Detesto
“Me irrito profundamente com pessoas iguais, o comum é deprimente, detesto ser tratado como segunda opção e amo sua forma de como me dá atenção, seu jeito torto de me agradar, seu sorriso tímido que entrega tanto. Amo sua voz, seu cabelo, suas loucuras, o jeito de como o som sai tão fácil da sua boca... Adoro como você consegue ser melhor em tudo, em relação a mim e aos outros. Logo eu que já nem acreditava mais nesse lance de se encantar, estou amando sentir de novo, aliás agora duas vezes mais forte; é como se só te amar não fosse o suficiente, precise de mais que isso. Agora sim, sei, eu e você não é ficção... É real, é vivo. Eu tinha que te encontrar, reencontrar, inventar, reinventar e provar para o mundo o que acabo por dizer: Estou admitindo ser complementarmente seu e uma vida não foi o suficiente pra gente.”
Detesto fica a dica. Pare de dar dicas e fale na cara.
Detesto pronto falei. Uai, antes num era verdade o que você falava?
Detesto gente que fica remoendo, remoendo.
Porque bom mesmo é focar no que tem de melhor no Facebook: os amigos, os amigos de VERDADE!!!
Detesto mentiras, mas não posso dizer que sou alérgica a elas, se não estaria toda empolada, ou talvez morta pelas urticárias de tanto conviver com você.
Eu gosto muito das pessoas, ou eu as detesto. Mergulho fundo, porque sou assim. Não sou simpática se eu não quiser, não sei fazer "sala" com quem não quero. E não estou na vibe "docinho" todos os dias. Porque você pode me rotular do que quiser, é um direito seu, embora isso seja apenas um direito e pode significar nada pra mim. Me reservo para os poucos e bons. E isso sim é um direito meu, absolutamente meu.
"Aprendi, com a Matemática, que a ordem dos fatores não altera o produto.
Detesto contestar os sábios, mas tenho que fazê-lo:
Não seria eu, como sou hoje, se não tivesse sido outros 'eus' tantas vezes antes, na exata ordem que o fui".
Eu detesto ir embora sem me despedir, mais é melhor eu seguir em frente, embora eu tenha mantido em segredo, nesses últimos tempos estou triste, vivemos num mundo muito complexo e agitado, e às vezes perdemos a direção, mais se tivermos sorte, o senhor nos envia um anjo “amigo” que nos conduz para casa. Mas não se enganem não, amar as pessoas é uma tarefa difícil, e as famílias todas se misturando, porém se dermos as mãos uns aos outros e segurarmos firmes a caminhada se torna mais fácil, e a nossa passagem se torna menos sofrida.
Pior que a tristeza, a solidão, a saudade, a arrogancia, tem um sentimento que eu detesto mais: A INGENUIDADE!
Detesto futilidades, preciso e busco pessoas e relacionamentos sólidos e gratificantes;preservar só quero o que me faz digna e humana.
Detesto permanecer igual por muito tempo. Abomino a constância. E isto me torna uma metamorfose ambulante. Detesto tanto que quando o fato de viver em mutação se torna uma mesmice, acabo aderindo a constância... só para fugir do invariável.
Detesto mesmice, a rotina me aborrece. Gosto de surpresas. Gosto de coisas que façam meu coração acelerar. De sentir calafrio, de sentir arrepio. De um beijo roubado, de um abraço inesperado, de um olhar avassalador, que diz tanto sem dizer nada. Da mão quando toca a minha e do carinho delicado que recebo nela com as pontas dos dedos. Não me chame pelo nome. Detesto também. Me chame pelo que gosto de ouvir. Quero colo, quero aconchego, quero calor. Quero tempero, quero sal. Não adianta. Não sobrevivo só com arroz e feijão. Aliás, morro de fome.
"Detesto essa mania que as pessoas tem de construir e demolir fantasias, sobre os outros. Não quero me encantar com ninguém, só por mim mesma."
Detesto presumir algo e o presumivelmente não mentir, dar razão para minha razão, o imprevisível causa, espanto, asco, alegria súbita e admiração, porém o previsto nem isto.
Verdades.
Eu as procuro por que detesto a ideia de ficar "engessado".
Questiono tudo que está consolidado em mim para evitar a arrogância e prepotência.
Eu detesto esse discurso que é preciso ser o melhor em tudo o que se faz. Porque? Para quê? Para quem?
Porque não podemos simplesmente desfrutar da vida e das coisas como aprendizados e oportunidades para fazermos parte da história de alguém de maneira simples e despretensiosa? ... Quando vejo alguém dedicando -se a a alguma coisa que gosta e imediatamente outra pessoa canaliza aquilo para ganhar dinheiro ou tornar-se uma carreira. As pessoas se esquecem de desfrutar do que são.
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