Do nada
Nada, senão o instante, me conhece.
Nota: Trecho de poema de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Ninguém a outro ama, senão que ama
O que de si há nele, ou é suposto.
Nada te pese que não te amem. Sentem-te
Quem és, e és estrangeiro.
Cura de ser quem és, amam-te ou nunca.
Firme contigo, sofrerás avaro
De penas.
O melhor ensinamento que podemos deixar é o amor.
Acho que nada mais além disso, a fraternidade.
Não podemos perder os valores familiares.
Se conseguirmos plantar desde o início que é fazer o bem,
amar aos outros, o que é essencial para a vida, será muito
importante para a tomada de decisões certas no
momento em que precisar.
A moderação é uma lei que serve pra tudo na vida.
Nada se deve passar dos limites.
Exceto nossos sonhos.
Não crie muitas expectativas em relação a mim, não imagine nada além do que sou.
Não quero decepcionar ninguém, não vim ao mundo pra isso.
Nada me incomoda mais que,
fazer todo dia, tudo igual...
Lançar-me ao desconhecido,
ir para onde ninguém foi,
isso sim, me atrai...
Sem marasmo, sem rotina,
nada de repetir o que fiz ontem.
O cheiro de novidade
a cada manhã...
Só os tolos acreditam que estão ocultos de todo mundo. Nós podemos não enxergar, mas nada escapa aos olhos de Deus.
Estava cansado de perguntas que me rodeavam há mais de um mês. Nada perdura tanto em minha mente, já que me conhecem por meu aparecido esquecimento. Afinal, quem sou eu? Ora alguém que desperta. Menino, poeta, outras vezes, ninguém. Se contar com a mesma mente, sou gente. Momentâneo, mas sou. Olho à porta alta, penso ser astronauta, mas findo como o Zé que cansou do codinome. Cansado do farto de escrever como poeta. Miro a janela incerta. Corro e me jogo como um pássaro deve ser. Não me restou tempo nem para gritar. Caí na grama, não fraturei uma perna! Me atirei do primeiro andar.
"No meu mundo, sorrisos, cores... nada de dores - não as desnecessárias. Só há espaço para a reflexão do que é bom. E quando eu falo 'bom' digo 'para o bem' - o meu, o seu, o de qualquer alguém. Para o resto, bom... bem... ando construindo lixeiras".
Felicidade é paz de espírito, é amar sem querer nada em troca, é sorrir pra natureza, é cantar para o mundo o quão grande é sua grandeza!
Saulo Couto
Me mataram hoje
Eu sorri
Perdi o que não tinha
Estranhamente o nada faz falta
Sorri de novo
Parece que eu queria o que não gostava
Não gostar diminui a incerteza
Define alguma coisa
Coisa...
Eu consumia paredes para me referenciar
Livre, eu não sabia ser
Só sabia covardia
Tinha medo de morrer
Mas morri
Essas palavras são póstumas
Na morte desanuviamos
Nuvens são nadas que parecem alguma coisa
Mas esse nada consegue molhar e apagar teu giz legado
Na morte teus pecados não contam mais
Açoites e culpas são despejados
O mandado de desintegração de posse se cumpri
A carne se desfaz
Eram só átomos invisíveis ligado por ideias
Ideias de viver retroalimentadas por Wal Disney e seus amigos multicoloridos
Viver é morrer as poucos
E de pouco eu já tô vazio
Vivendo, você somente consegue estar
Morto você é
E se é pra ser, que seja
Viver é o dogma de quem quer ser alguém
Escute um conselho de quem já é ninguém
Morra todo dia
Palavra de defunto
E a noite...
Não há nada mais cruel que estar a dois e não estar ninguém em ninguém...
A conversa diminuída, cortada ao meio
O barulho do chuveiro
As folhas apressadas da revista
Tensão na intenção de pazes...
O que houve?
O que deu errado essa noite?
Não iríamos apenas jantar e ser feliz?
Quais caminhos pegamos errados no meio do caminho?
Quando foi que sua mão se afastou da minha que eu nem vi...
Você...
Que nem vi chegar...
Tá indo.. sem ao menos avisar
Me levando contigo... pouco a pouco...
Um beijo na testa de boa noite...
Te cubro
Pra mais uma vez não dormir...
Só clarear...
Nada poderá defender-te com tanta segurança além da fé e o caráter, pois... Um irá liga-lo a Deus e o outro, Deus a você.
