Cores
AMOR E POESIA
Uma vida de sonhos
Enfeitada de flores
De lágrimas e risos
De cores e amores...
Uma vida de encanto
Magia e mistério
De espinhos, pétalas
Aromas e perfumes...
Uma vida em versos
Da espera, a ansiedade
A saudade emocionada
De encontros e despedidas
Uma vida de coragem
De cicatrizes e força
Recaídas, recomeços
Fé e gratidão
Uma vida de intensidades
Sou inteira, plena
Pura essência, verdade
Sou amor e poesia...
Brasília me persegue...
Cheia de contraste, tem de todas as cores no céu... tão seca, tão selvagem...
Cheia de contraste, tem de todas as formas de arquitetura... tão perfeita, tão planejada...
Brasília é o céu do mar... Brasília é o céu de todas as estações.
Como amo essa cidade, minha Brasília... minha eterna Brasília.
Acho q poderia dizer tudo, mas ficaria vago uma resposta dessa, então amo os traços, as cores, a forma... Tudo é lindo com sua devida perfeição e o universo esbanja a perfeição.
Mais uma semana de cores se inicia; a verde é sempre boa, azul me seduz, a vermelha me apraz, para mim, tanto faz, nada me sequestra, pois, amor, serenidade e a esperança são virtudes que habitam meu tenro coração.
Minha querida mãe me ensinou muito, através do seguinte ditado:
_O que seria das outras cores se todos gostássemos do azul?
Pois bem...
Fica nítido que somos diferentes.
Cada pessoa possui uma história única.
Por mais que passamos por situações parecidas, a forma como lidamos com isso é diferente para cada um.
Exercemos reações diferentes perante a vida (ou a morte).
Não devemos ensinar as crianças a respeitar o branco ou o negro. O correto é educar para que respeitem a todos, assim não criaremos distinções.
Querer que as pessoas possuam a mesma forma de pensar ou gostos, é normal. Porém a magica está na loucura de sermos diferentes, de podermos discutir sobre assuntos variados. Essa é a porta do conhecimento.
A única coisa que devemos ter sempre para com o outro, é o RESPEITO.
Entenda...
Voce não precisa gostar do que julga diferente, mas respeitar é teu dever.
_Catherine Andrade
Quando olho na minha janela te vejo,
meu jardim florido com as cores,
do arco-íres, o perfume das flores,
vem me embreagar E encher de desejo
É a primavera com temperatura agradável,
andar na rua a saborear o vento refrescante,
de uma natureza exuberante
com um florescer denso e imensurável.
E neste clima gostoso
recebemos flores delicadas
que permite ser amadas!
Que o vento forte leva pra longe
espalha amor em toda direção
num despertar de felicidade e paixão !
@zeni.poeta
OBRIGADO MEU SENHOR JESUS
Neste Outono de cores
Vividos em família
Obrigado, meu Senhor Jesus
Pelos momentos felizes
E pelos momentos menos bons
Que tenho vivido nesta vida
Pelo caminho que me iluminas
Quando caminho na escuridão
Pelo amor que me tens dado
Mesmo quando eu não mereço
Obrigado meu Senhor Jesus
...e assim como um rio cheio de vida, cores, nuances e sabores
ele te conduz e te preenche,
vai te levando...
Há também pessoas assim que estão ou passam e há você que faz disso uma poesia
por que é assim que se lê o dia
quando a gente quer,
quando a gente sente,
até mesmo quando assim não é
@machado_ac
"Numa cor há tantas cores!
Olhos como microscópio!
Que vira luneta e em cada grão...
Um planeta!"
Leticia Gil Siqueira Santos
25/06/2019
EU VI O MUNDO -784
Márcio Souza
Vi o brilhar da luz quando nasci
A cor das cores a colorir
Eu vi de minha mãe os seus carinhos
Eu vi tudo, mas pouco entendi.
Recém-nascido apenas senti
Eu tinha certeza ou a sensação
Muito pouco eu compreendi
Mamãe sentia no coração.
Vi com amor e com alegria
Eu vi um mundo cheio de ilusão
Realidades e fantasias
Eu vi sonhos e desilusão.
Eu vi o sol nascer, o sol se pôr
Vida que vive, vida que jaz
Eu vi o ódio, a compaixão, vi o amor
Vi muita guerra e pouca paz.
Vi estrelas e a beleza do mundo
Eu vi emoção, injustiça e razão
Com fé na vida, acreditei em tudo
Amei, vi a mentira e a frustração.
Com passar do tempo percebi
Que a vida é vida e não romance
Que apenas nasci e pouco vivi
Tudo foi só um sonho, eu morri antes.
Márcio Souza.
(Direitos autorais reservados na forma da Lei)
Primavera
Primeiro floresço dentro de mim
Depois semeio no jardim
Primavero-me em cores
Chegou a estação das flores.
O mundo enlouqueceu, e em casa eu fiquei preso, enjaulado em um labirinto colorido. “Há cores em tudo que vejo”, pois tenho em mim olhos de pintor e mente de poeta, ai de mim se não fosse a arte que há nos átrios do meu coração, fico encantado com as paredes multicoloridas de minha casa, feliz por viver em uma vida colorida, me encanta o azul do céu, e me sinto extremamente sortudo por ter oportunidade de vê-lo. .
Como sou apaixonado pelos fins de tarde, como é mágico ver suas cores, paro uns cinco minutos e agradeço, pelo privilégio de contemplá-lo e sempre me despeço dele, digo um até logo, porque espero voltar a vê-lo por muitos dias, mas se o amanhã chegar e eu não estiver aqui para assisti-lo, ficarei satisfeito com meu espetáculo de quinze minutos.
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Sei que a vida pode ser como as cinzas de uma fogueira que há muito tempo se apagou, mas eu escolhi viver uma vida colorida, com uma infinidade de tons que eu nem sei os nomes. E digo com toda certeza do mundo que eu amo o branco das paredes da sala, o amarelo da cozinha, o vermelho do quarto, cada cômodo com uma cor diferente fazendo assim um incrível mosaico, como uma pintura de Picasso.
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Há arte em tudo que vejo, estou rodeado por uma infinidade de cores e formas e permaneço a reparar em diversas outras novas, a vida pode ser cinza pra quem não consegue reparar nas belezas que lhe cercam. Talvez seja eu, que tenho a felicidade fácil, mas não mudo, porque assim é mais fácil ser feliz, pois até o que é simples me agrada.
Fique como as cores nas paredes. Pintadas, mas você não pode apagar todas elas.
Contudo, contudo,
Contudo, contudo,
Também houve gládios e flâmulas de cores
Na Primavera do que sonhei de mim.
Também a esperança
Orvalhou os campos da minha visão involuntária,
Também tive quem também me sorrisse.
Hoje estou como se esse tivesse sido outro.
Quem fui não me lembra senão como uma história apensa.
Quem serei não me interessa, como o futuro do mundo.
Caí pela escada abaixo subitamente,
E até o som de cair era a gargalhada da queda.
Cada degrau era a testemunha importuna e dura
Do ridículo que fiz de mim.
Pobre do que perdeu o lugar oferecido por não ter casaco limpo com que aparecesse,
Mas pobre também do que, sendo rico e nobre,
Perdeu o lugar do amor por não ter casaco bom dentro do desejo.
Sou imparcial como a neve.
Nunca preferi o pobre ao rico,
Como, em mim, nunca preferi nada a nada.
Vi sempre o mundo independentemente de mim.
Por trás disso estavam as minhas sensações vivíssimas,
Mas isso era outro mundo.
Contudo a minha mágoa nunca me fez ver negro o que era cor de laranja.
Acima de tudo o mundo externo!
Eu que me aguente comigo e com os comigos de mim.
Em segundos a vida se expande, cria uma janela de cores. A imagem da fotografia nunca mais será a mesma, a janela nunca mais fechará. O mundo é um velho casarão com incontáveis janelas. Debruçado no umbral de uma delas, olho a vida...
