Contos de Drummond o Girassol e o Jardineiro
Todo escritor nunca tem sua missão acabada, sempre tem algo a contar e a fazer, falar sobre o cotidiano, a sociedade, os planos, o trabalho já enfrentado, pessoas que encontramos em nossa caminhada pela vida, escrever não acaba; é como se algo bom estivesse à nossa espera. Relutando nisso, cabe-me ir ao encontro do que me espera
Como em todas as classes ou grupos sociais encontraremos dificuldades na forma de nos relacionarmos uns com os outros, porém, isso não significa exatamente que tudo aquilo que diverge e converge não possa nos alçar a um novo patamar ou permitir que escrevamos uma nova história, de GARRA e não de GUERRA.
Amigas pequenas não vibram com nossas conquistas, nem tão pouco desejam nos ver bem, estão até abertas a nos ouvir chorar e nos dar um consolo quase miserável, umas migalhas apenas... Elas até se compadecem com nossas lagrimas, mas nem se esforçam para nos alegrar. Então somos obrigadas a mudar o nosso olhar. Aprendemos, no final, que, amizades de migalhas, não são necessárias nas nossas vidas. Mas, o mais extraordinário é que essas pequenas amigas não conhecem a lei do retorno. A vida é perfeita, os papéis se invertem.
E talvez esse final não inclua um homem maravilhoso. Talvez dependa de você. Talvez esteja por sua conta, juntando os pedaços e recomeçando, se libertando para achar alguma coisa melhor no futuro. Talvez o final seja só seguir em frente. Ou Talvez o final seja este, saber que apesar das ligações não retornadas e todas as magoas, apesar de todos os erros e sinais mal interpretados, com toda vergonha e constrangimento você nunca, nunca perdeu a esperança.
É impossível atravessar as alamedas do coração, sem que uma amizade cause decepção e sem que um amor nos abandone... Se, depois da dor, pensarmos que não há nada melhor por vir, nenhum outro momento de felicidade virá mesmo... O problema não está nos fatos ruins, e, sim, na maneira como reagimos a eles.(Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Alamedas do Coração"
Em nosso dia a dia somos rodeadas de cores. A natu- reza com seu pincel e sua tela vai colorindo as nossas vidas! No final da tarde, ela pega o seu pincel e nos deixa fascina- das com o por do sol, incrivelmente alaranjado no cair da tarde. (Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Colorindo a Vida")
Gosto de dias chuvosos, a chuva tem uma música, que ora parece ser um adágio, ora parece ser uma sinfonia, tocada pela melhor orquestra do mundo... Mas, hoje, ela parecia estar tocando desgovernadamente, acho que o maestro saiu e a deixou sozinha... Raios explodiam a todo instante, os trovões até apavoravam...
- Ela realmente entende você, não importa a sua situação. Ela se coloca no seu lugar para compreender seus sentimentos, para sentir a sua dor. É boa nisso. Ela me entendia de verdade, sabia me consolar e ser minha amiga, e acho que foi por isso que eu confiei tanto nela e acabei por me envolver tanto com ela...
Contundo, segundo um estudo, as pessoas famosas são as que tendem a ser as mais narcisistas. Em 2006, Dew Pinsky e Mark S. Young publicaram os resultados dos testes de NPI de duzentas celebridades de todos os segmentos da indústria de entretenimento. ´Eles mostraram que o narcisismo não é um subproduto da celebridade, mas uma força original motivadora que leva as pessoas a se tornarem celebridades’, escreveram os autores em The Mirror Effect. Em outras palavras, muitos dos principais representantes da nossa cultura dominante podem ter personalidades seriamente disfuncionais.
Eu a amo. Acho que é por isso que dói tanto. É horrível quando você se acostuma com algo ou alguém e simplesmente, de uma hora pra outra, essa coisa ou esse alguém, não se encontra mais ali. É como se a vida nos pregasse uma peça, daquelas que machucam, que incomodam, que matam por dentro. Só para mostrar o quanto não somos nada para o tempo. E o pior, é que não é como uma dor de cabeça que você toma remédio e passa. É uma dor na alma, que dilacera, corta, dói e acaba inflamando. E que quase sempre, a cura, está com quem não se encontra mais ali. A vida é passageira demais, uma hora estamos bem, vivos, brincando, conversando, resumindo: vivendo. E pouco tempo depois, pode ser que simplesmente chegue o nosso fim. Eu queria que as pessoas criassem raízes, fossem permanentes e imortais. Acho que parte da tristeza do mundo e dos corações partidos, diminuiriam, significativamente. Mas tem que deixar doer como nunca doeu. Você acaba se acostumando de uma vez por todas com a dor e aprende a não deixar doer nunca mais. Acho que ainda não cheguei no meu limite da dor, porque ela só aumenta todos os dias. E eu espero me acostumar com ela, o mais rápido possível. E o pior, é que não é uma dor física que se trata com remédios. É uma dor profunda na alma, no âmago do ser, no fundo do coração, que não tem cura. E os cientistas e médicos já deveriam ter inventado uma cura para ela, eles seriam considerados génios e heróis para todos os que sofrem com essa maldita dor.”
Eu me vejo na minha infância como uma colmeia, aonde varias pessoas simples, insignificantes, vinham, como abelhas, trazer o mel de seu conhecimento e das reflexões sobre a vida, enriquecendo generosamente o meu espírito, cada um como podia. Muitas vezes, acontecia de esse mel ser sujo e amargo, mas todo conhecimento era, mesmo assim, um mel"!
"A singularidade é uma categoria lógica, mas está também nos limites da lógica. É possível falar do singular, além de designá-lo? É possível falar dele? O singular, como tal, não parece com nada: ele ex-siste à semelhança, ou seja, ele está fora do que é comum. A linguagem, por sua vez, diz apenas o que é comum, exceto o nome próprio – sem que o próprio do nome seja uma garantia absoluta da singularidade."
São duas as condições para se poder dizer que a fala cura: não levar em conta quem falou, nem levar em conta seu significado, ou, para ser mais preciso, a significação, aquilo a que a palavra se refere; deve-se levar em conta, exclusivamente, a dimensão sonora, significante, da fala, tal como ela o é para o poeta.
Colorindo a Vida” é um livro escrito para quem deseja colorir os caminhos do viver, alçando voo alto e assim colorindo o seu caminhar. Para quem deseja caminhar, pelas alamedas da vida, colorindo o seu dia a dia, com as pinceladas, que o colorido da vida nos dá. São crônicas escritas, pensando que o nosso viver tem que ser colorido!
“Pessoas e coisas confundem-se constantemente por aqueles que, na ausência de amor em sua essência e não havendo desenvolvido a habilidade de pensar e refletir, não entendem o propósito real da criação, tão pouco sua existência. Por cometerem tal blasfêmia, a sociedade caminha para uma forma de vida completamente irracional ao passo que essa qualidade de gente não consegue entender que as pessoas são mais importantes do que as coisas. Compreenda-se por coisas tudo aquilo que não é uma “pessoa”. Ame o Senhor nosso Deus acima de todas as “coisas” e o seu próximo como a ti mesmo.”
Que aquele que rouba livros ou não devolve livros emprestados tenha o livro em sua mão transformado numa serpente voraz. Que ele sofra um ataque apoplético que paralise todos os seus membros. Que, aos gritos e gemidos, implore por piedade, e seu tormento não seja mitigado até que entre em estado de putrefação. Que as traças corroam suas entranhas como o verme que nunca morre. E que no dia do juízo final seja condenado a arder para sempre no fogo do inferno.
Nunca a vi como mulher, pois ela é minha mãe. E só. Nunca pergunto como ela está, o que ela quer. Se está feliz ou triste. Não sei, nunca pergunto. Até uns dias atrás, eu não sabia do que você gostava. Mesmo assim, ela estava comigo. E sei que sempre estará. (...) Ela é a mulher da minha vida.
"A mensagem de Cristo define-se pela união dele com o "homem", para que este se realize, isto é, salve-se, seja perfeito, seja homem. O cristianismo não exprime relação externa, intelectual com Cristo, por meio de imitação de seus exemplos, ou assimilação de sua doutrina, mas consiste em uma união interna, mística, vital do "homem" em Cristo."
"O coronel Aureliano Buendía promoveu trinta e duas revoluções armadas e perdeu todas. Teve dezessete filhos varões de dezessete mulheres diferentes, que foram exterminados um por um numa só noite, antes que o mais velho completasse trinta e cinco anos. Escapou de quatorze atentados, setenta e três emboscadas e um pelotão de fuzilamento. Sobreviveu a uma dose de estricnina no café que daria para matar um cavalo. Recusou a Ordem do Mérito que lhe outorgou o Presidente da República. Chegou a ser comandante geral das forças revolucionárias, com jurisdição e mando de uma fronteira à outra, e o homem mais temido pelo governo, mas nunca permitiu que lhe tirassem uma fotografia. Dispensou a pensão vitalícia que lhe ofereceram depois da guerra e viveu até a velhice dos peixinhos de ouro que fabricava na sua oficina de Macondo. Embora lutasse sempre à frente dos seus homens, a única ferida que recebeu foi produzida por ele mesmo, depois de assinar a capitulação da Neerlândia, que pôs fim a quase vinte anos de guerras civis. Desfechou um tiro de pistola no peito e o projétil saiu-lhe pelas costas sem ofender nenhum centro vital. A única coisa que ficou de tudo isso foi uma rua com o seu nome em Macondo".
Para que as palavras de Jesus se consolidem na intimidade do ser é necessário bom ânimo, que é otimismo, é alegria e entusiasmo. Também não se deve demorar na tristeza diante de alguns insucessos. A melhor atitude é prosseguir adiante, vencer o mundo por intermédio da vitória sobre si mesmo.
