Dança
Eu sou a chuva que lança a areia....
no deserto do Saara....
Eu sou a sereia que dança....
destemida e encantada.....
Sou um barco à deriva ....
sem leme ao deus-dará.......
sou como a luz do amor que ...
não consegue brilhar.
sou a lua que se esconde entre...
as flores e os ramos....
e o jardim fica escuro....
de repente a sufocar ......
perco o rumo da ilusão...
e o caminho,é uma fogueira ardente.....
abrasadora,inflamada e sorrateira....
sou como um monge que ....
mata a sua sede na mais pura água da fonte....
vou procurar o amor e não vou parar.....
mesmo que o coração doa....
e dos meus olhos derramar uma lágrima....
só quando o coração parar de bater....
O pensamento mais nada for......
vou beber a água cristalina da fonte....
como uma sereia no fundo do mar.!!
Quer saber? Eu vou dançar, gritar, cantar, deixar a música me levar. Deixa que eu sei me cuidar. E quando eu não souber, arrumo alguém pra cuidar de mim. Porque eu sei viver sozinha, mas é muito melhor viver acompanhado.
“Posso ficar com alguém na noite. Posso dançar, ficar feliz, e ficar longe. Mais minhas noites sempre acabam com você.”
Quando todos dançam, fico fora do compasso por instantes, logo me acho, encaixo, me amarro e arraso. Sou assim, descubro primeiro como se inicia e depois tudo vira magia, dança, alegria.
Combater o erro é como estar em uma dança: adiantam-se dois passos, recua-se um; avançam-se outros, retrocedem-se poucos. Todavia nunca se pode parar.
Um espantalho menina, com todos os jardins e trigais na cabeça, e no coração um rapaz que dançava de longe numa casinha toda enfeitada de luzes e pedurucalhos coloridos. O rapaz a viu de longe, mas sem que se aproximasse muito, uma moça de vestido esvoaçante veio até ele e o arrastou de lá. Ele se foi, mas foi olhando para trás, porque tinha certeza que ali, naquela menina de palhas e flores não havia espantos e sim encantos!
Velhice é a sombra esmaecida de minha juventude; ela sempre me acompanha; dança na minha frente, pra me relembrar, que um dia, eu tive a leveza e a alegria de voilatar nos bailes da vida.
Esperando a música tocar para colocar em teu corpo e dançar ao som da mais perfeita melodia no ritmo da paixão.
Luz elétrica
Lembro dos bons tempos de roça,
Que dançávamos bailes, com a luz do lampião.
Como era bom
Levantava ate poeirão.
Depois inventaram a luz elétrica,
Inventaram também o apagão.
Agora nem luz elétrica,
Nem luz de lampião.
O vento vem....faz seu burburinho...para....
E volta com tudo dançando valsas com as raphis do muro da vizinha....
Ela ( a vizinha ) precisa saber o quanto este som faz bem aos meus ouvidos....
mel - ((*_*))
Quando danças, louvores e prosperidade atraem mais as pessoas do que o Evangelho puro, está na hora da Igreja rever a sua missão.
Se, você não acredita em você..
Quem vai acreditar?
É,
viver custa caro, tem que rebolar, dançar, sorrir e cantar..
Estando bem ou mal, longe ou perto, sentada na boa ou de pé.
Já que para respirar o ar da montanha, respirar o ar da floresta, custa caro também..
Então sejamos ousados vamos apelar para querer, bem,
Desejar tudo de bom para todo mundo.
Porque receberemos em dobro.
Então ou pega ou larga..
Entra nessa aventura.
Porque na vida vale quase tudo.
..
E quanto mais eu dançava, mais meu espírito se elevava a ponto de não mais sentir meus pés tocarem o chão.
