Cristianismo
Cristianismo é mais uma vertente entre tantas outras orientações de prática de fé. Somos guiados pelo que a Bíblia orienta, mas não temos o direito de interferir na crença ou descrença de alguém que professa aquilo que gerencia a sua vida. Somos limitados e um senso comum autêntico é que somos passageiros, seja rico ou pobre, famoso ou anônimo, branco ou negro, intelectual ou desprovido de conhecimento, todos, sem exceção, iremos um dia partir do plano da vida, e esse é um caminho inevitável e sem volta. Enquanto seres humanos devemos respeitar as diferenças, as crenças, os caminhos alheio. Devemos plantar a paz, a comunhão, devemos falar do amor de Deus, mas sem a intencionalidade de julgar quem tem um ponto de vista divergente. Assim, saberemos viver em equilíbrio nesse mundo.
Cristianismo, Hinduismo e o Islamismo são as três religiões com os maiores números de adeptos em todo o mundo. Elas possuem três explicações diferentes para o surgimento deste nosso Universo, da vida e do ser humano.
Qual estará certa?
E as outras religiões também com explicações diferentes?
O lobo nunca foi problema ao cristianismo verdadeiro e sim os falsos pastores. O primeiro pode ser sutil, mais nunca deixará de ser visivelmente lobo. Infelizmente não podemos dizer o mesmo sobre falsos pastores, que apenas são descobertos após gerações de vitimas;
O verdadeiro cristianismo é uma vida de renúncias que levamos diante de Deus, e não somente uma crença declarada em público.
O cristianismo religioso cria competidores. O cristianismo segundo o coração de Cristo cria companheiros, irmãos.
O cristianismo não é uma religião, é um relacionamento. Deus não deseja seguidores, ele quer filhos.
Quando a igreja desencoraja debates de princípios e um fluxo livre de idéias, leva ao cristianismo raso e a uma falsa unidade de sentido.
Se o seu cristianismo e relacionamento com Deus é somente vertical (de você pra Ele) e não horizontal, ou seja, que produza uma relação de amor , comunhão e cooperação com seu próximo, seu cristianismo certamente é hipócrita, capenga e superficial.
Se o cristianismo bíblico continuar cedendo a expectativa materializada das mentes modernas, que tendem ao fútil, prazer imediato, fé na bênção da riqueza fácil, o essencial será descartável; os templos, os cultos, as reuniões podem se transformar em parques de diversão.
O humanismo disfarçado de cristianismo fala de evangelho, mas coloca Jesus Cristo em um plano periférico. Quando São Paulo diz: “tudo posso naquele que me fortalece” o cristianismo humanizado com uma dose moderna de antropocentrismo pode até repetir o mesmo pensar, mas a mente entenebrecida interpreta assim: tudo posso, o que vem depois não me importa.
Cristocentrismo ou antropocentrismo?
Rever é bom e se mover nesta direção é melhor:”prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (São Paulo - Fp 3.14)
O cristianismo original fundado por Jesus Cristo e seus apóstolos é simples, objetivo e eficiente.
O que surgiu depois, mesclado com animismo, fetichismo, mistério, misticismo, todo hierarquizado, é outra coisa. Espraiou-se…
É preciso distingui-lo, para não ser enredado.
O segredo da fé salvadora e transformadora, no conceito de cristianismo, não consiste nos rituais, tampouco fazer parte de uma boa religião, mas sim, ter uma experiência pessoal com Jesus Cristo. A religião fica em segundo plano e que se compatibilize com os ensinamentos de Jesus Cristo.
“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (São Paulo)
A imersão da fé no coração é o cristianismo propenso a valer a coragem de ser um verdadeiro cristão.
Minha observação sobre o cristianismo me revela que a maioria de nós tende a basear nosso relacionamento com Deus em nossas atitudes ao invés da graça. Se agirmos bem – seja lá o que “bem” significa para cada um de nós – então esperamos que Deus nos abençoe. Se não agirmos tão bem, nossas expectativas diminuem na mesma proporção. Nesse sentido, vivemos pelas nossas obras, ao invés de vivermos pela graça. Somos salvos pela graça, mas ainda vivemos pelo “suor” de nossas próprias obras.
No cristianismo moderno,
muitas vezes queremos apresentar a visão do mundo a Deus,
em vez de levar a visão de Deus ao mundo.
Nestes países, o cristianismo tem popularidade, comunidade e uma solidariedade considerada boa, mas, teologicamente, tem pouca ou nenhuma verdade literal. Tem um mundo no qual se sonha acordado. Pode nem existir Deus. (...)
(...) Embora o cristianismo tenha sido bastante influenciado pelo epicurismo em vários aspectos, a popularização do seu conceito de carregar a cruz contribuiu bastante para o declínio do epicurismo. (...)
