Contas
Já tentei mudar tantas vezes que até perdi as contas.
Já tentei me entender também, e só consegui ficar mais confusa ainda.
Já tentei encontrar saídas e soluções mas descobri que essas realmente não existem.
Já brinquei de não ser mais eu, porém ao fim do dia foi meu rosto que encontrei no espelho.
Já fiz tantas coisas e deixei de fazer outras tantas.
E depois de tudo descobri que amo ser como sou.
Que mesmo não conseguinto organizar tantas idéias que surgem como relâmpagos,tenho meu valor, e os relâmpagos são meus, ninguém mais os tem!
Que mesmo meus sentimentos serem amplificados, e me fazerem sentir tudo em dobrado,
eles são meus, são minhas torturas e meus alívios, é a pior e a melhor parte de mim.
Portanto essa sou eu, hora alegria, hora tristeza, hora simpatia , hora grosseria, mas em todas as horas sou eu mesma, hoje sem máscaras e sem artifícios.
Que me ame quem quiser amar...mas que nunca percam tempo em me odiar...para o ódio não haverá recíproca!
Hj estou aki para te desejar um dia feliz,
pois hj realmente é um grande dia,
afinal de contas mais 365 dias se passaram na tua vida
e com eles vieram novos sonhos,
novas conquistas e também novos projetos de vida.
Faz alguns anos q Deus te enviou a terra
para iluminar a todos com a tua presença,
e neste dia mais q especial q evidencia a tua chegada ao mundo,
palavras não bastam para te homenagear,
vc é uma obra preciosa que Deus criou
e revestiu com muitas e boas qualidades,
uma grande pessoa que admiro e quero muito bem.
É muito bom saber q vc existe
e q posso contar com vc caminhando ao meu lado,
presente em minha vida.
Q vc caminhe sempre em busca do sucesso,
alcançando um futuro amplo,
se aperfeiçoando e prosperando ainda mais.
Te desejo simplesmente um
FELIZ ANIVERSÁRIO.
No final das contas, o que importa, não é o que somos, quem somos ou exatamente o que queremos ser, na grande maioria das vezes, expectativas só nos fazem ter um olhar critico a respeito do que esperamos de nós mesmo e o que o mundo espera de nós mesmo. Aposto na qualidade da essência do ser, onde simplesmente se é, sem o peso do passado e nem a preocupação do amanhã, tendo o hoje, o agora, como algo sublime e verdadeiro, sendo confiante, de que o dia de amanhã será uma mera conseqüência, sendo esta, um fruto integro e real de um ser completo em si mesmo.
Ñ sei mais o que fazer p dar certo, já perdi as contas de quantas vezes eu disse EU TE AMO de quantas vezes pedi perdão de quantas vezes ouvi EU TE AMO.
Agora fico imaginando se será possível viver desse jeito, se eu vou consegui superar tudo ou se nunca vou perdoar.
Se tudo que eu vivi foi mentira, se minha vida não passou de um livro com um final triste.
Fico a pensar, será que eu mereço a felicidade? E se eu merecesse, porque então não consigo me sentir feliz?
Porque um beijo, um olhar, um sorriso ainda que apenas um, mas com muita sinceridade me faz uma falta? Falta essa que me deixa sem ar.
Quero um olhar, um beijo, um carinho que seja verdadeiro que me faça flutuar.
A quanto tempo não consigo sentir algo assim, não vou dizer que sou a pessoa mais infeliz do mundo, pois eu sei que não sou, mas cada um sabe a dor que carrega, então também não posso dizer que sou a mais feliz. Quero voltar a sorrir, pelo menos um pouco, olhar pra alguém e só em um olhar consegui adivinhar o que se passa dentro dela, só assim eu saberei que estou de verdade com a pessoa certa.
Eu vim aqui prestar contas
De poucos acertos
De erros sem fim
Eu tropecei tanto as tontas
Que acabei chegando no fundo de mim
O filme da vida não quer despedida
E me indica: ache a saída
E pede socorro onde a lua
Que encanta o alto do morro
Que gane que nem cachorro
Correndo atrás do momento que foi vivido
Venha de onde vier
Ninguém lembra porque quer
Eu beijo na boca de hoje
As lágrimas de outra mulher
Cinquenta anos são bodas de sangue
Casei com a inconstância e o prazer
Perdôo a todos, não peço desculpas
Foi isso que eu quis viver
Acolho o futuro de braços abertos
Citando Cartola:
- Eu fiz o que pude
Aos cinquenta anos
Insisto na juventude
A Pessoa Mais Rica Do Mundo, Não É Aquela Que Paga A Contas Dos Seus Amigos, Mas Sim, Aquela Que Tem Amigos Para Dividir A Conta!
Alguns erros precisam ser cometidos, mesmo você sabendo que será errado. Afinal de contas, não sabemos de nada.
A vida se vai, a criancisse se foi!
o emprego chegou, as contas pagou...
mulher arranjou, um filho nasceu.
os problemas quase me enlouqueceu.
e os teus sonhos, uns realizou,
outros nem seguer tentou...
estudos ?desejos?
momentos vividos, nem a sabedoria
tenho mais ,o meu cerebro não comporta mais...
um caminho queria andar ,mas as pernas não
aguentam tanto .
a vida se vai ,a juventude se foi ,a aposentadoria
chegou , e um dia o meu Deus me levou.
A solidão cansada de ser enganada pela falta de carinho mascarada com noites acesas, contas caras de bar em bar, conta cara de gente que não entende.
http://biapensologonaodurmo.blogspot.com
Ninguém é totalmente perfeito, todos nós temos uma carga de defeitos...e no final da contas aprendemos a aceitar as pessoas como elas realmente são e a superar todos e quaisquer obstaculos...
"Se achar que deve mudar o caminho, mude. Afinal de contas, só você pode decidir aonde quer chegar."
Traído e traidor
Afinal de contas, pensava ele, aquele coração, tão volúvel e estouvado, não devia ser meu; a traição mais tarde seria mais funesta. Machado de Assis.
A busca das emoções traz consigo algumas armadilhas traiçoeiras. Um dia conhecemos um príncipe encantado. Charmoso. Bonito e pleno de uma verborragia capaz de ludibriar o mais treinado dos corações. Entregues à solidão - que como um corvo sorrateiro nos espreita. Acabamos envoltos numa cama solitária ou nos deitamos com o ardiloso inimigo.
Embebidos nas névoas de um enlace. Cintilamos sorrisos e alegrias que imaginamos reais. Fotografamos os momentos e revivemos as emoções dos pequenos prazeres. Revisitando os retratos na estante, no celular e no computador. A felicidade precisa de um estandarte pomposo e de uma casa arrumada. Uma visita que é desejada ansiosamente em todos os momentos da vida.
No entanto esse sabor magnífico não pertence à eternidade. Repentinamente o céu azul toma contorno de tempestade. Revisamos as palavras românticas convertidas em ironias e ofensas inimagináveis. Somos dilacerados pela nossa confiança refutada. A plenitude de amor e esperança é espicaçada por um abismo que engole as almas sem socorro.
Digladiados pela realidade é hora de desmistificar os sonhos conjuntos. As paredes de mentira esmagam as meias verdades. A lucidez adentra a garganta e o sussurro do afeto cede aos gritos da dor. Uma alucinação pérfida que converte o mais tranquilo dos animais numa fera voraz. A identidade de quem oferta sinceridade resta transmutada numa tolice digna de nota.
Equivocados pelo algoz as pessoas passam administrar as culpas. Agregam na memória turva as imposições mesquinhas. Uma conversa ao celular se torna uma traição irremediável. A discussão se perfaz para acobertar os desmandos daquele que engana sobre o frágil enganado. Horas de debate infértil sobre responsabilidades inexistentes e quando exauridas as hipóteses falaciosas o traidor pede desculpas convincentes.
O coração e a alma ficam habilitados na ocultação de amores e ódios. A vida não permite asilo dos fantasmas particulares. A amargura surge nos olhos. O temor brota nas atitudes. A vergonha burila os comportamentos. Os danos da traição se alastram no sangue, na fé e nos sonhos – agora convertidos em pesadelos. Cicatrizem que mitigam a fé não se pagam no correr dos tempos. Ficam incrustadas como prova de aprendizado.
A herança da perfídia assola a confiança e agride o espelho. A imagem real não corresponde ao reflexo. Condenado pelos olhos e submisso aos pensamentos. O corpo agoniza a dor infeliz que precisa manter a serenidade. Tudo nos olhos é vago e oco é como uma flor murta que aguarda o sol do estio, mas a impossibilidade da fé recai nas pétalas emocionais como uma tempestade de granizo.
A aura da felicidade é dispersada. Há um desconforto nas veias onde o sangue fervilha entre as memórias. As imagens passam diante do espelho e dos olhos. A elegância comentada entre os amigos. A gentileza destinada aos familiares. O carinho construído para as fotos e eventos sociais não passava de um engodo. No intuito de amealhar novas vítimas e oportunidades de um prestígio que nunca seria alcançado.
Na última manhã ainda privada da lucidez houve a preparação do café. A angústia das perguntas sem respostas. O silêncio que revelava um abismo de mentiras. Quem poderia imaginar o desfecho cruel daquela cena. Onde o agressor quer ser a vítima e sacrifica a história do outro para o seu deleite e para compensar os seus fracassos. Como Lúcifer que condenava os demais anjos para conquistar sozinho o paraíso...
O desejo primitivo de manter e propugnar a mentira culmina pelo transbordamento das histórias veladas. Das construções absurdas que levam uma pessoa honesta e digna a ser pintada como um demônio. Numa ideia de autoflagelação a vítima pensa que é o algoz numa confusão de informações sem lucidez. Todas as vantagens recaem nos dedos do traidor que humilha, ameaça e agride covardemente o traído.
Distante dos livros não há beleza em sentir solidão. Não há poesia no abandono. E tampouco prazer nesse aprendizado. Perder a confiança nas pessoas acolhidas com afeto é doloroso – há um confronto das convicções e da inteligência. Perceber os contorcionismos das verdades programadas meticulosamente elaboradas para promover um bem estar passageiro que derruba dos sonhos num pesadelo de lucidez sem escalas...
Nas sábias falas de Nelson Rodrigues: “Só o inimigo não trai nunca”. Contudo o caráter da alma do traído não está preparado para essa armadilha mortal. Esquecer a fisionomia, apagar as feições das promessas de eternidade. Revirar as sobras das emoções notando paulatinamente que as fantasias não passavam de ardis naquela figura ordinária. A descoberta se propala nos dias. Nos papéis esquecidos e nas revelações tardias.
A hesitação passa a ocupar os espaços. Todas as emoções precisam ser exauridas, pois é desconfortável e impossível manter a vida naquilo que está impregnado de morte. O patrimônio dilapidado não retorna. A atmosfera dos pensamentos é cada vez mais rarefeita. A vítima resta sufocada em seus temores presentes, passados e futuros. O algoz por sua vez transita livre e faz da desolação do traído a sua diversão permanente.
