Declaração de Amor para o Homem Amado
Não vivo sem ti, meu amor, meu brilhante!
Vejo, amiúde, teu corpo ao delírio!...
Na maresia com passos fascinantes
Tocou minh´alma com versos oníricos!
Vieste, enfim com o teu olhar alucinante
Modificar a minha canção lírica;
Já temos a rotina cativante; -
E feneceram todos os martírios!
Caminho, leve, sob tua infinda luz
Na Via-crúcis não tenho mais a cruz
Sem parar curto o néctar da tua fronte!
Medito... Busco frases nunca ditas...
Ah, tua aura multicor!... Paz infinita!...
Navegaremos nas águas da fonte!
_Meu amor
mundo perdido pelo caos
a dificuldade de viver...
entre muitos momentos estamos no silencio
que acalma quando momento está na hora
tudo se passa num algoz friamente,
terror busco no intemperes da vida.
estamos no arco que passou
diante luz que se apagou,
a dor parece pequena nos dias que vemos
os sentimentos de graça no amor
vestígios em tormentos abruptos,
atônitos dizeres pairam para sempre...
um dia apos outro respiramos pouco um sonho,
nutrindo o desejo puro da alma.
voz dentro da mente ecoa alma perdida.
silencio torna se um abito...
a verdade... da realidade um tom que sentimento
lhe toca numa voz de sonhos...
o futuro esperança...
para um conceito de um mundo melhor.
"Ah meu amor, preste atenção no meu olhar, a poesia mais linda só nele você vai encontrar."
#Andrea_Domingues ©
Ah meu amor
Eu poderia te fazer uma linda poesia, em cada linha falar do amor que sinto por você.
Mas amar não se explica, apenas se faz viver.
O amor é tão intenso e ao mesmo tempo tão singelo que nem todos conseguem vê-lo.
Ah meu amor, preste atenção no meu olhar, a poesia mais linda só nele você vai encontrar.
Nem todo "eu te amo" escapa da voz, as vezes sai da troca de olhares profundos, do simples aperto de mão, do beijo dado no rosto, do beijo dado na boca ou do abraço onde há o encontro de coração com coração.
#Andrea_Domingues ©
Direitos autorais reservados 12/10/2018 às 00:10
"MORRER VELHO OU NOVO"
Meu amor(marido)Meus amores(filhos)
Escrevo de mim antes de envelhecer
Tudo o que sai de mim voa, para o papel.
Tudo vai-se, tudo esvai-se, permanece talvez só meu.
Nada em mim fica, do que vocês já não amem
Meus amores, um sorriso cultiva tantas vezes
O silêncio gentilmente disfarçado
Num poema triste de palavras minhas
Do teu silêncio ou silêncio nosso
Por isso quando o meu corpo estiver cansado
Talvez já cansado de mim, meus amores
Na minha modesta velhice
Deixa-me ser criança ainda que não aches graça
Deixa-me falar, ficar rabugenta
Zangada comigo e com a vida, tenho esse direito
Quando não quiser falar
Deixa-me com o meu silêncio, com os meus botões
Respeitem a minha vontade
Pois apesar da velhice
Talvez a minha memória esteja boa, ou não
Eu nunca me importei com o que as pessoas pensam
Não é agora que me vou importar
Não tenham vergonha de andarem comigo
Deixem-me ser criança
Apesar de ser velha devo ter uma alma irrequieta
Não me deixem sozinha
Mas gosto de observar-vos
Sempre gostei de vos ver à minha maneira, tão minha
Observar-vos era e é para mim uma bênção dos céus
Sejam amorosos comigo, quando eu começar a dar mais trabalho
Pacientes como eu fui com vocês, meus amores
Todos vamos chegar a ser velhos
Se não chegarmos é porque morreremos novos
Será melhor morrer novo ou velho?
Espero que Deus seja bom na minha escolha
Se não mais uns anos nos espera, nesta velhice já anunciada.
Um dia vou voar e encontrar teu céu, um dia dia estarei ao teu lado.
Meu amor, quanto de ti me deu,e quando de mim levou..
Meu amor.
Tão formosa tu és, como o sol e a lua você veio iluminar meus dias e noites. Como as estrelas lá desse infinito céu você trouxe o brilho em minha vida.
Oh! Formosa Mulher que me mantem prisioneiro de mim mesmo, por que me alimentaste com o amor.
Agora por fim tu ainda és como o sol e a lua, porém como um sol que queima devastando tudo a sua frente e como a lua solitária e fria.
Pensando na vida..
Rogária a Deus que justo fosse..
Não me permitindo conhecer meu amor..
Apenas desejaria me apaixonar..
E que para minha própria felicidade..
Que esta paixão não resultasse em amor..
Pois enquanto paixão dou a ela o tamanho dos meus sonhos..
E na rogativa do Amor não se transformasse em desilusão..
Não me permitisse espelhar minhas esperanças de alegria..
Em mãos que não fossem minhas..
Apagando da vida a alegria que deveria ser minha..
Mais foi roubada pelo meu amor!
Eu morri no dia que enterraram meu AMOR...
Mas meu AMOR daria sua VIDA por mim...
Por isso estou aquii.... SOBREVIVENDO pelo
AMOR que já se foi!
Guarde seus segredos, meu amor. Não me conte tudo.
Guarde suas incertezas, seus medos e sua insegurança. Isso não é o combustível para o meu sentimento.
Esconda, até onde der, seus defeitos. Eles não me interessam.
Mas guarde também as seguintes certezas: meu amor é amor mesmo, ele é seu e só seu, meus defeitos, incertezas, medos e insegurança não são o combustível para o seu sentimento, e não me vejo em outra realidade que não a nossa.
Endereçar algumas palavras pode ser muito perigoso e silenciar outras pode ser muito doloroso! Se conter é sadio quando se espera o momento certo para o desabafo. Mas não se preocupa, esse dia um dia chega e a incerteza transforma certeza em raridade...
Meu amor por ti está pintado
Na parede do tempo, desenhado.
Escrito nas linhas do pensamento
Fixado na porta dos momentos
Retratado no rosto da memória
Meu amor por ti renasce a cada dia
No vento, nas flores, nos pássaros.
Na flor que nasce em qualquer canto
No canto da poesia
Nos versos,
No poema que componho.
Na lua que me fascina
No vinho que me seduz
No sol que me aquece,
Nos olhos de um passarinho
Na boca de um beija flor.
Meu amor por ti
Vive nos desejos,
Nos sonhos
No brilho que reluz.
Mora nas vontades
Sobrevive nas ilusões.
Meu amor por ti
Está no mar,
No ar
Na luz.
Rouba-me !
Surge assim do nada e rouba-me...
Rouba-me meu amor e ainda diz estar tudo bem ?
Ainda diz-se ser somente um empréstimo?
Tira de mim o meu pão...
E diz-se estar faminta?
Tira de mim minha água...
E diz-se estar sedenta?
Vem e rouba-me!
Rouba-me meu amor...
Ainda diz-se ser só por instantes?
Tira de mim meu cobertor, meu aconchego...
E diz-se estar com frio?
Um disparate, isto é abuso.
Quer simplesmente um uso.
Vai pegando, se apossando...
Sem questionar se há carimbo.
Rouba-me... Leva-me meu tesouro !
Atrevida, cangaceira...!
Vem de longe, sem eira nem beira...
Vai chutando, empurrando.
E rouba-me .
Eu não dei, não emprestei e nem vendi.
Chega-se uma pentelha...
E se apossa daquilo que construí.
Fui lá e tomei de volta.
É meu por direito !
Não empresto, não vendo e nem dou.
Aceno minhas mãos ao vento
Ele leva de volta este estrago passageiro
E lança-a onde tal merecer
Vai-te... Até nunca mais !
Cure os seus devaneios junto ao vento
E o vento rouba-te!
Selda Kalil
Meu amor tem fome.
Percorrerei cada centímetro do teu corpo.
Apreciarei cada perfume distribuído pela tua nuca.
Beijarei insanamente tua boca.
Explorarei cada parte tua e ainda sim não me saciarei.
Precisarei ouvir tua música favorita, dança-la contigo na chuva, ler os teus livros de pesquisa, dormir sobre teu peito depois de assistir o filme que você mais gosta.
Usar tua camisa nova, aprender a cozinhar contigo numa tarde de domingo.
Cantar no karaokê.
Fazer guerra de travesseiro.
Fazer sei-lá-o-quê.
Não sei se é pedir muito.
Meu amor tem fome disso.
Eu mentiria sobre qualquer coisa.
Só não posso mentir sobre meu amor por você, sobre o seu sorriso que me encanta mesmo quando não vejo.
Martírio seria fingir que não, esse sentimento guardado, sentimentos pra lá de bons, mas que estão guardados. Mentira seria se te dissesse que não tem nada guardado aqui dentro. É estranho e pode até ser delírio meu, mas, sinto uma ligação tão forte por você, com você. Mais que atração de corpos, mais que vontade de beijo e festa na cama. Algo bom assim dizendo. Se existe uma verdade a ser dita, é que é amor, é coisa de alma, paixão avassaladora.
Onde estiver, fique sabendo. Te desejo uma felicidade enorme.
Tu sabes do meu amor.
Não há como negares
Essa cor, essa pele, esse sorriso
Esse jeito de falar e essa voz
Esse tom, esse eco de infinito.
O andar, o modo com que me fitas
Eu não me enganaria tanto.
Não, a carência não traduziria fielmente
A leitura que faço da tua pose.
Teus ares com as brisas que me inundam.
Teu cheiro com a intensidade que me causa embriaguez
De alma.
A leveza com que giras à minha volta
Roçando os teus cabelos no meu rosto
Quando finges examinar a outra.
Não precisarias chegar tão perto
Demasiadamente indiscreto
Teu olhar que sonda meu arfar irrequieto
De aflição por te amar tanto.
Tudo em ti grita e ressoa na minha mente.
Que és meu
Inteiramente.
Que sabes o amor que há em mim.
Completamente.
