Dança
Um espantalho menina, com todos os jardins e trigais na cabeça, e no coração um rapaz que dançava de longe numa casinha toda enfeitada de luzes e pedurucalhos coloridos. O rapaz a viu de longe, mas sem que se aproximasse muito, uma moça de vestido esvoaçante veio até ele e o arrastou de lá. Ele se foi, mas foi olhando para trás, porque tinha certeza que ali, naquela menina de palhas e flores não havia espantos e sim encantos!
Velhice é a sombra esmaecida de minha juventude; ela sempre me acompanha; dança na minha frente, pra me relembrar, que um dia, eu tive a leveza e a alegria de voilatar nos bailes da vida.
Esperando a música tocar para colocar em teu corpo e dançar ao som da mais perfeita melodia no ritmo da paixão.
Luz elétrica
Lembro dos bons tempos de roça,
Que dançávamos bailes, com a luz do lampião.
Como era bom
Levantava ate poeirão.
Depois inventaram a luz elétrica,
Inventaram também o apagão.
Agora nem luz elétrica,
Nem luz de lampião.
O vento vem....faz seu burburinho...para....
E volta com tudo dançando valsas com as raphis do muro da vizinha....
Ela ( a vizinha ) precisa saber o quanto este som faz bem aos meus ouvidos....
mel - ((*_*))
Quando danças, louvores e prosperidade atraem mais as pessoas do que o Evangelho puro, está na hora da Igreja rever a sua missão.
Se, você não acredita em você..
Quem vai acreditar?
É,
viver custa caro, tem que rebolar, dançar, sorrir e cantar..
Estando bem ou mal, longe ou perto, sentada na boa ou de pé.
Já que para respirar o ar da montanha, respirar o ar da floresta, custa caro também..
Então sejamos ousados vamos apelar para querer, bem,
Desejar tudo de bom para todo mundo.
Porque receberemos em dobro.
Então ou pega ou larga..
Entra nessa aventura.
Porque na vida vale quase tudo.
..
E quanto mais eu dançava, mais meu espírito se elevava a ponto de não mais sentir meus pés tocarem o chão.
A lagrima faz de nossos rosto um palco
onde ela dança feito menina inocente que pensa que pode VOAR.
Vejo o vento rugir no bater das janelas,
Na dança das árvores,
No temor dos mares,
Ao partir aquarelas.
Vejo um vento em cor
Que balança os cabelos
E carrega nuvens.
Que brinca em cataventos
E que brinca com a dor.
Sabe-se vento sem dó
Todo aquele que se assume vento
E arranca da vida
O que devia ficar.
Lembro da minha infância [e que bom lembrar]
vejo você correndo pelo nosso quarto
você dançando comigo na chuva
pulando no seu aniversário
e sinto o seu amor maduro, mesmo tão menino
