Consumidor
Ainda na cidade do Rio de Janeiro como em todas grandes cidades injustas culturais consumidoras e socialmente sufocadas pelo mundo, existe uma conexão cultural magica entre o que aparece na televisão, principalmente nas novelas e os novos hábitos de consumo espalhados nas favelas e periferias. A moda quando explode, pega, agrada e minimamente se transforma em semelhante de baixo custo mas conservando o impacto visual e a identidade, mesmo que por um período efêmero.
Fênix, chama da vida personificada,
como um fogo consumidor, Forte e Determinada,
Suas lágrimas a purificam, aliviando suas dores, sarando suas feridas,
Sem esmorecer, mantém acesa sua vontade de viver
como uma excêntrica labareda que só faz crescer
E após tanto sofrer e tanto suportar,
vira cinzas para Renascer, para se libertar
Uma Ave Mitológica que sempre aposta
no futuro desconhecido,
Para voar, continua disposta
e assim inflama um novo ciclo.
A nossa sociedade separa os seres humanos como bons consumidores ou consumidores defeituosos. Para os primeiros, os serviços, a tecnologia e os bens de consumo estão acessíveis. Para os consumidores defeituosos, que não conseguem concretizar seus desejos, criados artificialmente pelos meio de comunicação de massa, resta o tratamento policial e a permanente exclusão do bolsão de riqueza dos centros urbanos modernos. Esses, têm que ir para as favelas do Terceiro Mundo, construir suas casas com o que sobra e viver sob um estado de vigilância permanente. É para conter estes, que a qualquer momento podem se rebelar e reivindicar a justiça e a igualdade material, que existe a polícia e as leis de exceção. Para isso os aparelhos de repressão são extremamente eficientes, pois é para isso que foram verdadeiramente criados.
Romanos 12.1: Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e AGRADÁVEL a Deus, que é o vosso culto racional. O que muita gente ainda não entendeu é que o culto é para Deus, e tem o objetivo de AGRADAR a Deus e não ao homem! O culto não é para o homem! Não é o homem que tem que se agradar ou gostar, mas Deus! Em alguns ambientes não se tem mais adoradores, mas consumidores. Gente que vem assistir um culto e não prestar um culto. Gente que não que vem buscar comunhão com Deus, mas fazer barganha com Deus. Estão atrás do dom e não do doador, estão atrás da benção e não do abençoador.
Lidar com cliente estúpido é fácil, você só precisa entender que às vezes você está errado e às vezes ele está certo.
O mundo terrestre atual ainda consiste
em uma selva codificada em civilização,
em manipuladores e manipulados, escravos e senhores,
em caça e caçadores, fabricantes e consumidores,
De valores tão inversos, que quem consome
é o escravo, manipulado e caçado
por alguém que ele não vê, mas que o vigia
a todo instante e dita em quem deve crer,
o que deve querer, e o que deve fazer...
Toda conquista só existirá se houver a retenção, ao contrário foi apenas uma relação com o consumidor.
Existem vários controladores de preços de produtos e serviços em uma economia de mercado de livre iniciativa, mas nada mais proeminente que o próprio consumidor para tal.
"Somos PACIENTES na rede pública de saúde e CLIENTES, na rede privada.
Diferença:
O CLIENTE é um consumidor que paga por um serviço de qualidade; o PACIENTE é um eleitor que precisa de muita paciência para aguentar o péssimo atendimento, as intermináveis filas, a falta de vagas, de remédios, de profissionais competentes,etc.
No entanto, os dois pagam a conta."
Antigamente a população de um país era medida pelo número de habitantes; no mundo globalizado, porém, pelo contingente de consumidores em potencial.
