Consumidor
A abolição do mercado significa não só que os consumidores – ou seja, todos os membros da sociedade – são privados de praticamente todas as opções de consumo e de toda a influência sobre a produção; significa também que a informação e a comunicação são monopolizadas pelo Estado, pois também necessitam de uma vasta base material para funcionar. A abolição do mercado significa, então que tanto os bens materiais como os intelectuais seriam totalmente racionados. Para não falar da ineficiência da produção demonstrada de forma convincente na história do comunismo, esta economia requer um Estado policial onipotente. Resumidamente: a abolição do mercado significa uma sociedade gulag.
Nós chamamos uma tarifa de medida de proteção. Protege; protege muito bem o consumidor contra uma coisa. Protege o consumidor contra preços baixos.
Quanto mais leis oneram o empresário, mais o consumidor é penalizado e menos empregos são gerados. No mundo real, a esquerda socialista odeia o pobre.
Deus é amor, mas também é fogo consumidor.
O mesmo sol que derrete o gelo endurece o barro. O mesmo sol que branqueia o pano bronzeia a pele. O mesmo Deus que mostra misericórdia para com o coração quebrantado também endurece o impenitente. Graça rejeitada é graça negada.
Bom dia!
No mercado de uma sociedade capitalista, o homem comum é o consumidor soberano.
A chegada duma visita bêbada em minha casa não dá carimbo da minha família ser consumidora de álcool. O mesmo digo sobre qualquer outro tipo de vício que alguém pode trazer no meu lar e na minha vida.
“Identidade visual é a primeira página do livro que contará a história entre o seu consumidor e sua marca.”
Muitas pessoas querem que o governo proteja o consumidor. Um problema muito mais urgente é proteger o consumidor do governo.
Ao longo da história, pudemos observar que políticos tentam transformar os pobres em consumidores dependentes dos governantes, para assim aprisionar seus votos,
Quando o correto seria transformar todos em cidadãos livres para consumir e votar mais consciente pensando no bem do
Brasil.
SOBRE O MERCADO DE PENSAMENTOS E SEUS CONSUMIDORES
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Até entendo a preguiça de pensar, que tomou conta desta geração. A cada vez que se discute um tema social ou político – partidário ou não – com determinadas pessoas de faixa etária um pouco ou bem anterior, os discursos destas são sempre os mesmos. Memorizados, dentro de um padrão que acabou de virar moda, e com jargões previsíveis e massificados. As diferenças estão nos tons de voz, embora sempre alterados e com doses fortes de ironia, para convencer pela coação, pois discursos alheios não dão segurança para quem reproduz. Isto ficou evidente, por exemplo, na última campanha eleitoral, que disponibilizou falas para todos os gostos, absorvidos pela moçada e alguns marmanjos de meia idade como eu.
Os tempos estão muito corridos; a geração presente não quer mais ler, desenvolver os próprios raciocínios, enunciados e conclusões. Não quer e não sabe. Decora frases, textos prontos de rede social e os repete nas conversas, acrescentando apenas alguns desacatos e ofensas para quem não concorda com suas reproduções verbais. É bem fácil; não é? Difícil mesmo é pensar por conta própria; tirar conclusões pessoais de tudo o que vê e lê. Perceber as entrelinhas e apurar os fatos, notícias, entrevistas e discussões públicas, para decidir o que tem fundamento, realmente casa com sua opinião, e saber explicar por que sim.
O mercado de opiniões e discursos é realmente farto e se disponibiliza para todos os que desejem consumir. Catar nas mídias opiniões prontas, explicações mastigadas e discursos padronizados dá muito menos trabalho. Quanto ao mais, é só a pessoa ter o cuidado de não discutir democraticamente com quem pensa por si mesmo e se aprofunda criteriosa e lucidamente nos temas. Toda vez que bater o desespero de saber que a decoreba vai acabar, e assim sendo, será necessário lançar mão de argumentos originais inexistentes, é só usar o recurso derradeiro de gritar; gritar muito, para vencer ilusoriamente o debate por intimidação ou, muitas vezes, aquela gentil desistência humanitária do outro lado.
RASTROS DO FOGO CONSUMIDOR
Demétrio Sena - Magé
Por absoluta pressão corporativa de família e meio social cuja maioria é profundamente preconceituosa, fanática, extremista, finalmente a moça decidiu ceder. Virou ativista do extremismo político da direita. E por venda casada inevitável, virou evangélica. Ela era homossexual, e a primeira providência do meio foi fazê-la renegar sua essência, porque era pecado e "Deus" a massacraria com o Seu Rolo Compressor; Sua Espada; os seus anjos carrascos, caso ela insistisse em ser feliz como era.
E a moça tentou: armou-se até os dentes do mais raivoso bolsonarismo; do mais terrível evangelho; participou dos atos golpistas daquele fatídico 8 de janeiro... e assim, as portas da sociedade que a rodeia se abriram para ela. O caminho largo de bênçãos em forma de vitória sobre os mais fracos... de subjugação dos diferentes... da velha exclusão dos inadequados conforme as mentes reinantes, as minorias (das quais, no fundo, ela nunca deixou de fazer parte) se apresentou. O sinal do poder de compra, venda, outros negócios, casar e dar em casamento nos trâmites da "lei religiosa" etc.
Mas não deu. Não era ela. Em pouco tempo sua real natureza reclamou. E como todos lhe convenceram das Maldições do Deus Fogo Consumidor, se ela optasse por ser livre, quem era, pela graça que o cristianismo jamais aceitou, que se preparasse. Foi assim que a moça não suportou e subtraiu a própria vida. E foi assim que todos se livraram das ameaças de sua liberdade. Como foi assim que mais uma vez a natureza terrível do Velho Testamento Bíblico desgraçou a graça do Novo Testamento.
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#respeiteautorias É lei.
