Consumidor
O homem comum é um consumidor voraz de outros humanos, sua vocação não é a de ofertar agindo como canibal, tentando usufruir de alguém de todas as formas possíveis... Por isso a expressão: Eu "comi" num sei quem, ou vou "comer" tal pessoa.
Seja o mais rico e mais celebre ao mais pobre sempre a um consumidor para o que tens,sempre a algo que através de sua necessidade você fará para consumir e ser consumido sua liberdade consistirá e se proteger da mais fria natureza humana e do mais gélido frio ou calor escaldante ate mesmo as chuvas da natureza física da terra.
Eu tenho medo de Deus
Nosso Deus é um fogo consumidor. -
Hebreus 12:29
Escritura de hoje : Hebreus 12: 25-29
Muitas vezes conversei com as pessoas sobre nossa necessidade de temer a Deus. Já ouvi eles responderem algo assim: “Você realmente não tem medo de Deus, tem? Eu nunca acreditaria nesse tipo de Deus.
Sim, tenho medo de Deus e não tenho medo de admitir. Eu também tenho medo de água. Isso não significa que não gosto de pescar e nadar. Mas nunca quero esquecer o poder que leva a vida de um rio, um lago ou um oceano.
De uma maneira mais pessoal, lembro-me de um menino temendo meu pai. Eu o amava e sabia que ele me amava e estava preocupado com o meu bem. Mas eu respeitava sua autoridade como meu pai e tinha medo das medidas corretivas que ele tomaria se eu fizesse algo errado.
O mesmo é verdade no meu relacionamento com Deus. Eu tenho respeito por Ele e Sua santidade. E porque amo, eu O amo e quero estar perto dele. Desejo amar o que Ele ama e odiar o que Ele odeia. Quero viver com a consciência de que Ele deve ser temido mais do que ninguém. Satanás e as pessoas podem destruir o corpo, mas Deus é "um fogo consumidor" que pode "destruir a alma e o corpo no inferno" (Mt 10:28).
Somente quando tememos a Deus, nós O amamos verdadeiramente. E somente à medida que esse amor cresce, garante que nosso medo de Deus é o tipo certo de medo.
Refletir e orar
Temer ao Senhor significa dar-Lhe
nossa reverência, confiança e reverência,
reconhecendo Sua soberania,
submetendo-nos à Sua lei. —Hess
Tema a Deus e você não terá mais nada a temer. Mart DeHaan
Se desisti do seu projeto, se tornara um mero consumidor do projeto de alguém. A concorrência agradece.
Deixa o concorrente gastar pra educar o consumidor.
Vende na hora que ele já está quase decidido a comprar.
Uma marca não é mais o que nós dizemos que é, e sim o que os consumidores dizem uns aos outros sobre o que ela é.
Hoje, as pessoas levam mais em consideração a opinião de outros consumidores do que de uma propaganda. Às vezes, até mais que as seus próprios pensamentos.
FELIZ DIA DO CONSUMIDOR.
Deveria ser este o cumprimento do dia de hoje, pois infelismente foi nisto que o dia 25 de Dezembro se tornou, abraços falsos, sorrisos amarelados, e uma fadiga imensa em dar e ou receber presentes.
O natal?
Ah, o natal!
É muito mais que isso.
Natal é ou ao menos deveria ser, estar verdadeiramente compromissado em fazer o bem, natal é o nascer e renascer de Jesus em nossas vidas todos os dias do ano 24 horas por dia, é abraçar, presentear sem esperar algo em troca, é transmitir ao próximo um amor incondicional mesmo sabendo que não virá o retorno, é saber que por amor a humanidade Deus deu seu filho, seu único filho para morrer por nós (João 3:16) e aceita-lo a cada dia como senhor e salvador de nossas vidas e só assim poderíamos então dizer:
FELIZ NATAL
A defesa do comercio passou a ser maior do que a vida do consumidor,e o consumo mais rentável que o bem estar do servidor.
O produto da prateleira criou vida, e a sobrevivência humana desvalorizou, não tem mais valor no mercado de consumo.
Os víciados em drogas e alcool veem os resultados na vida de outros consumidores, ainda eles alegam que deixaram tais vicios em momento oprturno.
Dizer que se parte do imposto voltar para o consumidor é bom, é como se o bandido lhe roubasse 1000 reais e comprasse uma pizza.
“O consumidor tem direito de ser transportado com pontualidade, respeito, segurança, higiene e conforto, em qualquer meio de transporte”
A nossa sociedade separa os seres humanos como bons consumidores ou consumidores defeituosos. Para os primeiros, os serviços, a tecnologia e os bens de consumo estão acessíveis. Para os consumidores defeituosos, que não conseguem concretizar seus desejos, criados artificialmente pelos meio de comunicação de massa, resta o tratamento policial e a permanente exclusão do bolsão de riqueza dos centros urbanos modernos. Esses, têm que ir para as favelas do Terceiro Mundo, construir suas casas com o que sobra e viver sob um estado de vigilância permanente. É para conter estes, que a qualquer momento podem se rebelar e reivindicar a justiça e a igualdade material, que existe a polícia e as leis de exceção. Para isso os aparelhos de repressão são extremamente eficientes, pois é para isso que foram verdadeiramente criados.
