Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Poema glicêmico
O velho lenhador diabético
pegou marmita, um pouco de café
e batata doce,
um quilo de açúcar, machado e foice;
durante o dia suicidoce.
A vida é uma breve passagem
com tempo predeterminado,
com um pouco para mais ou para menos!
Em pensar que existem pessoas,
que tentam juntar fortunas como se
fossem viver mil anos, ou mais.
►Do Vento Ao Tempo
Tempo, eu peço mais um pouco de tempo
Estou te dizendo, me dê mais tempo
Vivo cada momento, mas preciso de mais um tempo
O vento sopra em meu rosto, e sinto um sentimento perfeito
Não corra contra mim, sou seu amigo, sou sim
Me faça enxergar além do céu,
Me faça acreditar que o mundo não é tão cruel
Eu preciso de mais tempo, tempo, porém
O amor que tive tem que passar
Minha jornada precisa melhorar,
Mas, para que isso aconteça, preciso de ajuda
Se não, eu acabarei na mesma
Me presenteie com mais alguns minutos
Este será o suficiente para entregar a quem amo, o mundo.
Tempo, falta muito para eu estar cem por cento
Prelúdios estou tendo, meu fim estou vendo, me ajude
Estou rodeado por abutres, o que posso fazer, eu não sei
Tenho medo de me perder, por isso preciso de você
Dizem que você cura a dor,
Dizem que você amadurece o pensador
Quero ser mais uma testemunha do seu poder
Quer poder viver mais um pouco,
Quero dizer com prazer que amo viver
Me conceda mais um pouco de tempo
Você sabe que me falta pouco tempo
Estou sentindo, a morte está me perseguindo
Me corpo está sofrendo, está se corroendo, se desfazendo.
Eu entendo, tempo, que estou morrendo
Mas ainda sinto uma faísca em meu peito
Eu ainda sinto a brisa do vento
Sei que estou sem tempo,
Mas ainda estou cheio de pensamentos
Sei que cometi muitos erros e continuei vivendo,
Porém, peço desculpas, mas sou humano, vivo aprendendo
Por isso eu te peço, tempo, me dê mais tempo,
Juro para você que serei diferente, eu te prometo.
Quero poder recuperar o que perdi
Quero me despedir de quem se foi e nunca mais vi
Não pretendo desistir de fazer sorrir quem entristeci
Por isso te peço mais uma chance
Lá no fundo sei que não recuperarei o antes,
Mas, ao menos farei valer cada instante
Como palavra, eu te ofereço meu nome
Prometo a você a diferença, juro pelo meu sangue
Não importa se o vento acabar me levando para longe
Eu darei prioridade aos meus sonhos,
Aos amores e brigas de ontem.
Preciso de você, sempre precisei
Você é implacável, e não quero me tornar uma pedra,
Mas, que tal me dar uma chance para que eu cumpra minha meta?
Vamos, tempo, me deixe cumprir minha promessa,
E viver a vida que tanto me detesta?
Por favor, aceite o meu coração. Ele está um pouco ferido, com algumas cicatrizes, mas, com você creio que ele ficará feliz, ainda que machucado.
Fracasso e mediocridade, sao palavras um pouco sombria e desanimadora, en que faz nos sentir um pouco com medo, dentro de uma escuridão dentro de nos. Mas por tras delas se revela as pessoas que somos realmente. As mesmas corre juntas ao mesmo lado, mas existem dois caminhos opostos para ambas. Pessoas proativas entende que o fracasso inconformista, aquele que você nao aceita o mesmo, em que se torna o mesmo fracaso em algo empírico se aperfeiçoar e se tornando uma melhor pessoas para chegar vitoria. O fracasso conformista, ele vai te levar para o único caminho.. esse leva para a propria mediocridade e na escuridão da derrota conformista aceitável. O medo é uma condição na qual os covardes se apoiam para tentar explicar suas mediocridades. Não procure justificar ou entender mediocridades, pois 100% de cada DNA de nossos projetos humanos se nutrem de tal essência. E por isso que o sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência. Então tome seu fracasso inconformista do que o fracasso conformista para você nao chegar na margem de uma pessoa mediocre.
Há pouco tempo que te conheço
Há poucas horas que te vi
Me nasceu um sorriso escancarado
De continuar sorrindo...
Em um sorriso sem fim.
Eu era pássaro em formato de gente. Aí eu descobri que todo céu precisa de um pouco de chão. Você é meu galho favorito!
Todo o homem um tanto humano, tem um pouco de anti-Cristo... Seu desejo de destruir a civilização, é antagônico ao desejo de felicidade....
Nunca demorei-me num lugar
morei pouco porque morei às voltas
e nunca mobiliei um objetivo.
O apartamento comprado tinha belas texturas
combinando a força dum azul cansado com um áspero rubro
e os dois pareavam sem atenção, flácidos
em paredes de gamas opostas.
Simples janelas de alumínio,
quadradas, respingadas de tinta,
eram no entanto minha casa.
Abri-las e respirar qualquer ar
faziam-me dona de muitos limites
e eis porque viajei até aqui
como se tivesse desterrado
com uma maculada mão cuidadosa
algum fim.
Pouco importando qual seja o modo de produção, para um sujeito ganhar alguma coisa é preciso que alguém ganhe MUITO MAIS.
EM MEIO AOS ESCOMBROS
Parei para pensar um pouco no que aconteceu em 11/09/01 às torres gêmeas chamadas World Trade Center, em New York. Após os aviões se chocarem com aqueles arranha-céus, foi questão de pouco tempo e tudo vei a baixo, restando apenas toneladas de concreto reduzido a pequenos fragmentos, toneladas de ferro retorcido e corpos sem vida. Puro escombro.
Relembrando tragédias como essa, me vem à memória outras como o Tsunami que varreu o litoral da Ásia matando mais de 200 mil pessoas. Passado a fúria das águas tudo o que restou foi juntar centenas de milhares de corpos misturados a milhões de toneladas de escombros. Sempre que ouvimos falar em escombros nos é certo que associado a esta palavra está a tragédia, a destruição, a tristeza. Aos sobreviventes dos escombros fica um sentimento de desesperança, de medo.
Não é diferente o que aconteceu com a chamada “Fé”. O homem hoje encontra tem sua fé, sua esperança em meio aos escombros do ceticismo causados por uma igreja que não sabe mais ser igreja. Quantas igrejas pregam o amor e não conseguem vive-lo na prática nem com os “irmãos”, quanto preconceito e a Verdade Bíblica continua sendo belíssima, mas nas folhas da Bíblia e não nas mãos, nos pés e na boca dos que dizem ser cristãos. As igrejas passaram por grandes desastres, uns naturais e outros causados por forças externas e até internas e estão agora entre escombros, restos de destruição e tudo isso sabe por quê? Porque eu e você nos esquecemos que a igreja não são as paredes, o teto ou chão de mármore, suntuosas construções para nos encher de orgulho enquanto escondem nossos escombros religiosos. Enquanto os corredores dos templos estão limpos, os vidros incrivelmente transparentes, os bancos envernizados, os fiéis permanecem sujos, em meio a lama, chorando perdas passadas e quem sabe futuras e não tendo forças para se levantar e começar a faxina espiritual.
Os templos estão cheios de pessoas cruéis, desonestas, maldosas, e desencorajadoras de toda boa obra. Esquecemos que nós, as pessoas, é que somos a igreja, e, a igreja só é verdadeiramente igreja quando agirmos como uma. Deus não nos chamou para julgamento, não nos chamou para ira e discórdia, mas nos comissionou para o amor. O que levantou os Estados Unidos após 11/09, a Ásia e outras tantas nações que um dia se encontrou em meio a escombros não foi nada além do amor e cumplicidade mútua entre pessoas que os fizeram crer que não era o fim. O mundo está em meio ao restolho de uma guerra espiritual, afundado na descrença e a Igreja (eu e você) somos as pessoas que Deus chamou e capacitou para limparmos os escombros e trazermos vida e esperança à humanidade. Então comece já a ser igreja.
Vamos conhecer um pouco da Historia de Sampa,
falando sobre a séde do Governo Paulista.
Nem sempre ocupada por quem de direito, mas
vale a pena conhecer a história...
Ósculos e amplexos,
Marcial
PALACIO DOS BANDEIRANTES, séde do Govêrno Paulista
Marcial Salaverry
Vamos recordar um pouco, falando sobre a romântica antiga séde do Govêrno de São Paulo, um vetusto casarão no Bairro dos Campos Elíseos, que então era um dos pontos mais elegantes de São Paulo, com seus casarões seculares, habitados inicialmente pelos barões do café, e a seguir pelos capitães de indústria que comandavam os destinos economicos do Estado e do País.
Quando começou a decadência do Bairro, e os "Donos da Economia" começaram a se transferir para os Jardins, e outros bairros mais charmosos, começaram a pensar onde erguer o Palácio do Governo, pois os Campos Elíseos começava a se transformar num bairro essencialmente popular, e a proximidade com a massa popular, poderia facilitar quaisquer ações eventuais contra o Govêrno, algo sempre temido pelos "donos do poder", que na época, precisavam encontrar um local onde o Governo pudesse ser exercido com privacidade, longe de pressões mais fortes. Mas onde?
O local escolhido foi o então Morro do Morumbi, que era uma autêntica reserva florestal dentro da cidade, local predileto para jovens aventureiros para passeios ciclísticos, e para trilhas de aventuras.
Corria o início dos anos 50. Para sorte dos que se dispuseram a essa aventura de desbravar as matas do Morumbi, não existia o IBAMA, senão eles teriam sérios problemas para levar adiante a empreitada.
Para facilitar o "desbravamento" daquela região, o Govêrno doou ao São Paulo Futebol Clube, uma imensa área para que fosse construida sua séde social.
Paralalemente ao Palácio dos Bandeirantes, foi erguido o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, também conhecido como Morumbi, local de todos os jogos decisivos de nossos Campeonatos , isso até poucos anos atrás...
Quem vê hoje a magnitude desses dois empreendimentos, não calcula a luta que foram os primeiros tempos, pois o acesso aos locais era bem difícil.
Quem vê hoje, o Morumbi, intensamente povoado, sem mais nenhuma área verde (apenas os jardins das residências), não faz idéia da beleza que eram suas matas verdejantes, e como era gostoso passear por lá, para respirar o ar puro, algo que não era permitido fazer na cidade que não parava de crescer...
Eis aqui uma visão do Palácio dos Bandeirantes, onde são decididos os destinos do Estado de São Paulo, bem ou mal dirigido, dependendo sempre de quem estará à testa do Govêrno.
Na história de sua construção, vai um grande pedaço da história desta São Paulo que nunca para de crescer...
E como está próximá a comemoração de seu 464º aniversário, vamos a esta pequena homenagem, esperando que tanto hoje, como dia 25/01, sejam UM LINDO DIA para todos nós...
Um pouco de inocência e uma dose de ingenuidade, proporcionam alegrias tão boas ,que ainda que tudo dê errado ficamos com resquícios de felicidades.
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