Ditadura
A Ditadura Mercantilista pelo qual tem empreendido o vasto território das artes fundamenta-se na sedução do público, a fim de depositar seus dejetos para reduzir a capacidade de raciocínio.
A diferença entre a DITADURA e a DEMOCRACIA é que na ditadura os governos roubam sem a autorização do povo; já na democracia, ao votar, nós os autorizamos. Mesmo assim, eu prefiro a democracia. Pelo menos podemos xingar.
"Significado de Xingar:
v.t.d. v.pred e v.i. Brasil. Dizer insultos ou palavras ofensivas e direciona-las contra alguma coisa ou contra alguém em específico."
Considero somente uma ditadura válida, a minha, eu sendo o ditador. O único país que aceito para se submeter à minha ditadura é o meu corpo. Qualquer outra ditadura é, ao meu ver, completamente fora dos padrões aceitáveis de convivência democrática.
A você meu caro que tem namorada, te digo, namoro "ditadura" é barco furado, observo vários casais que tem essa mesma linha de raciocínio, e tentar dizer se ela vai ou não, deve ou não é bobagem, homem tem que aprender que mulher e muitooo mais esperta, se ela tiver afim de fazer algo errado, vai fazer,e vc nem vai sonhar, seja longe ou perto, portanto todo mundo precisa de liberdade, se não confia, não namore, ou então namore com uma robô.
A democracia e a ditadura são bem semelhantes, em uma, nada se sabe o que é feito, noutra, tudo se sabe, mas nada é feito.
“Imaginem se a América fosse uma ditadura! 1% do povo teria toda a riqueza da nação. Ajudariam os seus amigos ricos diminuindo os impostos deles e pagando as dívidas de jogo deles. Ignorariam as necessidades de saúde e educação dos pobres. Sua mídia pareceria livre mas seria controlada por uma pessoa e a família dela. Grampeariam telefones e torturariam prisioneiros estrangeiros. Adulterariam as eleições. Mentiriam sobre as guerras. Encheriam as prisões com uma raça específica e ninguém reclamaria. Usariam a mídia para assustar o povo apoiando políticas contra os interesses dele. Sei que é difícil para vocês, americanos, imaginarem. Mas, por favor, tentem”.
A ditadura está dentro de nós. Quando recebemos aval, acabamos por colocar para fora nossos instintos bestiais.
É preferível uma ditadura de um governo inteligente e ético, do que uma democracia que elege idiotas e bandidos.
A ditadura…
Por ser governar, sem aval do povo;
Nem sei, como ainda existe, cá em nós?!
Devido a em tal: faltar a de nós voz;
E nela haver tanto roubar; a um POVO!
Não passa de um poder: tido entre injustos;
Para ao pobre povo, escravizar;
Daí termos que a tal, desenraizar!...
Pra pós tal, nos considerarmos; JUSTOS.
Ai que dor sinto em mim, no ver fortunas;
Roubadas, da de nós: tanta pobreza;
Nas mãos, de uma dúzia de ditadores!...
Devido a haver em nós tantas lacunas;
Quem em nós transformam: força em fraqueza;
Que tão alimenta, esses tais estupores.
Com mágoa, mas também esperança;
Tem líder que confunde liderança com ditadura, e quando pega o gosto pelo poder de mandar e fazer somente o que ele quer, não é nada fácil reeducá-lo para que ocorra uma participação alheia.
Não sabendo viver sem política, a classe letrada encontrou na ditadura o pretexto para legitimar a sua auto-indulgência. A esterilidade cultural do período foi depois inteiramente lançada à conta dos débitos da ditadura. A alegação pareceu verossímil a um público desprovido de pontos de comparação.
