Crepúsculo
"Crepúsculo da alma! Reflexão do ser., enfim encontramos o caminho da calma, paz e sabedoria...Só o tempo faz isso!"
No crepúsculo da existência
A lua invadindo o céu sou Sol
Vc me dá água na boca
Calor
Verdadeira alucinações
Te adoro
Insanamente
Irresponsável+mente
E eu querendo uma coisa normal
Mil e uma
Dá-se início o crepúsculo
E vou como quem não quer nada,
Aos teus pés.
Nunca suplico, ou ao menos falo,
Ela por si só me entende,
Sinto.
Ouço
Sua respiração ofegante
E com desejo:
Ser mulher!
Eu a faço!
Não que precise do meu corpo,
Só queremos um bate-papo!
Ali,
Conversamos sobre tudo
Sem uma única palavra.
Olhares e toques
Sob calor ardente do quarto
O mundo nos-ouve,
(Apenas gemidos).
O que ouvimos do mundo?
(Os choros).
Na ânsia pelo experimentar pubescente
O sal do seu suor,
O Crespo do seu corpo,
Vejo o querer em seus olhos,
Enquanto reviram-se ao me olhar,
E aos poucos seus lábios fraquejam,
Como num desmaio,
Seu corpo dorme.
Música,
Tempo,
Excitação,
Continuam.
Enfim chegou o momento da entrega,
O diabo vem a nos cobrar,
O que a tempos prometemos-o,
Entregamos-o, ele odeia perder tempo,
Primeiro ela.
E depois eu.
E sem saber das horas ou dos dias,
Nos miramos,
Tomamos o que ainda está por acabar,
Somos mil e uma transas!
O crepúsculo de dois amantes
O sol abre-se, diz várias coisas, devaneia em seu próprio modo de viver.
A lua deslumbra o que o sol tem para dizer e faz de tuas falas pontos de partidas para novos devaneios.
Não se sabe ao certo, mas a lua se mostra ausente, está presente, mas está igualmente ausente. Ela se mostra desinteressada e, interessada ao mesmo tempo. Vive uma contradição do que se é estar interessada.
O sol é esperto, conhece jogos e esses ele já jogou. A jogada da lua distante.
Claro, as circunstâncias da vida, certamente há de distanciar o sol da lua, porém encontrar-se não é de total impossibilidade.
A lua pode comunicar-se com o sol. Tem-se os meios, porém, propositalmente a lua se faz ausente e, demora atender os anseios do sol.
O sol sabe que não pode cobrar atenção da lua, afinal, a cobrança é a prova do gostar e o gostar pode acabar por distanciar ainda mais a lua.
Parece que a lua corre do sol. A lua só se faz presente quando ninguém mais está presente, quando todos cansaram e estão fartos de tudo e de todos.
O sol sabe que o que ele tem com a lua é mero afeto, então cobrar da lua atenção é mais uma contradição em meio aos astros.
Apesar de seu fogo, de seu calor, o sol torna-se frio. O sol é amável, porém por circunstancias do destino o sol aprendeu a resfriar-se. O sol sabe que terminara por magoar a lua como uma espécie de vingança à sua ausência. O sol já fez isso e, por puro egoísmo, faz sem culpa.
A lua não sabe explicar sua ausência e o sol tende a duvidar do interesse da lua.
O sol sabe que por fim, restará a frieza e a lembrança de um dia ter beijado a lua. Dos raros encontros como eclipses rápidos e intensos.
Talvez a culpa seja do sol que exige atenção de quem nunca lhe prometeu lembrar-te. Mas também, talvez a lua seja culpada. Com todos os seus risos, seus medos, seus anseios, ignora o fato de ter quem a deseje e se perde, diante do que é grande demais.
A aurora não me trará a noite passada,
Nem o crepúsculo o dia vivido,
Que por certo acabará em paz,
Não voltando jamais.
Exausto, desmaia o dia
Debruça o sol no horizonte
Sem palidez, ruborizado
Crepúsculo enamorado
Relaxando-se no poente
Aguarda a chegada dela
Da lua, sua eterna amada
Enquanto o céu plúmbeo
Anuncia as gotas brilhantes
Lágrimas do pranto estelar
Espalhadas timidamente
Compadecidas, cúmplices
Escondem o rubor do sol
Que esmaece, minguante
Pois, sabem-no condenado
Da lua viver distante.
Crepúsculo da vida
Quatro décadas e muitos atos.
Então sai de cena o astro-rei.
A melancolia sobe ao palco.
Tudo que não fui já não serei...
Manto negro, escuridão da vida.
Ó que decadência da esperança!
Perdida alvorada dos meus dias.
Somente lamentos na lembrança.
Tu, crepúsculo quadragenário!
Não sei quem aqui te convidou.
Fim de minha vida antecipaste.
Termo és de quem somente amou.
ARDÓSIA DE FISGAS
A ardósia é cega de palavras
No crepúsculo dos teus sonhos
Despida de letras em corpo nu
Comi, bebi, do teu belo corpo
Amei, desejei também ser amada
Na entrega de quem já me amou
Que conseguiu ler as minha páginas
Do que sou, cheia de sentimentos
Com a humildade de todo o meu ser
É não querer, viver só, por viver
Numa necessidade louca de amar
Fisgas de tantos loucos momentos.
GOSTOSO ENTARDECER...
Crepúsculo é a parte favorita do meu viver. É lindo, suave e bem poético!São rápidos os momentos em que o dia aproveita e vai acarinhando a noite, ainda criança, para que possam ficar juntinhos, bem coladinhos para que um adormeça nos braços do outro e, assim, tornarem-se um só.
Deixo as elfas partirem, sem nunca as tirar do meu coração. No entardecer do crepúsculo, elas se tornam meu tesouro moral: minha sereníssima senda de imaculadas e incontroláveis recordações.
O crepusculo sombrio ao entardecer, esconde as incertezas de um dia que nao terminou, acendendo a chama da esperança de um novo amanhecer,acalentando a esperança no sonho de um novo amor, que ao acordar não tem certeza que vai acontecer.
Poesia; AUTOR Paulo Guerra
MEU LUSCO FUSCO
Ele,
é meu crepusculo vespertino
Minha aurora..meu amanhecer
Meu lusco fusco
que me provoca..
Provoca, o meu dia
o e meu entardecer..
Embaça tudo,
Ele, não me deixa ver
Ele escurece minha visão,
Ele atrapalha minha direção
Ele faz minhas pernas tremer
Ele embaralha meu anoitecer
Ele é o meu crepúsculo
Ele parece um vulto,
Aparece de repente..
um fantasma que adoro.
Ele é meu sol ao entardecer..!
+sonia solange da silveira Ssolsevilha
Falareis de nós como de um sonho.
Crepúsculo dourado. Frases calmas.
Gestos vagarosos. Música suave.
Pensamento arguto. Subtis sorrisos.
Paisagens deslizando na distância.
Éramos livres. Falávamos, sabíamos,
e amávamos serena e docemente.
Uma angústia delida, melancólica,
sobre ela sonhareis.
E as tempestades, as desordens, gritos,
violência, escárnio, confusão odienta,
primaveras morrendo ignoradas
nas encostas vizinhas, as prisões,
as mortes, o amor vendido,
as lágrimas e as lutas,
o desespero da vida que nos roubam
- apenas uma angústia melancólica,
sobre a qual sonhareis a idade de oiro.
E, em segredo, saudosos, enlevados,
falareis de nós - de nós! - como de um sonho.
"Hoje olhei para o horizonte e vi um lindo e romântico encontro era oque chamamos do crepúsculo e ali ficarei ate que a aurora aconteça o desencontro do sol com o mar"
No crepúsculo de uma vida
Tu que chegastes tarde em minha vida
Cheio de experiência e maturidade
E eu aqui uma mulher menina !
Que machucada pela vida ainda sonha
Oh ! amor que me chegou tardio
mas puro e lindo cheio de ternura
Sempre sonhei com um amor assim
Mas me chegastes muito tarde
Vivo aqui em meu mundo
Cheia de esperanças e sonhos
Sonhos de um dia ser feliz
Oh ! vida ingrata , quiseras
eu ter nascido em sua época
Amar te ia muito .....
O Brasil está renascendo das cinzas!
Na verdade, do crepúsculo sombrio provocado por mentes da esquerda ditatorial que embriagou mentes igualmente retrógradas. Digo, crepúsculo, pois formos salvos da noite de terror, que queriam essas mentes instalar no nosso país.
Abaixo o politicamente correto!
