Corrupção
A ambição, interesses pessoais e corrupção empresarial, vão acabar com a magia do futebol brasileiro.
A guerra contra a desinformação é uma guerra tão perdida quanto a guerra contra a corrupção sistêmica e a guerra às drogas.
Aliados à corrupção, o oportunismo e a incompetência têm se mostrado os grandes e infalíveis gestores do Brasil, salvo as exceções. E, considerando o regime democrático vigente no país, o cidadão, responsável direto ou indireto por este caos, vive de decidir, com ou sem senso de comprometimento com a faxina, que se faz urgente e necessária no poder político desta nação, bem como com a inadiável qualificação do ambiente social, quem melhor atende a sua demanda de conformismo e de esperança tóxica, através do voto e do apoio às mazelas morais dos seus ídolos políticos
Não é a lei e nem a punição que resolverá todos os problemas da corrupção, mas, poderá ser, que a fiscalização de toda a sociedade faça ela nem começar e ganhar força.
Não se engane porque o que semear na carne colherá corrupção! Entenda:
- De YHWH não se pode Zombar!
Aquele que combate um filho de
Deus, zomba Dele.
A corrupção, espraiada por todos os domínios, revela-se como um ato vergonhoso, um veneno nefasto para toda a nação. Contudo, quando infiltrada na esfera da educação, assume a faceta de um verdadeiro câncer, um roubo insidioso que dilacera não apenas a vida, mas também a essência e a dignidade alheia. Nesse contexto sombrio, não há perdão que possa mitigar a extensão desse mal.
Os problemas de corrupção e outros males da sociedade estão perto do fim?
A justiça, o Ministério Público, a Polícia Federal e demais instituições funcionam de verdade?
Estão acima do bem e do mal?
Nossa democracia funciona?
Chegamos ao marco zero da nossa história. Daqui para frente, tudo será diferente.
Nossos problemas acabaram, seremos definitivamente o país do futuro?
Seremos felizes para sempre?
Será que a justiça, o Ministério Público, a Polícia Federal e demais instituições funcionam de verdade?
Estão acima do bem e do mal?
Enquanto todos estão preocupados com a mentira e a corrupção, vamos passando no trem da honestidade sem sermos notados. Quando perceberem, será tarde demais! O mundo já estará intelectual e irremediavelmente honestificado!!!
A corrupção moral e financeira são filhas da corrupção espiritual, quando o homem abandona a Deus os outros males vêm como um abismo dentro de outro.
A teia da corrupção se tece com fios de ganância e omissão, sufocando o desenvolvimento e a esperança de um Brasil justo.
Uma sociedade que tolera a pequena corrupção abre as portas para a grande,minando os alicerces da moralidade pública.
A corrupção, qual veneno que escorre pelos poros do poder, não nasce do nada. É ensinada, legitimada, assimilada — como quem aprende uma profissão, uma rotina, um idioma. Nesse campo fértil, a teoria da associação diferencial encontra terreno propício: onde há convivência com o ilícito, floresce a propensão ao crime. O Brasil, mergulhado num oceano de desmandos, precisa de uma assepsia ética urgente. A limpeza não será fácil, nem indolor. Mas é necessária. Urge construir um novo pacto social, onde o interesse público se sobreponha às vaidades privadas, e onde os não contaminados — aqueles que não se rendem às tentações do desvio — deixem de ser alijados, para ocupar os espaços de decisão. É tempo de erguermos, com sangue limpo e alma reta, os alicerces de um Brasil que volte a respirar a pureza da honestidade. Que do caos surja um novo horizonte. Que da lama se levante a flor da justiça. E que o povo, cansado de ser traído, reencontre o caminho da esperança.
O ruído do mundo corta o crepúsculo,
com crueldade e corrupção.
E o silêncio do campo desabrocha,
com pássaros cantando,
onde a terra responde sem palavras —
mas com honestidade, cercada de vida.
Viver sob expectativas sociais cria um segundo eu, um reflexo:
uma voz de perturbação e comparação.
Já a solitude permite-nos ver
um vislumbre da paz,
sem precisar de alguém —
bastando um único eu.
Uma paz que não é compartilhada,
mas vivida com amor.
Orgulho ou não,
não existe solidão:
apenas o sol, a chuva
e a felicidade nascida da simplicidade.
Prometendo-lhes liberdade, eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina.
