Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
" Sou o que sou,do jeito que sou...
Sabendo de onde vim pra onde vou...
Sou um pouco daquela palavra amor
velha,
riscada,
um pouco apagada...
Mas trazendo de volta a ternura da flor...
No jardim florido de uma vida...
Onde nunca esqueci do que fui...
Pois ainda sou"...
Sou, Um pouco do que há em você.
Sou um sorriso nos seus Labios
Sou o brilho do seu olhar
Sou Um Lagrima de Tristeza
Sou uma Gargalhada de Alegria
Sou Sua Revolta sem Volta
Sou Seu mundo Sem Um EU
Sou Assim Um Complicidades de Momentos, Sou o Seu Melhor encanto e desencanto..
Sou o chato do seu Amigo
Sou Um Ser Indefinido..
Sou as Vezes preferido e as vezes Destraido, Sou Aquela Velha ilusão de pessoa Normal, Sou o Seu Amigo Leal. Sou Assim Simples e complicado
Perfeito defeito de Ser Um Ser Humano igual Você ..
Sou o que poucos conseguem enxergar e entender. Sou aquilo que quero ser. Sou um pouco de solidão, repressão, insegurança, tristeza. Também posso ser diversão e confusão. Tudo depende das pessoas que estão ao meu redor.
Mas além de tudo, sou aquilo que me tornei com o tempo.
Sou patricinha? Sou sim, gosto de me arrumar, passar uma maquiagem e confesso ser um pouco fresca para algumas coisas. Mas o lado que ninguém conhecia de mim (uma pena) era o lado palhaça de ser, de falar besteira e de brincar igual um homenzinho na rua. As pessoas gostam de julgar por aparências, odeiam alguém só pelo que veem por fora. "Nossa que patricinha nojenta, fútil, escrota, antipática" (parece que esses adjetivos acompanham necessariamente o termo patricinha né?). Eu não tenho problema com quem não gosta de mim, mas quero que você não goste de mim depois de me conhecer, depois de conversar comigo; aí sim você tem todo direito de dizer: "Nossa, que garota ridícula".
Tenho mil defeitos e, poderia enumerá-los todos aqui. Sou um pouco egoísta; sempre me coloco em primeiro lugar, pra depois pensar em você e em todo o resto. Já quis muito cuidar das pessoas, mas ninguém quis cuidar de mim. Há quem me critique, mas hoje o meu amor próprio fala mais alto. Ás vezes sou grossa e estúpida, mas só com quem faz por merecer. Não sei ouvir coisas erradas e abaixar a cabeça, falo um monte também, penso mais ainda. Sei lá, não tenho paciência para especulações, pra perguntas cretinas, pra gente indiscreta e falsa. Acabo sendo grossa e ganhando o ódio eterno das pessoas. Sou preguiçosa, admito; tenho vontade de ficar na cama o dia todo, acordar, comer e dormir. Esse negócio de trabalhar não é pra mim; mas infelizmente eu não nasci rica, e se eu quiser ter o que comer e vestir, tenho que dar meus pulos, tenho que acordar cedo e ir trabalhar. Sou impaciente, ansiosa; não me peça pra esperar nada, quero tudo no meu tempo. Sou um pouco manhosa, talvez mimada e, odeio quando me dizem 'não'. Sou dramática, bastante chorona; choro assistindo novela, filme, lendo livre, choro as dores dos outros, choro por tudo e por todos. Sou meia paranoica, um pouco insegura, e quem sabe até um pouco psicopata; quando uma situação tá começando a ficar muito boa, começo à esperar pelo pior. Vivo com um pé atrás com todo mundo. Sou impulsiva, falo e faço coisas sem pensar, as vezes me arrependo, as vezes não. Sou feita de sentimentos, quase todos à flor da pele. Sou cheia de erros, de falhas, mas acima de tudo, sou cheia de amor. E não me condeno e nem me julgo por ser assim, me aceito e me amo como sou, por isso não mudo por ninguém; se você não gosta de mim, a porta está aberta, pode sair; mas se você escolher ficar, eu lhe garanto boa companhia.
É, sou complexa. Já fui romântica, hoje nem um pouco. Já fui bem mais sociável, hoje seleciono meu ciclo. E por aí vai... Menos intensa, menos entregue, menos influenciável. Uma hora a gente cansa de levar porrada da vida!
Sempre precisei de um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto.
E destes dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo:
O que é demais nunca é o bastante
E a primeira vez é sempre a última chance
Se fiz o que fiz foi por que sou um amigo.. embora pouco se dar o valor, só um dia quando for uma lembrança, e escorre pelos olhos como lagrimas, ai de fato vai sabe a minha importancia..
Sou negligente, um pouco exigente, as vezes inexistente. Sou carinhosa, de vez em quando manhosa e raramente engenhosa. Já me chamaram de ignorante e também de arrogante, mas nunca de brilhante. Sou uma fria apaixonada. Sou o sol, a lua. Sou o dia a noite. A cidade e o campo, sou a mistura, sou a junção, sou o fim, o inicio. Sou a felicidade e a tristeza, o sorriso e as lagrimas, o lápis e a caneta. O mundo, o planeta. Se pensas que sou o fogo não se engane sou a água também. Se achas que sou unica, acha errado, sou varias. Se diz que eu sou o sim, sou o não. Se me acha correta, sou errada, se acha que sou controversa acha certo mas faria de tudo para você achar que está errado. Se pensas que sou algo, saiba que pensará errado. Sou negligente, um pouco exigente, as vezes inexistente […]
Aqui há um pouco de mim, mas muito pouco, diante de tudo aquilo que sou...Aqui, minhas mudanças, as metamorfoses, porque um dia sou borboleta e, em outro, dragão. Este espaço é meu, porém para todos aqueles que carinhosamente passam por aqui e, como há coisas que gosto e desgosto, com certeza, para os que correm os olhos por estas palavras, não poderia ser diferente. Ao contrário do que alguns pensam, não tenho presunção de ser escritora ou poetisa. Tenho sim, intenção de olhar para trás e ver todos os meus momentos compartilhados com gente igual a mim, que sente tudo, que não deixa a vida passar em branco e que sorve o viver em minúsculos goles.
Aqui as chuvas que tomo, nos dias de verão, sem perder uma gota que seja; meu riso escandaloso, porque dou muitas risadas, pois ao contrário do que pensam, não sou triste... Sou os meus amores, meus desejos, meus desesperos, minhas incríveis aventuras. Aqui posso dizer o que os outros não tem tempo para ouvir: que gosto de flores, somente na terra, onde crescem soltas e absolutamente vivas; que adoro ver os pássaros voando pelas àrvores, muros e telhados e que, destruiria todas as gaiolas, pois criatura viva alguma nasceu para ser prisioneira; que ando descalça, pelo menos cinco minutos por dia; que adoro gatos persas e as suas cantorias embaixo da minha janela; que não vivo sem café porque seu cheiro é indescritível e seu sabor revigorante; que sou fascinada por anjos e fadas; que sou louca por histórias infantis e vivo reinventando cada uma delas; que muitas vezes fico em profunda nostalgia, mas jamais em depressão; que passo horas sem mexer um músculo e, são estes momentos que me colocam de frente com minha alma; que ligo para os meus amigos de madrugada ( logicamente que, com aqueles que possuo tal cumplicidade); que durmo muito pouco e, por isso há tempo de sobra para fazer tudo o que faço...Além disso há muito mais, que hoje pode ser tudo isso e, amanhã, tudo mudar.Sou infinita como todos os demais seres... Como eu há muitos tantos. E é por tudo isso que sinto vontade de vir aqui todos os dias, conhecer a mim e aos que por aqui passam.
Sou um pouco dos lugares em que fui, um pouco das pessoas que conheci, dos amores que vivi. Sou um pouco do mundo. Tenho em mim chuvas em lágrimas, um ritmo meio ao vento. O sorriso de criança ao olhar o palhaço. Cada contos diz um pouco dos meus sonhos. Também sou o silêncio dos dias de domingo, o barulho das sextas. Tenho a força da minha fé. O que vi em cada olhar eu carrego dentro de mim. Vivo o luto. Viva o amor. Sou a vida a viver.
Tudo bem, eu sou mesmo um pouco aluada. Sonho demais, penso demais, idealizo demais. Mas, acredite: eu sei manter os pés no chão.
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