Diálogo
Diálogo da dúvida -
Dúbio:
- Senhor Fábio, um cristão pode MATAR?
Fábio:
- Senhor dúbio, por quê a pergunta?
Dúbio:
- Porque dito está na bíblia: NÃO MATARÁS. Se o cristão for policial e vier a matar mesmo estando LEGAL, estará violando a mesma?
Fábio:
- Não!!!
Dúbio:
-Como assim não, só isso?
Fábio:
-Ora, e o que mais quer que eu diga? Tu NÃO mo disseste que deveria ser longo, mas apenas para te responder e te respondi.
Dúbio:
- Mas sei lá viu! você é um cristão muito diferente dos outros. Por exemplo, uma CAVEIRA DA CORE? Por que não usar algo mais brando? Sabe, isto poderá pegar mal.
Fábio:
Olha IGNORANTE, BOÇAL, CAVALO, JUMENTO...
Tu deves?
Dúbio:
Graças a Deus não.
Fábio:
Fazes bem.
Não queres ser morto pela polícia, então continues sem dever andando na linha:
E para te poupar de mais perguntas tolas, leias isto:
"Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela.
Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal".
Romanos 13:3-4
Dúbio:
-Pô nem sabia disso.
Fábio:
- ESPADA, é instrumento de vida ou de MORTE?
Dúbio:
- MORTE, pra matar.
Fábio:
Mais alguma pergunta?
("Ouviu-se" um silêncio ABSOLUTO)
10 de março de 2012 às 19:19 h
Diálogo do EU sou.
Professor ateu:
- Bem classe, eu noto que existem alguns teístas aqui "né"?
( querendo ridicularizá-los).
Pois bem, trago-vos um desafio interessante. Estão vendo esta GRANDE laranja?
A darei para o primeiro TEÍSTA que me provar onde Deus está.
Provem-me onde deus está e darei esta GRANDE laranja.
Aluna teísta:
- Pois bem professor, eu tenho DUAS grandes laranjas.
E eu as darei para aquele cético que me disser onde ele não está!
Mini diálogo entre Lucius e O Eterno Nume.
*Lucius*
- Desejo muito mais sabedoria; óh, digníssimo e magnânimo Imperador Universal!
*O Eterno Nume*
- A sabedoria que te será dada, será proporcional à tarefa que deverás realizar. Para cada tarefa, uma dosagem de sabedoria!
🤴🏽
Sobre o poder da imaginação. ( Mini diálogo entre neófito e Lucius, O Iluminado).
Neófito:
- Andam dizendo por aí, senhor Lucius, que baseias vossa imaginação, acima dos eventos da realidade. Estarias tu, insano?
Lucius:
- CARÍSSIMO Neófito, insano estaria eu, se não baseasse minha imaginação, para além das fronteiras de nossa realidade. Pois presumo que chamas de realidade, apenas aquilo que nosso tão limitado intecto, pode alcançar. A imaginação é um instrumento de Deus, semelhante a asas, presenteado ao homem, para voar para além de nossa tão curta e limitada dimensão!!!
🙌🏼🦉🙌🏼
Pequeno diálogo entre Lucius e Diamántinus.
Diamántinus: - Caro senhor Lucius, fala-me mais um pouco sobre a existência do Inferno e sobre aqueles que desacreditam nele?
Lucius: - Claro, nobre e excelente Diamántinus.
Com prazer...
É conspícuo nos riquíssimos Evangelhos, notarmos que O Cristo, Mestre dos mestres, se expressara mais sobre o Inferno eterno e ardente em chamas que consome a Alma, como se em vida estivesse, do que da própria existência do Céu. E isso fez por um único motivo: ALERTAR os Homens quanto à sua MACABRA existência. E obviamente, os advertindo em evita-los que caiam lá.
Quanto aos incrédulos, restar-nos-á saber se são ou corajosos, ou extremamente descrentes, ou se são perfeitos imbecis. De qualquer forma, como só se vive uma vez, eu não quereria pagar para ver. ( Por enquanto é isso).
Diamántinus: - Obrigado senhor LUCIUS. Por enquanto, isso é o suficiente. Gratidão.
Às 08:33 h 31.07.2023
Diálogo sobre a observação
Adamastor:
- Caro Lucius, percebeste como o dia hoje se encontra lindo?
Lucius:
- Todos os dias são lindos, caríssimo Adamastor; aos olhos daqueles que sabem contemplar!
Às 13h28 in 08.11.2023
Diálogo entre alguns representantes das Trevas e Lucius.
R.T:
- Senhor Lucius, não seremos hipócritas nem nos será autorizado sermos mentirosos contigo. Estamos aqui porque queremos te recrutar para nosso lado e solicitar teus honrosos e nobres serviços. Tuas técnicas e habilidades psíquico-espirituais muito nos interessam. Tua charmosa e sofisticada eloquência nos será mui útil e importante e queremos que venha para nosso lado. Pois és íntimo dAquele que te protege. És mui amado por Ele e Ele honra o que sai de teus lábios. Isso nos preocupa, desespera, enraivece e ao mesmo tempo, nos deixa em estado de alerta...
Lucius:
- ...
Às 16h38 in 18.11.2023”
Quando puxo conversa e não acontece um diálogo saudável com quem julgo amar-me, é
melhor ficar em silêncio.
Muito melhor calar-me e simplesmente dizer: "Prefiro não conversar." Dizendo assim, o ataque percorre pelas laterais.
Diálogo Fraternal
“Mas quanto a todas as opiniões que não atingem a raiz do cristianismo, pensamos e deixamos pensar”. John Wesley.
Essa é uma das marcas do Metodismo! Mas o pensar e deixar pensar de Wesley tinha uma regra: “aquilo que não atinge a raiz do cristianismo, pensamos e deixamos pensar”, ou seja, respeitamos quem pensa diferente. Porém, não deixamos de manter as nossas convicções, não deixamos de defender a Bíblia como única regra de fé e prática e aquilo que o Metodismo histórico defende e aponta para prosseguirmos em nossa jornada.
Dito isto, o fato de crer que o texto recebido é o melhor, não significa que não tenha comunhão com irmãos que prefiram outros textos base...
O fato de ser um cristão conservador teológico e politicamente, não significa que eu seja um radical (no pior sentido da palavra) que não possa dialogar com cristãos que não são conservadores...
O fato de ser um cristão Metodista não significa que não veja beleza e não tenha absorvido elementos edificantes em outras tradições...
O fato de acreditar no sola Scriptura não quer dizer que eu rejeite a tradição cristã e a patrística, pelo contrário, as estudo com muita diligência...
O fato de não ser pentecostal, não significa que não os tenha como irmãos ou não acredite num cristianismo vivo que precise diariamente da experiência do coração aquecido...
Por que digo isso? Primeiro porque sou Metodista (“pensamos e deixamos pensar”), e segundo, porque estou absolutamente convicto das minhas crenças e tradições.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Meu diálogo com o Tempo
Falo com o Tempo
como quem costura cicatrizes
com fios de silêncio
Ele me escuta
com os ouvidos de antes
e os olhos do que ainda virá...
Às vezes
Ele me responde
em rugas poéticas
ou
em brisas madrugais..
Noutras
apenas me olha passar
como se eu
fosse uma estação
ainda à se definir
entre o ontem, o hoje
e o que ainda virá...
Já tentei silenciar o Tempo
mas Ele tem a língua das marés
a voz dos calendários vencidos
e dos sonhos por vencer...
Em um verdadeiro diálogo, ambos os lados estão dispostos a mudar.
Não converso sozinho, mas dialogo com meus estados de espírito, vozes sem corpo, sombras que habitam meus pensamentos. Nem sempre nos entendemos, às vezes falamos em línguas estrangeiras, em murmúrios desconexos, em silêncios que pesam como pedras. Há dias em que a raiva grita alto e a tristeza responde em sussurros, outras vezes, a calma tenta interceder, mas é afogada pela dúvida e pelo medo.
Sob a perspectiva cíclica da consciência pensante, o diálogo constitui o eixo primordial que sustenta qualquer relação minimamente civilizada.
Um diálogo entre o filósofo e o poeta- ambos habitam em mim
- A vida está passando, meu caro poeta, então o que foi que fizeste da vida?
- Fiz muitas coisas, aliás fiz mais poesia do que coisas, afinal as coisas se diluem com o tempo; já a poesia, esta flui como o rio de Heráclito, se transforma.
- Nada permanece para sempre, poeta, nem mesmo o rio, tampouco tua poesia se transformará em algo concreto.
- Mas o que queres dizer com isto, meu caro filósofo, tens tu produzido algo imortal, algum pensamento que suportará o crivo da eternidade, caso ela exista de fato?
- Creio que não, e, todavia, enquanto observo e descrevo o mundo sensivel, tu ficas aí com as tuas viagens metafisicas, tentando encontrar a razão para a existência do tudo e do nada.
- Quem de nós dois é mais alienado? As coisas são o que são, e isto não tem autoria intelectual, elas são como são, nós é que tentamos lhes dar outro sentido ou significado...
" Diálogo entre o Filósofo e os Lírios do Abismo de Monfort "
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Na penumbra antiga do vale de Monfort, onde o vento descia como sussurro de eras incontáveis, o filósofo caminhava com o passo lento de quem já conversou demasiado com o silêncio. Ali, no limite entre a luz e o precipício, erguiam-se os lírios do abismo, flores pálidas que pareciam feitas de bruma e memória.
O filósofo deteve-se diante deles, inclinando a cabeça como quem saúda iguais.
Disse o filósofo
Vós, que cresceis à beira do nada, que segredos guardam vossas pétalas? Que ciência é essa capaz de florescer à margem da queda?
Responderam os lírios
Nada teme a flor que nasce onde o mundo se desfaz. Somos sustentados pela dor dos que aqui passaram e pela coragem dos que ousaram olhar o abismo sem se entregar a ele.
O filósofo sorveu o ar, como se quisesse entender a gravidade espiritual daquela resposta.
Disse o filósofo
Falo há anos sobre a essência, sobre o destino, sobre a interminável travessia da alma. Contudo, nunca me ocorreu perguntar ao próprio abismo o que ele exige do espírito.
Responderam os lírios
O abismo não exige. Ele oferece. A queda é escolha. O retorno é conquista. E a permanência, essa sim, é a sabedoria dos que se firmam entre sombras sem perder a própria luz.
O filósofo fechou os olhos por um instante, tomado por um reconhecimento íntimo, como se tivesse reencontrado um mestre muito antigo.
Disse o filósofo
Então floresceis como testemunhas da luta entre a dúvida e o sagrado.
Responderam os lírios
Florescemos como juízes silenciosos da coragem. E tu, que dialogas conosco sem temer o vento ou o precipício, já carregas em tua alma a marca daqueles que buscam a verdade no que o mundo tenta ocultar.
O filósofo abaixou-se e tocou uma das pétalas, leve como o sopro de um pensamento recém-nascido.
Disse o filósofo
Que a poesia de vossas raízes me acompanhe. Que me sirva de guia quando a mente vacilar e o espírito tremer.
Responderam os lírios
Segue, caminhante. A justiça nunca morre. E a dor, quando aceita com dignidade, torna-se ponte para a imortalidade.
O vento passou. As flores estremeceram como se prestassem uma saudação final.
E o filósofo, com passos firmes e serenidade renovada, partiu carregando consigo a sabedoria daqueles lírios que florescem à beira do impossível.
