Cores

Cerca de 4281 frases e pensamentos: Cores

As cores do mundo
refletem a pura arte.
A vida rabisca e desenha
as linhas, curva e reta
por toda a parte!
Na tela como no papel,
Usando o lápis, a tinta,
a guache e o pincel.
E faz sair obra de arte
Educação.

Recomeçar é permitir que a vida pinte novos horizontes com as cores da esperança. É acreditar que os sonhos florescem no tempo certo, guiados pela presença de Deus, que fortalece a alma e ilumina cada passo. Que o amor seja o caminho, a paz faça morada no coração e que, em cada novo amanhecer, a felicidade encontre motivos para permanecer.

Recomeçar é vestir a alma de novas cores, confiar os sonhos às mãos de Deus e deixar que o amor e a paz floresçam no coração.

⁠Alguns momentos são mágicos.
Não precisam de muitas cores.
Brilham.
Só preto e branco.
Simples assim...

Mais que ouro


Um campo de rosas com diversas cores a se perder de vista,
O por do sol com seus tons de crepúsculo,
Um bom vinho a mesa, salames, queijos, uvas e morangos,
Olhares cruzados, pensamentos concentrados e sentimentos fluindo.

⁠ "Que venha Dezembro doce, cheio de luz, cores, alegria e muita energia...!"
Haredita Angel
30.11.14

Metáforas de cores reluzentes transcendem a percepção aguda sob um ângulo corretivo.
​A percepção do azul, na velocidade magnética, atinge o ápice do ego expressivo; no espaço contínuo, essa mesma velocidade projeta o vermelho como cor de fenda, num pequeno rasgo do espaço-tempo.
​A translação do ar reflete o status do fluxo no meio ambiente. Quando o ar é quebrado pela velocidade do som, as ondas de impacto materializam a sonoridade em cor que se dissipa no exato instante do estampido.
​O ar comprimido da existência — metáfora quadriculada em estado primitivo de inércia — desperta. A energia se manifesta na primazia do branco, como o rastro da difusão de uma viagem temporal que deixa em seu rastro a pura sensação do vazio.

​Na passagem do tempo, podemos marcar a existência através das cores, definindo o passado, o presente e o futuro como coordenadas das eras — um processo que reside no simples ato de ver a cor e compreender os mistérios do olhar.
​Assim como as nuvens desenham o dia, sabendo que nenhuma nuvem é igual a outra, o registro de uma foto ou filme é capaz de resgatar aquele instante exato no tempo. Até mesmo as estrelas mudam de posição ao longo de décadas ou eras, pois o cosmo permanece em constante movimento, expandindo-se sob a consciência plena da relatividade.

​Projeções e códigos que a órbita da Lua descreve; o mesmo efeito de nuvens rígidas, cores, sons, tempestades e a fonética do silêncio absurdo anterior à catástrofe. Pássaros possuem um campo magnético que os atrai e repele; o parecer do achismo nada vale diante da imensidão de dimensões infinitamente sobrepostas. Para onde ir pelas rotas planetárias?
​As cores assimiladas pela mente coordenam a estabilidade humana. A distorção da direção é a simplicidade das respostas contidas no cotidiano — e esse cotidiano é constantemente manipulado pelo ambiente em que se vive e pelo som que se sente. Suas experiências e memórias podem ser conduzidas como no Efeito Mandela: tudo o que você lembra é o efeito de uma imagem reduzida a uma história dentro do espaço dinâmico e contínuo das emoções. Experiências passadas são expostas, mas restam apenas como a ilusão temporal da cor na mente. É como o pecado original: navega-se pela figura da maçã, embora jamais tenha sido dito na Bíblia ou em outro manuscrito que o fruto era uma maçã. Narrativas de alienação e controle mental são criadas para induzir a aceitação da origem sob uma forma apocalíptica, passiva e obediente, forjando mundos paralelos "perfeitos" e multiculturais. Na vida, o trabalho é um mundo; cada lugar de interação é um universo distinto. Das cores das nuvens até o tempo na órbita vista da Lua, tudo difere — e assim continuamos assimilando realidades.
​Cada cor carrega cheiro, gosto e emoção. A música refinada de um restaurante é manipulada para transmitir um ar de graça e contemplação. O bife carnudo deixa de ser algo para matar a fome e passa a ser uma obra feita para ser apreciada. Já em uma barraca de cachorro-quente, a cor da salsicha, o aroma do purê de batatas e os condimentos geram a sensação do trivial e empolgante, projetado para saciar a urgência. O som de fundo costuma ser música popular, feita para despertar mais fome. Até mesmo o suco saturado de açúcar ou supostos aminoácidos, girando em uma máquina que lembra uma lavadora de roupas, é pura informação concebida pela imensidão da venda e do consumo. Cores e estímulos hipnotizam pela velocidade e pela pressão do tempo.
​Da poeira pensante à química da poça primordial perto de vulcões imensos, onde a água jorra elementos até que a descarga de um raio dá o passo inicial à vida. Parece um filme. Adão e Eva, a manipulação na crença do que não lembramos ou do que parecia irrelevante perante o que somos.
​O espaço cronológico projeta imagens, sonoridades e a passagem do tempo. A cor cinza desbotada ou o amarelo resgatam o passado como um vestuário que, involuntariamente, remonta a um cenário em que a mente regressa à própria juventude. Essa arquitetura silenciosa nos manipula, pois pode ser substituída por outras lembranças ou noções de conhecimento — a reminiscência evolutiva. O mosaico da nostalgia e da física opera em sincronia através do tempo: lembra-se de como o sol estava ou de como o dia seria. Vendemos sensações nas escolhas, na música de fundo, na comida do restaurante fino ou na marmita do restaurante japonês. A realidade se molda a cada momento irônico em que tomamos decisões sobre a imagem que temos de nós mesmos.
​Na psicologia, busca-se compreender as dores da psique e aceitar o que somos diante do inevitável: as afecções da consciência. Como questionar o porquê de existir dentro das ironias impostas pela própria ilusão da escolha? No micromundo, o mero ato de observar já manipula o objeto atômico.
​Essa dinâmica eleva o formato da nossa existência. Nada entendemos até alcançar a compreensão, pois a evolução existencial determina que a fogueira permaneça acesa para que existam alegorias. É como o quadro-negro na escola contendo uma equação sem solução para que os alunos a resolvam, até que o funcionário da limpeza vai lá e a soluciona. Afinal, gênios nascem em árvores?
​As metáforas se expõem entre as adversidades da mente. A sensação de mudança e a percepção do tempo variam se estamos viajando ou trabalhando em um prédio: noções de tempo distintas envolvidas pela premissa da realidade e pelo obstáculo do mosaico visual. Ao longo da rodovia, vemos a pareidolia e a miragem exposta pelo calor. A mente falha porque as falhas são determinadas pela matriz da realidade.
​As cores assimiladas moldam os aspectos morais e éticos. A sede vem porque a consciência avisa que está quente, e a busca por água refresca a mente; mas quando usamos óculos escuros, o calor parece apaziguado, pois a visão do ambiente foi alterada. Da mesma forma, a música não deixa dormir: o efeito do funk na rua lembra por que gritamos para o universo. O universo se silencia, olha para cima e revira os olhos: "Humanos..."
​O universo visto como um cubo é só mais uma pareidolia da nossa visão limitada para torná-lo um organismo aceitável. No micromundo, tudo está conectado, mas nada interage até que observemos. As probabilidades e a semântica da evolução existencial determinam que, a cada instante em que avançamos pelo cosmos, vemos as variações do destino. O final não é a escolha; é aceitar a escolha e compreender.
​Dentro desta compreensão, vislumbramos instantes de vidas passadas arquivadas na memória. Agora, no silêncio absurdo, enxergamos as escadas que construímos. A mobilidade nos transporta e evoluímos em uma cascata de eventos: quando abrimos as portas da evolução existencial, caminhamos por um caminho sem volta.
​Mesmo quando despertamos nossas mentes, o mundo se torna pequeno em lapsos de memória.
Por Celso Roberto Nadilo
O espaço e tempo relativos o que somos diante o somos.

Na paleta de cores, a sintonia feminina.


Tons que se encontram, sorrisos que se conectam e a beleza de mulheres que compartilham presença, afeto e boas energias.

Na paleta de cores, asintonia feminina.
Entre amigas...


Tons que se encontram, sorrisos que se conectam e a beleza de mulheres que compartilham presença, afeto e boas energias.


#SintoniaFeminina
#Encontros
#Conexões
#ProfessoraJani
#JaniaraDeLimaMedeiros

Letras desequietam palavras atraindo o olhar para algo...


Encontrada como em borboletas
cores, pouso, delicadeza e muito mais


Palavras são pétalas de uma frase
na natureza da linguagem


Letras me inquietam; palavras me atrai
tirando uma pétala da palavra poema
põem inquieta


como é as borboletas — o olhar vai
de frase em frase...


Somando beleza a leitura
palavras dão calor à paisagem


Letras são raios de quem sente
encontrada em três letras
sol inquieta


Em três pétalas tem poesia
a arte de contemplar






Leonardo Mesquita

Um mar de cores.


"Era uma vez" é algo típico.
Então lá vamos nós, mais uma vez...
Era uma vez um grupo,
Eram 7 pessoas,
Cada uma, única de seu jeito:
Uns pareciam loucos, mas felizes
Uns eram reservados, só observavam
Uns apenas seguiam a correnteza, deixando que ela os levasse,
Mas juntos eles eram incríveis, eram como as cores do arco-iris,
Separadas são únicas e lindas com tons,
Mas juntas formavam uma coisa surreal de se ver.

Cadê As Cores?


O mundo não é preto e branco
Também não é só cinza
Ele tem cores
Cores vibrantes, claras e escuras, neons e pastéis
Mas sem você as cores se foram
Para mim cinza e branco se foram
Só restou o escuro
Mas e se eu abrisse os olhos?
Eu consigo abri-los?
Eu veria as cores?

O camaleão é mestre do disfarce; mas no excesso de cores alheias, desaparece. Isso não é sobre camaleões.

Um cego não vê as cores do arco-íris. Quem nunca teve filhos não compreende que, nesse jogo, o maior prêmio é poder participar.

A Alquimia das Cores Assimiladas
​Por Celso Roberto Nadilo
​A arte nasce da transformação da matéria e da alma. O amadurecimento da tela ganha vida no banho de chá preto ou chá mate, onde pinceladas de café coado imprimem uma sensação envelhecida e escura — uma atmosfera gótica construída pelas sombras do preto e por um tom sóbrio e único. A camomila, quando diluída com gotas de limão, provoca a expansão de um amarelo corrompido pela acidez. A consciência expande-se diante da pimenta, que realça no vermelho uma tonalidade singular, viva e irrepetível. A tela pode até se desgastar no manuseio e na interação dos elementos com a composição, enquanto o fogo esmorece as cores assimiladas e sela a secura de cada camada.
​Imagine uma obra assim: o chumbo diluído na tinta confere a originalidade de uma cor única, tornando-se a própria assinatura da composição. Elementos vegetais incorporam-se à tela — como a urtiga e a palma —, trazendo uma seiva viscosa que, misturada a vernizes, inova a textura com o brilho sutil de um olhar. Fios de ouro sintético ou o próprio pó de ouro conferem à obra-prima um toque de riqueza, enquanto, muitas vezes, o sangue e o suor do próprio artista se fazem presentes na matéria.
​O estado psicológico do criador transborda para a pintura. É a filosofia da especulação ambiental e a oscilação da temperatura expostas nos traços, revelando os desequilíbrios do desempenho artístico. Tudo pode começar num esboço simples — no caderno, no papel-manteiga ou na riqueza do papel-carbono que nos permite duplicar a ideia. Uma folha seca de árvore integra a composição da arte renascentista, atravessa o cubismo e alcança a arte abstrata. Na abstração e nas metáforas, dá-se livre-arbítrio à criação, permitindo até a pureza da arte infantil com tinta nos dedos, onde o desespero e a angústia tornam-se nítidos, marcando o despertar da genialidade.
​O vermelho que salta aos olhos denuncia a violência ou a dor superada — estigmas cravados na tela. As ferramentas ditam o ritmo: pincéis de crina de cavalo ou cerdas sintéticas alteram drasticamente a textura, do traço mais espesso ao mais fino. Linhas e panos integrados à obra podem ser costurados à mão ou à máquina, enfatizando o caráter tátil da criação.
​Nas mãos do artista, o produto bruto toma forma na mistura do zinco, das ligas metálicas, dos tijolos decompostos em pó e até dos cristais ou diamantes moídos, que elevam a pureza do desenho. A colagem de fragmentos de outras obras transcende a imagem original, construindo um perfil visual próprio. Afinal, nem tudo na história da arte esteve à vista de todos: Monet expôs sua pintura, mas manteve seus esboços guardados no segredo do ateliê. Da mesma forma, latinhas de refrigerante ou cerveja, derretidas ou transformadas em pó para se fundirem à tinta, trazem à obra as inovações e as marcas da nossa própria época.
​A arte enfeitiça porque é o reflexo direto da história, da vida e da essência de quem a cria. O respeito aos mestres reside na forma como escolhemos lembrar e perpetuar a sua arte.

Segue o Outono: ouvirás as cores do Verão a amadurecer.

No poente o céu
sangra cores
que não sabe guardar.

“Vida de artista é colorida, mas não é fácil permanecer com as cores certas!”