Despedida da Família
Foi-se a vida
Em ferida
Despedida
Desmedida
Desregrada
Foi-se em versos
Sem prosa
Em palavras
Não faladas
Foi sem foice
Tomada por pragas
Ervas daninhas
De ciúme, orgulho,
Coisas mesquinhas
Foi-se a sorte
E a morte
Foi-se em vida
Despedida Inusitada
Eu ando pelo mundo procurando ver
Coisas que me façam crer...
Que exista algo bem melhor
Num plano quase infinito
Algo cada vez maior
Longe de qualquer grito
Procurando cores e sabores
De uma vida viciante
Espinhos e flores
Imaginação constante
O sonho na janela
Já não quer mais voar
As dores de um mundo à espera
Já não querem mais cessar
O final de um fim aflito
Vai ficando por aqui
Um mero adeus bonito
Um pouco longe de ti
Violência é sinônimo de saudades,
Saudades lembram-me despedida
Despedida, adeus dito precocemente
Há um ente querido que não voltar mais
Ao falar de violência
Lembro das agressões dos políticos
Que sagram os nossos impostos
Em benefícios por si próprios
Ao falar de violência
Chego sentir na pele
Os esforços dos nossos professores
Nossos eternos mestres
Por receberem salários míseros
Mas não perdem a alegria
Por lutarem e quererem
Uma sociedade digna para todos
Ao falar de violência
Discuto sobre as condições precárias dos policiais
Além de receberem salários míseros,
Lutam dia após dia
Em prol da sua vida e da sociedade
Ao falar de violência choro de raiva
Pelas impunidades causadas pelas nossas leis
Que infelizmente, parecem favorecer
Cada vez mais os transgressores das leis
Ao falar de violência,
É bom lembra-se das transgressões
Que cometemos por omissão de denuncias
Que presenciamos no dia após dia
Ao falar de violência não devemos esquecer
Que o educar não sinônimo de bater
E que cada um de nós somos responsável diretamente
Por elegermos pessoas erronias,
Para serem políticos gestores
La vida es una gran torbellino de emociones cada día. A llorar las lágrimas de despedida. Otro, llorando lágrimas de la llegada ...
Dúvidas
Você aparece sempre
em tom de despedida
e a ferida
não transporta cicatriz
quem não condiz
com as águas do passado
fica ancorado
no caminho pra ser feliz.
(A despedida)
Lá vem o choro seguido de lágrima e com as lágrimas vem o lamento e com o lamento vem a dor da perda e com a perda vem o sofrimento e com o sofrimento vem a angustia acompanhada do choro.
Quantas coisas mais estão por vir em nossas vidas,na madrugada escuto o soluço de uma criança que havia chorado muito,E pergunto criança onde sua mãe está e o que faz sozinho na rua a essa hora e num piscar de olhos a criança some como um pensamento que é esquecido no nosso esquecimento mortal.
Desaparece sem deixar pistas ou vestígio de onde tenha ido ou estado sua mãe e continuo a caminhar em direção contraria de minha casa,por que lá não quero mais voltar.
E ai me despeso da minha vida antiga atras de uma vida desleal e desamparada,soluçando com muita lágrima no rosto grito por socorro,mas socorro ultima vez que me viu deu adeus sem se despedir e foi embora no dia seguinte antes da despedida.
Galope da despedida
Disse a sua princesa:
Logo voltarei, logo estarei aqui
Mas a sua tristeza
Não a deixava permitir
Quero que me leve
No galopar do seu cavalo
E me dizer que a mim tu queres
De estar, pra sempre do meu lado
Meu bem
Eu sei que feliz tu não estais
Leva o meu sabor, o meu clamor
Comigo fica a ausência e nossa dor
Mas o meu coração contigo vai
Quando os lábios não se tocam momento da despedida, são sempre os olhos que trocam o beijo da despedida!
Tudo em nós foi porto, aeroporto, despedida
E o resto de carinho guardado no colo
Esvaiu-se tão etéreo como álcool.
Ai vai um beijo de despedida, seu cão nojento.
[Jornalista, após atirar sapato no ex-Presidente Bush]
QUE BOM SERIA
Que bom seria
Se não houvesse despedida
Porque é tão triste
O momento da partida.
Que bom seria
Se eu pudesse ver o dia
Ao lado dela
Amanhecendo
Que alegria!
Me desse ela
Toda a chance
Que eu preciso ter
Pra que a envolvesse
Em meus braços
E então lhe dizer...
Eu lhe diria:
Que ela é, minha alegria
Minha paz
E que irradia
Toda a força
Ao meu viver.
Diria mais
E muito mais
Eu lhe daria
E a veria como eu
Tão contente, de prazer...
É minha gente todo dia é uma despedida, uns vai, outros vem, alguns pegam um avião e vão mais além, onde toda essa gente vai chegar? não sabemos, o que sabemos é que sempre terá alguém a esperar e a chorar. Ai... nem terminei ainda e já bateu aquela saudade provocando suspiros profundos, no entanto não dá pra fugir da lei da vida: "Coisas boas se vão para que melhores possam vir" já dizia Caio de Abreu. É meus amigos´... é triste afirmar isso, Mas tudo passa, eu poderia terminar esse texto amanhã, Porém se tudo passa, vai que nesse intervalo a minha vida se vai com o tempo! Pensando nisso o terminarei aqui agora com a frase mais bonita ou mais triste, Mas isso é vocês que decidem como interpreta-la. "... E no final de tudo o que terá valido a pena é o que permaneceu com você e não o que passou por você"
Despedida
Estou me despedindo na madrugada quente onde o coração é frio...
Não gosto de me despedir da ideia do que me fez tão bem. Porém trago comigo todos os bons momentos e a eterna admiração que tenho por toda sinceridade destilada.
Aprendi que no momento da vida em que nos encontramos divididos, devemos escolher amar primeiramente o nosso bem estar, mesmo que tenhamos que abrir mão de algo ou de alguém.
Eu respeito coisas destes tipos, aliás, é exatamente TUDO isso o que o torna apaixonante!
Bons exemplos devem ser seguidos, e eu vou em paz pelo mesmo caminho, pois a vida às vezes nos coloca em situações difíceis onde não existe o "certo" e o "errado", o que existe é uma palavrinha chamada:
Escolha.
- Paz e Bem.
"Se o dia de partir chegar, não gaste palavras com despedida, diga com um olhar o que o coração quer falar"
Sou feita de dores
de partidas
de pedaços
de saudades
de lágrimas
de despedidas ...
Mas a cada segundo
da minha vida
Me ponho aos pés da
imensidão !
O mundo pode até me dizer Não
Mas não desisto ...
Ouso a me libertar de tudo ...
Tudo que aprisiona o
meu coração !
ALGUMAS DESPEDIDAS DEVASTAM AGENTE!
“Todos os dias é um vai-e-vem, a vida se repete na estação: tem gente que chega pra ficar, tem gente que vai pra nunca mais.” (Milton Nascimento)
Despedir-me de minha mãe foi a mais dura lição que a vida me deu até hoje. Ninguém está preparado para a morte, para viver de repente sem a presença de alguém que tanto amamos. Seja aos poucos, seja repentinamente, o adeus com gosto de demora sem fim antecipa toda a dor que esse enfrentamento carrega e nos coloca diante do imutável, do indelével, do que não se pode mais mudar. E como dói.
Minha mãe foi minha maior e mais bela referência de vida, de mundo, de ternura. Minhas primeiras lembranças já são comigo amando-a sem medida e foi assim até o dia em que ela partiu – é assim até hoje, aliás. Ela foi minha procura nas noites de pesadelo, meu consolo nos momentos de desespero, meu conforto sempre que a vida dizia não. Foi meu norte, meu sul, meu leste-oeste, lá fora e dentro de mim.
Eu adorava repousar minha cabeça em seu colo, em frente à TV, enquanto ela me contava dos atores de sua época. Eu ficava ao lado do fogão, enquanto ela cozinhava, ouvindo-a contar sobre os enredos dos romances que tinha lido, sobre as pessoas que tinha conhecido, sobre sua infância, seu namoro com meu pai, seu amor pelo meu avô. Ela amava a família, amava as festas, amava viver. Herdei dela – e por ela – meu gosto por filmes e livros, meus anos aprendendo piano, minha teimosia em sorrir, apesar de tudo e de todos.
Minha vida é rodeada por minha mãe, tudo a tem, seu cheiro, os sabores de seus cafés da tarde, as cores do Natal, a missa, o carnaval. Ela era minha mais fervorosa fã, acreditava em mim, torcia verdadeiramente por mim. E eu consegui voltar de meus descaminhos porque não me permitia magoá-la. Fazia por mim e por ela, éramos eu e ela sempre. Ah, e como aquela mulher também sabia ser ácida, com palavras que doíam fundo, quando necessário, porém, tudo era amor e saber isso me bastava.
Deixá-la ir foi a mais dolorida atitude que pude tomar. Nos seus últimos momentos de consciência, antes que a morfina lhe roubasse a lucidez, passei a noite junto com ela. Naquela madrugada sem fim, no hospital, ela apontava suas bochechas pálidas, pedindo-me que a beijasse várias vezes. Ela queria me dizer, com esse gesto, que me amava, que eu deveria ser forte, que eu nunca a decepcionara, que eu era e sempre tinha sido um filho querido. Ela se eternizava dentro de mim desde sempre e foi indo, enquanto eu abraçava aquela fortaleza que me sustentara até então, dizendo-lhe que ela já poderia descansar, que ela já tinha resistido muito além de suas forças, que criara seis filhos de forma exemplar, doando-se além de si mesma.
Creio que nenhum adeus é tranquilo, indolor, mesmo quando nos despedimos do que nem tanto bem nos faz. A saudade é muito peculiar, porque ela já se instala assim que o outro se vai, nem dá tempo de a gente pensar sobre a ausência – vem automaticamente. E a gente continua, porque é isso que quem partiu espera de nós, que prossigamos a nossa jornada sendo quem somos, junto a quem ainda caminha conosco, amando-nos e precisando de nós.
E, como a gente nunca sabe quando será a última vez, ainda que não tenhamos tempo de nos despedir de quem parte – algumas partidas são ainda mais injustas, visto que repentinas -, a força do amor faz com que somente fique tudo de bom em quem vai e em quem fica. O adeus está presente nos momentos mais especiais que passamos junto com as pessoas, vai sendo construído na forma do afeto que se vale dos gestos, olhares, palavras, no cotidiano do amor. E é o amor que se leva. E é o amor que nos mantém vivos na certeza do reencontro, na fé que sustenta essa distância forçada que a vida nos empurra.
Viver sem a presença de alguém que amamos é possível, sim, mas parece que nada mais fica igual, nada permanece o mesmo, lá fora e aqui dentro. O tempo diminui aos poucos a dor e a gente se reergue, mas fica lá no fundo da alma um pedacinho em aberto, um espaço vazio, porque as pessoas morrem, mas a saudade não. E as lembranças gostosas acalentam os nossos dias, consolam quando a tristeza quer crescer, ajudam quando a vida derruba, acalmam quando o sol se vai. Porque perder minha mãe sobretudo me tornou ainda mais convicto de que a força do amor é mais forte do que tudo, até mesmo do que a dor da morte. E, parafraseando Chico Xavier, não duvidemos: o reencontro com nossos amados arrebentará as portas do céu.
Na vida é preciso fazer algumas despedidas, escolhas errada e chorar de arrependimento.
Na vida é preciso ter duvidas, ousar da incerteza e abusar do acaso.
Na vida é preciso voltar atrás, pedir nova chance e encarar um recomeço.
Na vida é preciso ceder, aceitar o que não gostaria e saborear o novo.
Na vida é preciso abusar da felicidade, rir do desespero e cultivar o passado.
Na vida é preciso esquecer as convicções e abraçar o que vier.
Vida é viver!!!
A partida
Encontramos-nos em meio à despedida,
Mas afirmo que eram dias maravilhosos...
E este era o lugar de sempre nesta alegria,
Onde trocávamos os nossos sentimentos...
Pode acreditar que o tempo ainda corre,
Mas na vida em tudo muito se renova...
Hoje o velho amanhã terá o seu renovo,
É o nascer e morrer em todas as pessoas.
Tanto na chegada quanto na triste despedida,
As lágrimas são sentidas com muita comoção...
Mas os rastros que ficam são de linda magia,
Consequência dos bons momentos de emoção.
A partida abre mão de toda continuidade,
E mesmo sentida às vezes ela é necessária.
O questionamento trai a nossa felicidade,
Orgulho descrente de uma decisão acertada.
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