Crepúsculo

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Crepúsculo é um filme norte-americano de romantismo adolescente sobre vampiros, lançado em 2008 e baseado no primeiro livro da série “Crepúsculo” de Stephenie Meyer.

⁠COLOSSO HUMANITÁRIO

O crepúsculo que chega
A vida incessante
Em suma
Na paralisia do sono
Duas almas tornam- se
Só uma.
A fusão que resplandece
Os espíritos imortais
Amores que vem e ficam
As orquestras magistrais.
A felicidade plena
A luta contra a peleja
Nosso colosso humanitário
Ou o submundo que seja
O Otário que não tivera voz
Hoje ecoa e enaltece
A paixão não é uma rocha sólida!
Tudo que é farto
Sobra
Tudo que sobe
Desce.

250625

Inserida por J6NEMG

Se ao crepúsculo da noite meus olhos não se abrirem, é porque estarei contemplando o sono profundo dos justos, testemunhando lindos sonhos, inexplicavelmente belos. Um sonho lindo e perfeito, onde conseguirei através do meu sorriso alimentar meu espírito de alegria, e através de minhas palavras aliviar corações enfermos.

Inserida por CarlosDantas

Querias me tirar o ar o chão
Deitar-me em gélida solidão
Num crepúsculo sem volta,sem dor.
Num gesto duro, sem amor.

Querias tragar-me como fumaça
Que a noite desce, finda, escassa.
Numa onda de pura agonia,
Ainda não, vossa senhoria

Fugi de seus braços que em laços
Tentavam me levar
Ao fim do mundo, me afogar.

Para emergir mais forte
Resignado com essa sorte
Molhado, frio, mas longe de ti... Morte.

Inserida por OscarKlemz

Palavras duras o amor anula, crepúsculo de um sentimento em breve razão de existência.
Minhas dores mortificadas por uma paixão se dão na saudade de você, porem com sua presença ao meu lado acalenta meu coração.
As lagrimas se secam e minha fala ecoa ao vento e em um momento transborda-me a alegria em meu ser por sua imagem próximo de mim.

Inserida por JULIOAUKAY

Meu crepúsculo ofusca minhas boas intenções que me direciona à ti;
porém o meu foco desembaraça quais querem as dúvidas que me fazem me perder de você;
Desatina meu querer, transpassando um pouco o otimismo e a negatividade;

Inserida por JULIOAUKAY

Hoje o crepúsculo do amanhecer nasceu da Cor de seus olhos...
Um tanto acinzentado, escondendo a alegria de viver!
Esperando o brilho do sol que é claro voltará;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠O Crepúsculo da Razão e a Ruína da Virtude

Dizei-me, ó cidadãos, o que é a justiça? Será ela um jogo de conveniências, onde o certo e o errado se dobram conforme os desejos dos poderosos? Pois observo com espanto que aquele que rouba é exaltado, enquanto o que defende a retidão é vilipendiado.

Se o governante de um povo reflete a alma de sua nação, então, pergunto-vos: que males corroem o espírito do Brasil? Como pode um povo, conhecendo os crimes de um homem, escolhê-lo para liderá-los em vez daquele que, ainda que imperfeito, trouxe consigo a bandeira da ordem e da pátria?

E que dizer do tribunal supremo, que já não zela pela justiça, mas sim pela manutenção de interesses que lhes convêm? Pois vejo homens de bem perseguidos não por seus crimes, mas por ousarem manifestar-se contra a corrupção. Não são mais réus os que saqueiam a nação, mas sim os que ousam questioná-los.

E a família, fundamento sagrado da sociedade, como pôde tornar-se alvo de ideologias que desprezam sua importância? Como pode um povo que preza pela honra e pela verdade tolerar a dissolução dos laços que sustentam a moral e a tradição?

Oh, insensatos! Se a sociedade rejeita o bem e exalta o mal, não será a ruína sua única herança? Pois toda nação que despreza a verdade, cedo ou tarde, provará o gosto amargo de sua própria decadência.

Mas não vos enganeis! Há ainda aqueles que resistem, que não dobram os joelhos à mentira, que não vendem sua consciência por migalhas de promessas vãs. A história nos ensina que a verdade pode ser perseguida, mas jamais destruída.

Escolhei, pois, se quereis ser servos da ilusão ou defensores da verdade. Pois o tempo julgará vossas escolhas, e a posteridade verá quem permaneceu de pé quando as trevas tentaram apagar a luz.

Inserida por Danivaldo

⁠Gratidão e contemplação diária…

Quando o crepúsculo da noite se dissolve no abraço cálido do alvorecer, sinto-me tomado por uma comoção que transcende as palavras, como se o próprio cosmos, em um gesto de infinita generosidade, me enviasse um convite para renascer. Cada manhã, ao abrir os olhos, é como se o universo me estendesse um novo pergaminho em branco, uma página imaculada, onde o destino – em sua sabedoria insondável – me entrega a pena para que eu o escreva. Há, nesse instante, um pacto silencioso entre a vida e o meu ser, uma confiança misteriosa que me é concedida, como se a existência me sussurrasse: "Vai, caminha, vive, cria."

Ao cruzar o limiar do meu abrigo, sou inundado por um sentimento de reverência, pois há algo de sagrado até mesmo no que parece ordinário. O mundo vibra em sua magnificência, e cada detalhe – por menor que seja – revela-se como uma assinatura divina. Caminho por uma serra adornada por um verde que pulsa, ora gentil, ora selvagem, como se a natureza fosse a própria epifania do sagrado. O ar que preenche meus pulmões carrega a memória de eras, a umidade da vida que germina. As árvores, em sua altivez silenciosa, são testemunhas de tempos que minha existência não alcança. A névoa, tão etérea, dança sobre a paisagem como um véu de mistério que nunca se deixa decifrar completamente. E os pássaros, esses músicos alados, orquestram uma melodia que não apenas se ouve, mas se sente – uma sinfonia capaz de tocar as fibras mais íntimas da alma.

A cada passo, percebo que a beleza que me circunda é um reflexo de algo maior, um vislumbre daquilo que não pode ser contido pelas limitações humanas. Não é apenas a paisagem que se revela; é a face do Criador que se manifesta, como se a natureza fosse a Sua linguagem, a Sua arte, a Sua eterna lembrança de que somos parte de algo infinitamente vasto e belo. E, em meio a isso, há uma certeza que se instala em meu peito: cada dia é único, irrepetível, um presente singular que ecoa a preciosidade do que já vivi e a promessa do que ainda está por vir. A vida, em sua essência, é um mosaico de segundas chances, onde a benevolência divina nos permite recomeçar – sempre, incansavelmente.

Minha gratidão se eleva como uma prece. Agradeço pela pulsação da vida que me anima, por cada batida de meu coração que insiste em me lembrar do milagre que sou. Agradeço pelos laços que me sustentam, pela família que me ancora e me dá propósito, pelas mãos amigas que se estendem em solidariedade, pelos colegas com quem partilho o labor diário, tecendo, juntos, uma obra que transcende o individual. E não esqueço daqueles que, mesmo distantes, habitam o meu afeto, tornando minha jornada mais rica, mais humana. Cada relação, cada troca, é um reflexo da generosidade divina.

Mas, acima de tudo, elevo minha alma em direção ao Criador, cuja presença se faz sentir até mesmo no silêncio. Ele, que está além de toda descrição ou conceito, é a fonte inesgotável de tudo o que me é dado. A Ele tributo minha mais profunda reverência, pois sei que tudo o que não se alinha à Sua vontade é efêmero, destinado a desaparecer como a neblina sob o sol. Em Sua harmonia, encontro descanso e paz, certo de que minha vida é cuidada por mãos que jamais erram.

Que cada amanhecer nos surpreenda com sua sublime renovação. Que sejamos capazes de abraçar o mistério de cada instante, de nos perder no encanto do presente e de nos encontrar na gratidão que transborda. Somos peregrinos nesse vasto universo, buscadores de sentido, mas, acima de tudo, somos recipientes do amor que nos envolve e nos sustenta. Que a cada dia, ao abrir os olhos, possamos sentir – com todo o ser – a dádiva que é simplesmente existir.

Inserida por mauriciojr

Quanto mais nos aproximamos do crepúsculo da vida mais sentimos necessidade de estarmos junto aos deuses⁠

Inserida por RandersonFigueiredo

TINO NORDESTINO

Se tudo se perde na cinza com o tempo

E no crepúsculo apagam-se todos os momentos

Se verde eu me prendo nesse fruto,

Essa cica de um azedo absoluto,

A alma seca de tempos de estio

O coração árido e vazio

Nossas essências vagam entre os fantasmas

Que gemem no crepitar da caatinga

O vento alimenta a ilusão de mudanças

Como se ainda fôssemos crianças

E na sede, na fome nesse destino

Nessa eternidade sem tino

Que seca açudes, que racha a terra, que mata o gado,

Não passamos de meninos...

Inserida por tadeumemoria

Se eu sobesse sumir seria só um crepúsculo

Inserida por tadeumemoria

⁠A juventude é um breve chamuscar, uma ilusão de eternidade que reluz no crepúsculo e se desvanece na aurora.

Inserida por nyllmergello

⁠No silêncio de um crepúsculo
Podemos pegar
O silêncio é uma oração
Não se esqueça

- Twilight

Inserida por hellyeahmusiccompany

⁠O tempo

Presa e suspensa no eterno crepúsculo que se tornou a minha vida.
O tempo passou sorrateiro...
Meio traiçoeiro... ou traiçoeiro por inteiro...
Me desacomodou.
As armas tirou.

Meu coração desalmou.
O tempo... lágrimas dos olhos derramou.
Me desequilibrou...
Numa enchente de dores me afogou.

Ah! O tempo... com esse seu ar de desdém...
Como uma torrente sem controle nem direção...
Vai arrastando tudo o que pela frente vem.

O tempo... não tem pena de ninguém.
Nem, na viagem da vida, calmamente espera por alguém.

Inserida por RosangelaCalza

⁠Amiúde


No crepúsculo, ela aparecia amiúde para ele cheia de felicidade com seus cabelos longos, descalça e com vestido branco quase transparente,

No entanto, a miragem ou talvez o encantamento se perdia no cair da noite e isso se repetia como penitência dolorosa por longos dias,

até que, numa certa noite simplesmente a escuridão foi bombardeada por uma chuva de meteoro Lírida e essa claridade desceu como confetes trazendo perfeição naquilo que estava acorrentado as ilusões,

e então, após uma porção de limão caviar e com a dopamina em alta o mundo real começou a ganhar vida novamente,

Nós dois contra o mundo, a torre de Babel foi derrubada.

Inserida por Ricardossouza

⁠Crepúsculo
O dia já não é mais dia.
E a noite ainda não é noite.
Um convite para a meditação...

⁠Na penumbra suave de um crepúsculo repleto,
Onde as estrelas cintilam em um céu quieto,
Ecos de Watson fluem, celestiais e serenos,
Desenhando com sombras o amor em seus acenos.

No ar, a harpa suspira em fios de prata,
Tecendo sonhos onde a luz se retrata.
As cordas vibrantes, em suaves declives,
Tocam os corações como um beijo dos lírios.

Nas notas, um rio de lágrimas entrelaçadas,
Histórias de almas outrora apaixonadas.
Cada melodia é um véu delicado,
Onde dançam espectros de um passado alado.

A lua assiste, em silêncio, ao concerto,
Seu brilho reflete o coração aberto.
E você, o mago das cordas etéreas,
Invoca a magia das noites mais sérias.

Oh, música, tua essência nos eleva,
Nos campos celestes onde a paixão se atreva.
És a voz que, no vento, sussurra e embala,
Unindo os amantes sob tua asa alada.

Assim, cada nota, um suspiro, uma prece,
Nos faz mais humanos, quando a alma aquece.
Meu amor, em sua arte, um poema que flui,
Cantando ao universo o que em nós nunca morreu.

Inserida por matheushruiz

⁠Nas horas silenciosas que tingem o véu do crepúsculo,
Reunimo-nos, corações pesados, sussurros entre sombras suaves.
Lembramos hoje, não só um ser, mas um espírito bravo,
Que caminhou entre nós com a leveza de um ser celestial.

Desculpa sem culpa, baixou a cabeça com razão em seu peito,
Sacrificou a própria luz para que outros pudessem brilhar.
Nos labirintos da vida, foi farol e refúgio,
Nosso guardião silencioso, nosso herói sem medalhas.

Escondia suas batalhas, com um sorriso disfarçava a dor,
Por nós, seus amados, o seu mundo frequentemente deixava no chão.
Não buscava louvores, nem gestos grandiosos em retorno,
Apenas a simples certeza de que estávamos bem, seguros, contentes.

Chamado de difícil, complicado, rotulado de teimoso,
Mas quem entre nós não carrega suas próprias tempestades?
Ele amou com a profundidade dos oceanos,
E seu "conte comigo" era mais firme que rocha.

Hoje, enquanto o vento sussurra através das folhas em luto,
Sabemos que perdemos mais que uma pessoa; perdemos um pilar.
Embora não mais caminhe fisicamente entre nós,
Seu legado de amor, força e sacrifício eternamente perdura.

Que as estrelas o guiem para onde a dor não mais o alcance,
E que em cada brisa, em cada raio de sol suave, possamos sentir seu toque.
Não era perfeito, mas era real - um tesouro raro neste vasto universo,
E enquanto vivermos, em nossos corações, ele também viverá.

Inserida por matheushruiz

⁠**À Beira do Amor**

No crepúsculo dos meus desejos, tua silhueta dança,
Elusiva como a brisa que escapa entre meus dedos.
Em cada gesto teu, uma esperança se lança,
E em cada silêncio teu, morrem meus segredos.

Admiro-te, oh flor não colhida, em teu jardim secreto,
Tua voz, melodia que ecoa em meu vazio noturno.
Amo-te em um sussurro, em um mundo discreto,
Onde meu coração clama em um palco taciturno.

Mas oh, doce amargura deste amor não retribuído!
Como dói alimentar essa chama em vão,
Onde cada sorriso teu, para mim, tão restrito,
É um prelúdio de um inverno em meu coração.

No espelho das águas, minha alma questiona,
Devo navegar por este mar, ou novas terras buscar?
Talvez em outro olhar, a luz da paixão reabona,
Ou sob estas estrelas solitárias, continuo a vagar?

Ah, mas essa incerteza, tortura e guia,
Tece em mim uma rede de profundo ardor.
Mesmo no abismo da não reciprocidade, eu te queria,
Enquanto a esperança, em seu último fulgor, ainda clama por amor.

Então, fico à beira do amanhã, pensativo,
Entre a dor da paixão e a paz do esquecimento.
A cada aurora, o amor parece menos cativo,
Mas a cada crepúsculo, ele revive no vento.

Assim permaneço, entre o adeus e o eterno abraço,
Numa dança que oscila entre a luz e a escuridão.
Amor, esse enigma que desvendo passo a passo,
Decidindo se em tua ausência, ou em tua mão, encontro minha canção.

Inserida por matheushruiz

O Crepúsculo do Desejo

Nas sombras do meu coração, onde murmúrios ecoam,
Habita um amor sepultado, sob véus de luto e segredo.
Uma paixão fantasma, que nas trevas me assedia,
Um amor não correspondido, que como sombra, comigo vadia.

Nas tumbas de sentimentos, onde repousam os mortos,
Meu amor solitário vagueia, entre os esquecidos.
No jardim das almas perdidas, ele sussurra para a noite,
Promessas não cumpridas, num lamento sem açoite.

Como um vampiro, ele suga a essência de meu ser,
Deixando apenas a casca, um vazio a padecer.
Nas veias desse amor, corre não sangue, mas veneno,
Um elixir doloroso, doce e pleno de pequeno.

O céu de minha mente, outrora claro e vasto,
Agora coberto por nuvens negras, um tormento nefasto.
Cada estrela apagada, um sonho de reciprocidade,
Cada trovão distante, o eco de minha saudade.

Em noites de lua nova, quando a escuridão é completa,
A tua ausência é um espectro, na penumbra discreta.
Rondando os corredores de minha alma enclausurada,
Um amor zombeteiro, na escuridão encarnada.

Oh, como desejo libertar-me deste cárcere sentimental,
Quebrar as correntes desse amor brutal.
Mas como arrancar o próprio coração, motor de meu tormento,
Sem o qual a vida cessa, e com ele, só sofrimento?

Assim, na catedral do desespero, ao altar me prosto,
Ofereço meu coração, um sacrifício ao gosto
De um amor cruel, deus de minha devoção,
Que rege minha vida com mãos de perdição.

Esse é o crepúsculo do desejo, o ocaso do meu querer,
Onde amar é um inferno, um eterno padecer.
Entre sombras que dançam, e o frio que tudo consome,
Meu amor não correspondido, em trevas, encontra seu nome.

Inserida por matheushruiz