Cores
O Brilho da Presunção
No breu sem cores, onde a vista se cala, O cego estende a mão, sem receio, pronto a confiar.
Sabe que a escuridão é lição que não fala, E no toque do guia, encontra o seu lugar.
Mas que força estranha aprisiona quem tudo enxerga, Na luz ofuscante, onde o ego se faz rei!
A soberba é areia onde a verdade se esvai, E o caminho é negado por uma falsa lei.
O cego, com o tato, reconhece o perigo, A alma, na sombra, aprende a se curvar.
Já quem vê no claro, abraça o seu próprio inimigo: A vaidade que cega e que impede de avançar. Não é a ausência da luz que o passo impede,
É o brilho da presunção que ao abismo conduz.
O coração altivo em sua ilusão se excede, Prefere a própria sombra à luz que a cruz lhe traz.
No fim, a verdade ecoa, simples e sombria: É mais fácil guiar um cego no escuro da noite, Do que uma pessoa que vê, mas na clara luz do dia, Escolheu ser dono da treva, e rejeitou o rumo e a sorte.
Recomece quantas vezes necessário for. Refaça, renasça, faça nascer as cores e as texturas do teu mundo, do teu eu...e assim trará valor ao meu EU, ao meu mundo, pois nosso verdadeiro valor não está em nós, mas no que causamos no outro.
Flávia Abib
Caminho sem pressa, no compasso do vento
Buscando no tempo um sinal pra seguir
As cores do céu me lembram teus olhos
E o medo de ontem começa a sumir - Frase da música Luz Que Me Guia do dj gato amarelo
O romantismo é sinfônico baile de cores mas, direi-lhe então que, uma vez entrelaçadas, têm-se eterna escuridão.
Contemple infinitamente as maravilhas de Deus.
Aprecie os detalhes, as formas, as cores, os tons.
Aproveite cada momento como sendo único.
Dê valor ao que lhe foi dado como dádiva. Revigore-se com boas energias.
Absorva novos ares.
Absorva vida.!
_________FranXimenes
03*09*2013
Essa gente que traz cores,alegrias e risos. Que aprontam inocentemente surpresas inesperadas. Essa gente-criança ,cheia de encanto e emoção, mostrando e dizendo ao coração que sempre é tempo de ser FELIZ.!*
FranXimenes
30*10*2013
Estenda tua mão, divida tua alegria, tuas cores, tuas flores. Tuas atitudes mostrarão sempre o reflexo...da tua alma.
Flávia Abib
Minha insegurança eu escondo entre as indefinidas cores de minhas lembranças; entre as sortidas texturas dos meus pensamentos; entre a vaga loucura dos meus desejos. Minha insegurança é uma dissimulação da minha segurança em mim, que eu escondo nas entrelinhas do meu olhar...no meu secreto EU.
Flávia Abib
Quero o que transmite paz...sem perder a junção das cores. Quero o que é simples...sem importar-me com a forma. Quero o que é leve... o que vem do coração...com a leveza da alma.
Flávia Abib
Pé de amora!!! Árvore namoradeira na primavera a arborescer em cores verde e vermelho rubro num encantar do amanhecer! Vem faceira, árvore namoradeira para meu sorriso florecer! Nos encantos das águas, seus frutos com a inocência de uma criança a colher... vem pureza, vem memórias de infância na alegria do acolher! Assim sou uma amoreira que floresce na alegria de viver!!
Hoje meu coração vibra em cores,
sabores, amores, encantos e luz.
Minha alma sente a calma de Ser,
De sorrir e expandir em alegria,
Meu coração se enche de amor,
para mais uma semana receber,
com o sorriso que preenche o Universo, pois somos UM!
Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Páginas amarelas
Amareladas,enegrecidas
Cores parafinadas das velas
Jazidas no tempo, esquecidas
Um escrito documento no tempo parado
Estabilizado pela fagulha do cosmo intempestiva
Borbulhando constante agitado
As cordas velhas da antiga festiva!
E escreves por aquele antigo pecado
Lamentável erro do passado
De quem fora o vilão responsável
Pelo castigo indecifrável
Eu,louco das ruas poeta
A afogar-me em distante loucura
Com alma bastante inquieta
Deitado nos braços da nobre figura!
