Cores
Ações coloniais
matam com fuzis,
Eu sou a arte que mata
com todas as cores,
Posso me vestir com
todos os tipos de mortes,
Porque sou a poesia
que mata com palavras.
"Que venha Dezembro doce, cheio de luz, cores, alegria e muita energia...!"
Haredita Angel
30.11.14
Somos de todas as cores pela palheta da criação mas com um único sangue, e ele é amarelo.O amarelo é a cor da vida.
A nova arte depois de 1910, no mundo inteiro não possuem todas as cores primarias originais mas sim aquelas que são permitidas. Muitas delas produzidas anteriormente por pigmentos naturais e minerais, foram banidas e descartadas pela Matrix e repostas com cores semelhantes artificiais, que não possuem e nem emanam as antigas vibrações em hertz. Por isto obras, abaixo desta data se encontram geralmente em visitação publica em museus, por que através da iluminação e distanciamento, a Matrix tem a capacidade total de controle.
MATIZES DE UM SONHO...
Em meu sonho preto e branco vou pincelando com todos os matizes em cores… Que dê luminescência a todas minhas angústias e dores… Finalizo com o esplendor do sol e dobro dentro de mim essa paisagem de papel e minha vida sempre tem cor quando avisto um arco Iris no céu…
O DESPERTAR DAS FRESTAS
Orbitava num mundo cinza
Quando as cores entraram
Pelas frestas
Aí vi a luz.
Lu Lena / 2026
— “As cores não existem para governar.
O sistema que criardes não será a Ordem do Dragão, mas apenas um reflexo de vossos próprios corações. Quando as cores forem usadas como correntes, o mundo sangrará… e eu retornarei.” — Mundo De Cores
Entre o vermelho e o amarelo, eu sou mais o verde e o branco, que trazem esperança e paz, as cores dos meus times Palmeiras e Icasa.
Benê Morais.
"Quando o céu sangrar cores que nunca foram vistas, e a terra florescer fora do tempo, o fogo ouvirá novamente o chamado.”
Meus olhos conquistadores estão sem cores e acinzentados, perdendo o brilho quando a alma se cansa de lutar por beleza.
Há feridas que o tempo não cicatriza, ele apenas ensina a pintar por cima. Cores novas, técnicas de ocultar, a vida vira tela retocada. Passo o pincel, sorrio ao espelho e finjo que a obra está completa, mas sei que por baixo do verniz a dor ainda pulsa, insistente.
A depressão é como um nevoeiro que entra pela janela aberta e apaga as cores do jardim, deixando tudo com um tom de cinza-hospitalar que nos tira o apetite de viver. A gente aprende a tatear os móveis e a caminhar no escuro, esperando que o sol decida voltar das suas férias eternas.
Eu sou o único responsável por colorir o meu dia de novo. Ninguém vai vir com uma paleta de cores me resgatar.
O camaleão é mestre do disfarce; mas no excesso de cores alheias, desaparece. Isso não é sobre camaleões.
