Crianças
Não se faz mais crianças como antes, a inocência é mais que banalizada, a vida se tornou um ringue de competições sem respeito, a educação e a ética na verdade viraram palavras retrógradas, falar de religião é mexer com a raiva dos intolerantes.
A parideira brasileira
Nascida no interior.
Teve 10 crianças sadias
Porém, nenhuma prestou.
Mas isso tem solução.
Por ser mulher do sertão
Mais 10 ela fabricou.
Fico reparando nas pessoas que reclamam de crianças, como se esquecessem que já foram crianças algum dia.
☕🍞☕
“Nas recentes décadas, as crianças tem sido expostas a conteúdos inadequados que pouco estimulam suas habilidades e deixam de usar a criatividade para o desenvolvimento pessoal, ou seja, a capacidade de criar, imaginar ou produzir algo novo e diferente será comprometida. Os pais cumprem papéis fundamentais em atividades lúdicas, participando e incentivando.
Isso não é generalizado.”
#bysissym
“Como não ver Deus…”
Vejo nos sorrisos, nas crianças, nos cantos dos passarinhos. É justamente assim que eu o vejo por toda minha vida; e quando aquieto a mente e deixo repousar meus olhos e ouvidos é no coração que sinto o Sagrado!
#bysissym
O modelo de ensino no Brasil, além de ser defasado, foge do entendimento atual das crianças e jovens, o sistema criou uma forma competitiva e danosa.
Enquanto habitamos esse tabernáculo caído (1º Co 15.52-54), nos movemos como crianças na existência. Mas chegará um dia que seremos como Ele é (1º Co 13.9-12; 1º João 3.2).
Uma igreja que não se importa com as suas crianças, em um futuro próximo terá adultos que também não se importarão com ela.
Crianças precisam de proteção e disciplina, jovens de instrução e disciplina. Homens precisam de responsabilidade, assim terão seus méritos pelo que aprenderam e pelo que fizeram do aprendizado!
Queria ser criança novamente.
Hoje em dia, tem crianças que se acham adulto.
Mas, quando forem pais adultos, não soube o que era ser criança.
Em outra circunstância eu diria que sinto saudades; outrora a casa vivia repleta de crianças; filhos, netos, sobrinhos... éramos uma família unida e feliz. Foi um tempo de abundância quando o algodão era um sinal de luz, as árvores frutíferas atraiam os pássaros, as flores ornamentavam a casa grande, como promessa de muita felicidade e tudo isso começou na igrejinha de santa Rita de Cássia pequena e acanhada de piso morto. Frei Jerônimo celebrou nosso casamento depois de seis anos de namoro, discussões ríspidas entre nossas famílias que tinham suas rixas e eram contra a nossa união; mas o amor se sobrepôs ao ódio e derrubou a cerca de arame farpado que ia da estrada até as proximidades do rio, o que compreendia nossas propriedades e não deixava de ser um bom pedaço de terra, algumas cabeças de gado, porcos e outras criações, além do algodão e do milho. A partir de então houve entre nossas famílias uma total harmonia, eu diria que nos tornamos uma, porque os problemas que surgiam eram nossos e resolvíamos em conjunto e nossas alegrias eram compartilhadas; então veio, em homenagem a avó paterna Ana Luzia, nossa primeira filha: Analu. Juaquim meu marido queria que ela se chamasse Elenice o meu nome mas eu tinha uma grande admiração por dona Ana, minha sogra, que mesmo nas nossas rixas durante o nosso namoro nos apoiou. foram anos de uma felicidade completa; vieram outros filhos e isso só consolidou o nosso amor. ninguém teve tanto a certeza de ser amada como eu; mas mesmo nos melhores momentos, as vicissitudes da vida acontecem e ninguém está imune às paixões.
Analu corre ainda entre a varanda, o pomar e as roseiras que adornam a frente branca e azul de nossa casa, nas brincadeiras ingênuas de sua adolescência com os irmãos, primos e vizinhos, Juaquim cuida dos bichos ou das plantações e provavelmente cantarola uma canção romântica; assim as coisas ficaram na minha lembrança. Numa parte ou outra, dunas ameaçavam bairros e as chuvas tornavam-se mais escassas. ouvia-se histórias de famílias que migravam por essas dificuldades; resistimos a todas as adversidades.
Era uma tarde nublada de agosto, Juaquim tinha ido pescar no rio quando o carro entrou pelo nosso portão e chegou bem próximo aos degraus que conduziam a nossa porta; era Eriberto, o advogado, que trazia uma pasta; ele cuidava do inventário do sr Benedito, meu sogro, falecido há poucos meses, vitimado por falência múltipla dos orgãos. Ninguém diagnostica o tempo como causa mortis; meu sogro já contava 99 anos. "Quem é esse anjo?" Questionou Analu, que já contava 18 anos. Heriberto era assim, dava sempre essa impressão, e se sorrisse e nos olhasse nos olhos passava-nos a sensação de uma fragilidade que também nos contagiava. Eu já conhecera aquele sentimento e vivia numa dúvida cruel, convivendo com aquele remorso, imaginando se Samuel, meu filho mais novo, não seria filho de Eriberto. desde então Analu parecia mais calada, vez ou outra estava sempre no telefone sussurrando; Samuel certa vez ao chegar da escola mencionou ter visto Analu na pracinha conversando animadamente com Heriberto parecia uma tragédia anunciada, meses depois notava-se a barriga de Analu crescida; Juaquim chegou a ir atrás de Heriberto, mas ficou sabendo que ele era casado e havia se transferido pra outra capital; meses depois nascera Cecília, mas Analu perdera todo o brilho do olhar, juaquim também ficara meio rançoso; certa noite me questionou por que eu não lhe falara sobre a origem de Samuel. Juaquim era um anjo, de um amor puro e imaculado. Quantas vezes olhamos o por do sol sobre as dunas que guardavam a nossa história; e dali vimos o brilho de um nascente renascer nos olhos de Analu, que na igrejinha de santa Rita de Cássia, agora com piso de mármore e torres iluminadas, casara-se com um dos filhos de um primo distante de Juaquim.
De vez em quando penso que todo esse tempo não passou, quando contemplo Gustavo, marido de Analu, tirando leite das vacas, colhendo o milho, obsevando a plantação de algodão; ele também cantarola algumas canções que mencionam amor e paixão, de vez em quando caminhamos à beira do rio; de vez em quando são subdivisões de uma eternidade que se divide em partículas para serem bem guardadas ou esquecidas pelo tempo e o perdão.
Santas Lembranças
Tantas recordações
Muitas crianças
Em tantas evoluções
Santas Palavras de Jesus
Do Céu Eternamente a Brilhar
No meu coração clareia e reluz
Ao pensamento sempre Consagrar
Consagrar o Eterno Sacrossanto Ensino
Que vem do Mestre do Saber
O Mestre Divino ensina
Mas o povo não quer compreender
Os avisos e as Santas orientações
Para sempre quero aprender
Norteiam nossas atitudes e ações
No caminho para me desenvolver
É essencial que a leitura seja apresentada às crianças como uma atividade lúdica, divertida e muito positiva, pois ela cumpre o importante papel de melhorar o desenvolvimento de raciocínio, da linguagem, o senso crítico, a cultura e a inteligência.
A literatura promove em nossas crianças experiências muito importantes envolvendo pensamento crítico, ludicidade, brincadeiras e emoções. É a forma de arte com o repertório mais completo sobre a verdadeira essência e funcionamento do mundo.
Hoje me disseram que escrever para crianças deve ser coisa simples. As pessoas consideram a literatura adulta mais elaborada, mas se enganam ao pensar que escrever para crianças é mais fácil do que escrever para adultos. É claro que existem diferenças, mas é igualmente difícil, se desejamos fazer literatura de qualidade. Fica a dica.
Os livros infantis são como portais mágicos que transportam as crianças para mundos de imaginação e descobertas. Eles despertam a curiosidade, alimentam a criatividade e plantam as sementes do amor pela leitura, cultivando mentes brilhantes e corações cheios de sonhos.
O poder dos poderosos tem medo da curiosidade das crianças, da força da juventude e da audácia dos loucos.
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