Coleção pessoal de JeffinFreitas

1 - 20 do total de 58 pensamentos na coleção de JeffinFreitas

É muito fácil apontar o dedo para o fim de uma amizade quando você escolhe ignorar os passos que deu para chegar até lá. Algumas pessoas preferem perder um amigo incrível a ter que encarar o espelho e admitir que também erraram.


Diante desse cenário, o pior cego é aquele que chora pelo fim da amizade, mas se recusa a enxergar as próprias omissões que a sufocaram. Se você acha que não deveria perder um alguém pelo valor que ele tem, pela fraternidade que ele oferece e pela presença que te traz conforto, deveria pensar duas vezes e deixar a soberba de lado; enfrentar o próprio ego e ser o dono da sua consciência.


Afinal, uma amizade não desmorona sozinha; ela cede sob o peso dos erros que um lado cometeu e que o orgulho insistiu em não ver.

É impressionante como algumas pessoas conseguem enxergar a ausência do outro, mas são completamente cegas para as próprias atitudes que causaram esse distanciamento.

A amizade é semelhante a uma via de mão dupla, onde o fluxo vai e vem, quando essa dinâmica deixa de existir, a via perde o sentido e é desfeita para novas construções.

A pior distância é aquela criada por quem achou que o outro estaria ali para sempre, independentemente de como fosse tratado.

Cuidado para não confundir o 'sumiço' de alguém com o reflexo da sua própria indiferença.

É fácil dizer que o outro mudou ou foi embora, o difícil é admitir que fomos nós que fechamos a porta e apagamos a luz.

A amizade não morre de uma hora para outra; ela apaga aos poucos quando um lado cansa de insistir em ser visto.

Ele(a) não foi embora por escolha; ele(a) simplesmente sumiu porque você parou de acender a luz que mantinha a presença dele(a).

Às vezes a gente acha que alguém se afastou, mas a verdade é que fomos nós que, com o desleixo, apagamos a existência dela na nossa vida.

O silêncio não é uma partida, é o resultado de você ter apagado o espaço que ele(a) ocupava.

Quem muito desvaloriza acaba descobrindo que o outro não sumiu no mapa, apenas foi apagado pela falta de reciprocidade.

"Que a minha solidão não seja fraqueza, mas o terreno onde modulo a força para enfrentar o que vier."

"Para que a alma floresça em sua própria verdade, destranque o seu coração do cárcere das expectativas alheias, abaixe a guarda contra o julgamento que te molda e não tenha medo de ser o arquiteto da sua própria moral; pois a verdadeira virtude nasce da coragem de ser livre, e não da obediência que nos aprisiona."

A voz do seu silêncio e o prazer da sua ausência deve ser notório com quem não te valoriza.

A vida te revela quem são os verdadeiros amigos e todos que reconhecerão sua empatia e o seu altruísmo nos momentos que fostes crucial na existência deles, portanto, apenas preste atenção e a partir disso amplie sua visão.

A relação que desmerece é um fenômeno de ocultamento: o outro tenta apagar minha luz para não ter que lidar com a própria sombra. Meu valor próprio nasce no instante em que decido não mais me esconder atrás do desdém que recebo.

Quem não valoriza o laço hoje, não deve se surpreender com o nó desfeito amanhã. O silêncio da ausência é a resposta para quem não soube ser presença.

A pior distância não é o afastamento físico, mas o desdém de quem está ao seu lado e não faz a menor questão de te enxergar.

Há quem trate o outro(a) como um acessório: usam para compor o cenário, mas guardam na caixa assim que o interesse acaba. Está na hora de assumir a direção da sua vida e dizer um NÃO para o radar dessas relações.

Amizade não é um cargo que se ocupa, é um cuidado que se exerce. Quem só aparece no ON e foge no OFF, nunca foi amigo.