Consumidor
A infelicidade dos consumidores deriva do excesso e não da falta de escolha.
A escolha do consumidor é hoje um valor em si mesma; a ação de escolher é mais importante que a coisa escolhida, e as situações são elogiadas ou censuradas, aproveitadas ou ressentidas, dependendo da gama de escolhas que exibem.
O auge do branding é quando
o consumidor paga empresas
para usarem seus corpos
como vitrines ambulantes.
Uma grande perda, que o mercado de arte e antiguidades consumidor hoje no Brasil, em geral, comete. Um imoral crime histórico, artístico, museológico e estético. Pois os especuladores, só visam o teor da prata e o peso, para encaminharem para o desmanche a fogo...um crime, que as próximas gerações vão cobrar, do tanto de belo e artístico que destruíram no mercado brasileiro por mera cobiça venal. Entendo que precisam vender mas dobrar o valor de peso das obras de arte em prata, é uma forma digna de valorizar a arte da prata e afugentar os incorretos especuladores, em nome da arte.
A função da mídia comercial é distrair, manipular a opinião pública, criar consumidores compulsivos e dividir pessoas.
A função da televisão/mídia é criar consumidores, manipular a opinião pública, dividir pessoas e nos distrair da realidade.
O consumidor imagina escolher entre produtos; frequentemente escolhe entre narrativas previamente construídas para tornar um produto desejável.
O consumidor compra objetos; a publicidade procura comprar antecipadamente o significado que esses objetos terão dentro dele.
