidade enfermiça à qual boa parte dos nossos contemporâneos chama "amor".
Vivemos num mundo de incertezas, onde nada é concertado quando se estraga. As amizades, os casamentos e os amores líquidos são descartáveis.
A minha felicidade é a essência dos meus desejos, o meu sorriso é digno da minha personalidade. Não me cobre pelo que tenho, mas sim pelo que sou.
A minha grandeza não se define pelo que tenho, mas sim pelo que sou. Eu sou do tamanho dos meus feitos, e das minhas nobres conquistas em prol do bem da humanidade.
A inteligência de tudo que é mostra através da principios que nada aconteçe ao homem que não seja inerente ao homem.
O arrependimento pelo pecado não tem nada a ver com o medo de ser castigado, e sim com a consciência de que quebrei uma comunhão. A pior parte do pecado não é o inferno, é a ausência de Deus.
Uma só coisa é necessária! Nada, absolutamente nada, é mais importante do que a nossa concentração em buscar a Deus sem distração alguma!
Perdoar é seguir em frente. Não é esquecer a ofensa como se nada tivesse acontecido, mas é ser conhecedor de que ninguém é perfeito. De que todos estamos no caminho da evolução. É perdoar a si mesmo, antes de dirigir esse sentimento a quem te feriu. É dar-se a chance de recomeçar, limpando sua aura de ressentimentos. Porque assim, na verdade, estarás beneficiando a ti mesmo.
Enquanto no tédio da espera, almeja-se a pressa; no tédio onde nada interessa, despreza-se a pressa.
Nada de desejos, assim não sofre de ansiedade!
Nada de apego, assim não sofre de depressão!
Vivas sem Desejos e Apegos, assim serás pleno.
Nada pode fazer por VOCÊ!
Nem mesmo o seu cérebro e mente.
Somente seu EU espírito e alma pode fazer
Tudo aqui ena Sabedoria Infinita.
