Do nada
"Se souberes tu enxergar, cada flor se abrindo, de tão bela, nada mais é senão, um anjo bom sorrido".
Ninguém pode ter certeza de nada na vida. Só de que um dia vai morrer. Eu não sei se serei feliz lá, mas sinto que estou fazendo a coisa certa. Esse é o meu sonho, e no momento, acho que realizar meu sonho me fará feliz. E sei lá, acho que a vida é isso. Uma eterna busca pela felicidade.
Quando não digo nada, é porque espero ouvir, então diga... diga uma palavrinha e me encante...
Simples assim!
Dormir.
Agora venha sono,
Me leve onde nada me fere,
Me mostre o aconchego e não o abandono,
E o amor que agora me segue.
Uma longa viagem...
Sou um viajante do tempo
a procura de mim mesmo.
Nada desejo, a nada me apego,
minha vida é seguir sempre,
o caminho dentro de mim é longo,
muitas vezes, traiçoeiro, impiedoso.
Minha capa é resistente,
mas para atravessar,
há uma tentativa de barganha
entre a matéria e o espírito,
desonesta,
mas talvez necessária.
Um ritual de iniciação
para provocar a saída
das sobras ali escondidas.
by/erotildes vittoria/
Hoje o oposto da nossa boca santa
Da memória perdida, jogada
Em nada acalanta
A alma outrora outorgada.
O tempo esvai-se
A vida num impasse.
Felicidade Transpasse!
Cuide do amor puro, bondoso e bonito que existe em você. Não deixe que nada o sufoque e que nada venha matá-lo.
És um bom gajo não me fizeste nada , não tinha motivos pra
pegar sua Baby , epa peguei como ainda é não poço dizer nada
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(...) "Você nunca quer quase nada, e eu sempre quero quase tudo... Só sei, que não quero o nada... E sempre quero o contudo de você, acima de tudo."
Ninguém lhe deve nada, mas se pensar assim, estará definitivamente amarrado a outra ou outras pessoas. Quem prefere a chibata, não prefere a liberdade. Quando existem escolhas, não há o porquê do pranto.
Seja você sempre, não faça nada esperando alguma coisa em troca apenas viva e seja feliz os verdadeiros são aqueles que mesmo não aceitando seus erros respeita sua decisão.
Atormentados
Hoje nada sei sobre o tempo
Ele não me consome
Nem me pressiona
As minhas inspirações são frutos dessa inconsciência
Ardilosa mania de se sentir sem vida
Desta porta assim vigio,
Não dou entradas às emoções,
Dos castelos arruinados do amor,
A putrefação exala seus males
Grito das torres altas
Gralhas, carpideiras aves
Irritantes gemidos dos desfeitos casais,
Bocas e olhos pintados,
Ritos risos buscando argumentos,
Cada qual teve seu tempo, seu momento
Eu de mim assisto impassível seus tormentos
Nada me dizem agora,
Afora o tempo que insiste em bater a minha porta
Lá fora não existe mais
Novidade alguma
